agenor zapparoli voipeering modelo de interconexão para as operadoras voip 14:45

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  • Agenor Zapparoli VoIPeering Modelo de interconexo para as operadoras VoIP 14:45
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  • Apresentao Tcnico em Eletrnica em 1997; Tcnico em Processamento de Dados em 2002; Engenheiro Mecatrnico em 2005; Cursando Engenharia Eltrica habilitao em Eletrnica, Telecomunicaes e Potncia. Vrios projetos com implantao e administrao de redes e malha wireless. Iniciou contato com VOIP em 1998, implantao de 14 Operadoras VOIP e 2 em andamento. Especialidade tcnica: implantao, manuteno, desenvolvimento e suporte a Plataformas VOIP. Projetos Experincias
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  • Objetivos O objetivo desta palestra abranger a to discutida Interconexo e Terminao, tanto relacionado telefonia quanto s outras Operadoras ou Provedores VoIP. Demonstrar alguns exemplos de Interconexes, Terminaes e casos de sucesso entre Operadoras e Provedores VoIP. Esplanar o que a ANATEL est fazendo em relao a este assunto.
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  • Agenda Servios de Voz Sobre IP (VoIP); ANATEL o VoIP; O que Peering; O que Interconexo; O que Terminao Telefnica; Interconexo entre Operadoras VOIP; Tipos de Interconexo; O que a ANATEL est fazendo;
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  • Servios de voz sobre IP (VoIP) O Voz sobre IP (VoIP) um conjunto de tecnologias que usam a internet ou redes IP privadas para a comunicao de voz, substituindo ou complementando os sistemas de telefonia convencionais. A Anatel no regulamenta as tecnologias, mas os servios de telecomunicaes que delas se utilizam. A comunicao de voz utilizando computadores conectados internet - uma das aplicaes desta tecnologia - considerada Servio de Valor Adicionado, no sendo necessria autorizao da Anatel para prest-lo. Nesse contexto, o uso da tecnologia de VoIP deve ser analisado sob trs aspectos principais: a comunicao de voz efetuada entre dois computadores pessoais, utilizando programa especfico e recursos de udio do prprio computador - com acesso limitado a usurios que possuam tal programa - no constitui servio de telecomunicaes, mas Servio de Valor Adicionado, conforme entendimento internacional;
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  • Servios de voz sobre IP (VoIP) a comunicao de voz no mbito restrito de uma rede corporativa ou na rede de uma prestadora de servios de telecomunicaes, de forma transparente para o assinante, efetuada entre equipamentos que podem incluir o aparelho telefnico, caracterizada como servio de telecomunicaes. Neste caso, exigida a autorizao para explorao de servio de telecomunicaes para uso prprio ou para prestao a terceiros; a comunicao de voz de forma irrestrita com acesso a usurios de outros servios de telecomunicaes e numerao especfica (objeto de controle pela Anatel) caracterizada como servio de telecomunicaes de interesse coletivo. imprescindvel autorizao da Agncia e a prestao do servio deve estar em conformidade com a regulamentao. ANATEL Agncia Nacional de Telecomunicaes
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  • A ANATEL e o VoIP Braslia, 9 de novembro de 2005 A Agncia Nacional de Telecomunicaes (Anatel) esclarece que no h restrio regulamentar que impea uma prestadora de Servio de Comunicao Multimdia (SCM) usar a tecnologia Voz sobre IP (do ingls Voice over Internet Protocol/lP) no provimento de comunicao de voz. Tambm ressalta que contratos de prestao de SCM no podem impor restries transmisso de nenhum tipo de sinal (udio, vdeo, dados, voz e outros sons, imagens, textos e outras informaes), por ser um servio abrangente que, por definio, possibilita a oferta de capacidade de transmisso, emisso e recepo de informaes multimdia definidas como sinais de udio, vdeo, dados, voz e outros sons, imagens, textos e outras informaes.
