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A Cabala Draconiana busca proporcionar uma viso clara da Cabala estudada e praticada no Ocidente, abordando tambm as foras qliphticas, ou tenebrosas, do universo cabalstico, bem como os aspectos femininos do cosmo. um trabalho que pretende abranger diversos assuntos correlatos e os aspectos sombrios da existncia, os quais raramente so considerados na literatura cabalstica em geral. O estudo das Qliphoth um assunto muito obscuro dentro da prpria Cabala e muito pouco abordado pela maioria dos estudiosos. A Cabala Draconiana (Cabala Hermtica e Setiana) abrange o estudo da Luz e das Trevas em diversos contextos e tem o drago como um arqutipo e smbolo muito considerado. Aqui, o leitor ver o Caminho da Mo Esquerda (Filosofia Noturna), isento da conotao pejorativa e muito difundida de magia negra ou magia diablica, no qual a Individualidade, o deus oculto individual, a natureza, o sexo e a mulher so importantes. Mas ver tambm o Caminho da Mo Direita (Espiritualidade da Luz), porque assim o universo e o homem com suas foras opostas necessrias manifestao. O leitor, iniciante ou iniciado no assunto, obter orientaes e procedimentos relativamente eficazes para o desenvolvimento consciente, gradual e contnuo do carter e de seu aspecto psicomental, alm de novos insights para os seus estudos. O autor tambm explica a Cabala pelo mundo em que vivemos, bem como nosso mundo pela Cabala, de maneira inteligvel, sinttica e sem muitos mistrios. Sendo assim, esta obra pode ser vista como um manifesto cabalista filosfico que demonstra a atual situao do mundo sob as influncias das esferas cabalsticas. Neste livro, o leitor ver: -Cabala Draconiana, Alquimia, Hermetismo e Setianismo; -Cabala Draconiana nos contos-de-fadas e o arqutipo de Lilith; -Cabala Draconiana e as cincias, as artes e as religies; -Cabala Draconiana e a mitologia universal; -as diferenas entre Cabala Draconiana e Cabala Judaica; -Arqutipos arbreos e arqutipos draconianos; -Dracologia e Cabala; -Otz Daath, a rvore do Conhecimento (do Bem e do Mal); -as Sephiroth e suas Qliphoth; -os Caminhos de Thoth e os Tneis de Set; -Choronzon, Set e Leviathan; -Daath, Caos e Srius B; -os arcanjos e os arquidemnios da Cabala e seu significado, razo e finalidade no esquema do universo e do mundo; -smbolos e instrumentos das esferas cabalsticas; etc.

O Mistrio da MerkabahSintra, 28.09.2008

Vitor Manuel AdrioA Graa Gloriosa de Deus faz-se efectiva Presena Real na Terra (Shekinah) atravs da Obra do Eterno (Teurgia) que a mesma Merkabah. Carro de Apolo, Helius ou Elias, figurao de SURYA o Logos Solar manifestado no seu Universo, tanto neste como na sua parcela sideral, a Terra, a OBRA DO ETERNO, a MERKABAH, no pra nunca o seu rodar na Roda ou Ronda da Evoluo Planetria, mesmo com os desaires acontecidos nesta Magnus Opus do Deus AKBEL, expresso directa do mesmo ETERNO ou 8. Logos na Terra. Ela no parou, mesmo tendo recuado do Mdio para o Extremo Oriente, para em seguida, no ano 989 d.C., ter se impulsionado para o Extremo Ocidente da Europa (Portugal) e aps para o Extremo Ocidente do Mundo (Brasil). Sim, a MERKABAH locomoveu-se do Oriente para o Ocidente inaugurando em 1924 o Ciclo do EX OCCIDENS LUX, com a transladao da Grande Loja Branca dos BHANTE-JAULS dos recnditos reservados do Norte da ndia e do Tibete para estas partes ocidentais do Mundo indo intensificar o tear da Raa Futura, Ibero-Amerndia. Esse termo caldeu, Merkabah, Mercabah ou Merkavah, significa literalmente carro, ou seja, expressivo de mobilidade. o nome de uma das escolas mais antigas do povo de Israel, desenvolvendo-se pelas narraes do 1. captulo do Livro de Ezequiel. A literatura da Merkabah no das mais vastas, e alm desse Livro tambm representada pelas Hekhalot, Grande e Pequena, encontrando-se tambm alguma coisa, de grande valor esotrico, nos evangelhos apcrifos, principalmente no de Enoch. Efectivamente, a Merkabah a primeira mstica judaica, a primeira srie religiosa secular, mas no trata da contemplao concentrada sobre a verdadeira natureza de Deus, antes, da sua apario sobre o Trono, tal como descrita pelo Profeta Ezequiel, sendo o tema predilecto das suas divagaes o conhecimento dos Mistrios do Mundo Celeste. O Trono representa, para o mstico judeu, o mesmo que a Esfera ou Sephiroth fulgurante da Divindade (IHVH, Iod-He-Vau-He ou Jehovah, expresso pelo Totreossyah ou TETRAGRAMATON) cercada pelos ons, Arcontes, Dominaes, etc. (Hierarquias Criadoras), significava para os antigos gnsticos e hermetistas. O Trono pr-existente de Deus, que contm e ilustra todas as formas da Criao, o tema e o fim da viso mstica. Por isso os rabinos iniciados na Tradio velada ou Kaballah (que tambm significa Livro cerrado), afirmam que o Ser Supremo, o Logos Criador do Mundo, aps ter estabelecido os 10 Sephiroths, Esferas ou Planos de Evoluo da Vida e da Conscincia (que na sua totalidade perfazem Adam-Kadmon, o 2. Logos Planetrio como Homem Arquetipal ou Celeste) utilizou-os como Carro ou Trono de Glria, para descer com ele sobre as almas dos homens. Para que a sua srie religiosa secular alcanasse o fim mstico

proposto, deram-lhe o nome de Merkavah, isto , o corpo exterior, o veculo ou a coberta que encerra a Alma oculta, ou seja, a sua cincia secreta mais elevada. A figura dominante da MERKABAH METRATON (de Meta ou Metra+Aton, a Medida Perpendicular do Sol Terra), associado a MIRRAL ou MIKAEL, o mesmo Arcanjo MIGUEL na sua funo medianeira, psicopompa entre o Espao Sem Limites e o Espao Com Limites, o que vai identific-lo ao mesmo Deus, Logos ou Ishvara de Mercrio, AKBEL, possudo de funes idnticas s de MIKAEL ou METRATON. Com efeito, este antecede YAHOEL, que dizer, o prprio JEHOVAH ou SANDALPHON como Anjo ou Logos da Terra iluminada por Ele mesmo cuja Luz Vital recebe, por seu turno, do Homem Csmico ou Solar, o ETERNO. assim que entre os Logos Solar e Terrestre est METRATON na funo de medianeiro guisa de Tubo Csmico veiculador da Energia Celeste (FOHAT) a animar a Terra, e a Energia Planetria (KUNDALINI) volver ao Alto pelo mesmo Tubo. METRATON, o cabalstico Prncipe das Duas Faces (outra risonha voltada para o Cu, e outras tristonha contemplando a Terra, estando de permeio entre os dois Mundos por estar no 2. Trono), a Inteligncia Csmica (MAHAT) da 1. Sephiroth (Kether, a Coroa associada na geografia mstica do Homem ao Chakra Coronal), Plano do Pai, e o pressuposto Guia de Moiss que se manifestou protector ao povo hebreu, nas margens do Mar Vermelho, como uma Coluna de Fogo. O seu nmero cabalstico o 314 e cabe-lhe o mesmo ttulo de Todo-Poderoso, isto , SHADAI, por ser o mais prximo da Divindade, como o prprio nome grego Metathronon o diz: junto ao Trono. METRATON quem d a luz da viso da MERKABAH, Carro de Ouro, Solar, ou Trono da Glria alma do homem iluminado, o de conscincia expandida at ao Plano do Esprito Puro (TMICO), onde toma acesso s Revelaes ou Cincia Divina do Logos para o momento cclico em que est. A tal Sabedoria Secreta os cabalistas judeus retratam os seus cnones ou aspectos magisteriais e doutrinais sob a forma simblica de Medidas do Corpo de Deus (SHIUR KOMA). Afastado o Vu de SHOMA (o do ter Universal ou Akasha Superior, ou AlmAkasha) que esconde o TRONO DE DEUS, finalmente o Iluminado pode contemplar face a Face a prpria Divindade que lhe revelar os Mistrios do Universo, dos Deuses, da Terra, do Homem e de todas as criaturas viventes, assim igualmente passando a saber a histria verdadeira de todos os Santos e Sbios (Adeptos Perfeitos de todos os Graus), e como tudo isso ir nortear a sua vida futura. A tradio mstica da MERKABAH acabou dando azo apario do Messianismo, to caro religio judaica, mormente nesta parte da Pennsula Ibrica atravs dos solares Sefarditas, opostos dos askenazis lunares, estes de Jehovah, aqueles de Adonai. Um ponto de diferenciao da mstica da MERKABAH e da cincia da KABALLAH, encontra-se na concepo da Criao. A MERKABAH no se preocupa com a explicao metafsica, apenas se fixa na descrio do facto. A KABALLAH tem finalidades tericas, para ela a metafsica fundamental. Todavia, a encontrar alguma tentativa de explicao metafsica sempre na MERKABAH, pois que esta o Veculo da Inteligncia Superior, ou seja, da Cincia Inicitica mais elevada e profunda, por estar no prprio Logos no Centro da Terra, como Quarto dentre os Sete Luzeiros (Elohins,

Ishvaras, Dhyan-Choans, enfim, Logos Planetrios) das 7 Cadeias Planetrias (simbolicamente, Rodas do Carro ou Dinmica da Evoluo Celeste, Humana e Terrestre) que o Universo tem, e todos em volta do Oitavo Logos Solar. A ver com tudo isso, diz a obra secreta reservada na Biblioteca do Mundo de Duat (a Cidade Luz, Azul, da Kaballah Sefardita), o LIVRO DA RODA: Trs Rodas giram em torno da Quarta, que est na penumbra do Espao. Elas, ao todo, so Sete. Quando a Roda da Vida parar diante do ponto em que ficou no Espao, a Quinta Roda vir juntar-se ao Mistrio, auxiliada pelas outras Duas. O Hlito continuar a soprar no mais Trs ou Quatro mas Cinco, com as sombras das outras Duas. Que dizer, quando a actual quarta Cadeia terminar o seu ciclo a quinta Cadeia iniciar o seu perodo, trazendo consigo o auxlio superior das restantes duas Cadeias de Mercrio e de Jpiter. Hoje mesmo e nesse sentido, j a nossa Cadeia Terrestre igualmente recebe a influncia superior da imediata Cadeia de Vnus, e por isto que este planeta o alter-ego da Terra. Assim, neste QUADRADO ou CARR que a TERRA ou a sua QUADRATURA manifestada com o seu LOGOS ao Centro (Sol Central, Salm ou Shamballah), s podia ser o compasso quaternrio a marcar toda a Vida no Globo, dos seres nfimos aos maiores. Estando o Divino Logos ao Centro, ento se eleva da Terra ao Cu, ao Sol Espiritual (Surya, Helius ou Elion, donde derivaria Elias, tambm ele arrebatado ao Cu num Carro de Fogo, isto , Iluminado na Sabedoria Divina passando a ter acesso pleno aos Mistrios Espirituais mais elevados) como uma Quinta Coisa figurada piramidal mas, em verdade, sendo o TUBO CSMICO (assinalad