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  • A ANATEL e o VoIP Braslia, 9 de novembro de 2005 Do ponto de vista regulamentar, um assinante do SCM pode se comunicar com um assinante do Servio Telefnico Fixo Comutado destinado ao uso do pblico em geral (STFC), assim como de qualquer outro servio. O Regulamento do SCM estabelece, no entanto, que, na prestao do servio no permitida a oferta de servio com caractersticas do Servio Telefnico Fixo Comutado (STFC, a telefonia fixa convencional), em especial o encaminhamento, por meio da rede de SCM, de trfego telefnico simultaneamente originado e terminado nas redes do STFC. Assim, uma comunicao iniciada por um assinante do STFC e dirigida a outro assinante do STFC no pode nem deve trafegar pela rede do SCM. O acesso ADSL - assim denominada uma determinada aplicao provida no mbito do SCM - se caracteriza pela oferta de meio de transmisso com o uso do Protocolo Internet (IP), para obteno de acesso ao backbone da rede mundial. O servio de suporte ao acesso Internet oferecido pelas prestadoras, de forma geral, se insere no contexto do SCM.
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  • O que Peering Peering a interconexo voluntria de redes de internet separadas realizada com o propsito de viabiliziar o trnsito de informaes de seus respectivos usurios. Wikipdia Enciclopdia Livfre Trata-se de um acordo de troca de trafego entre redes independentes, por empresas diferentes. Embratel Br Telecom meio fsico
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  • O que Interconexo Ligao entre redes de telecomunicaes funcionalmente compatveis, de modo que os usurios de servios de uma das redes possam comunicar-se com usurios de servios de outra ou acessar servios nela disponveis. ANATEL Agncia Nacional de Telecomunicaces Embratel ANATEL Br Telecom meio fsico
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  • O que Interconexo SCM (Servi o de Comunica o Multim dia) Captulo VII Das Disposies sobre Interconexo 7.1. obrigatria, quando solicitada, a interconexo entre as redes de suporte do SCM e entre estas e as redes de outros servios de telecomunicaes de interesse coletivo, observado o disposto na Lei n 9.472, de 1997 e no Regulamento Geral de Interconexo, aprovado pela Resoluo n 40, de 23 de julho de 1998.
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  • O que Terminao Telefnica o meio fsico responsvel por entregar ao destinatrio as ligaes entregues ao mesmo. Geralmente so empresas autorizadas prestao de Servio Telefnico Fixo Comutado(STFC). Contratao de E1 telefnico; Convencional R2 Digital ou ISDN; Encaminhamento SIP (puramente IP); Contratao via IP; Asterisk; SIP Express Router; Router(Gateways); NGN(New Generation Network).
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  • Interconexo entre Operadoras VoIP Plano de nico de Numerao(PUN): Plano nico de Numerao tem por objetivo estabelecer um padro de nmeros dos ramais VoIP entre as Operadoras VoIP. Baseando no Plano Internacional de Numerao definimos: NUMERO DE 10 DIGITOS Numera o tradicional034 9194-6909 Numera o VoIP 34 9194-6909 Os dois primeiros nmeros definem o DDD da localidade do cliente. Devem ser diferentes de ZERO. Os ultimos 8 nmeros definem nmero telefonico do cliente. Nunca podem iniciar com ZERO.
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  • Interconexo entre Operadoras VoIP Cdigo de Seleo de Operadora(CSO): Cdigo de Seleo de Operadora tem por objetivo definir um nmero para cada Operadora VoIP pertencente ao Grupo ou Associao. Assim cada Operadora recebe um par de nmeros de identificao, que ser utilizado no mtodo de discagem. Baseando no Plano Internacional de Numerao definimos: NUMERO DE 2 DIGITOS 00 34 9194-6909 Os dois primeiros nmeros definem o Cdigo de Seleo de Operadora e deve ser diferente de ZERO. ( 11 34 3222-3711 )
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  • Interconexo entre Operadoras VoIP Mtodo Geral de Discagem(MGD): a lgica numrica que possibilita as rotas das ligaes: Mtodo de discagem VOIP x STFC: 0 + DDD + NUMERO00 + DDI + DDD + NUMERO ( 0 + 34 + 91946909 )( 00 + 55 + 34 + 91946909 ) Mtodo de discagem VOIP x VOIP: 00 + 00 + 0000-0000 ( 11 + 34 + 9194-6909 )
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  • Tipos de Interconexo Interconexo Centralizada: o tipo de Interconexo onde existe uma plataforma centralizadora e todas as Operadoras realizam consultas a mesma, para obter informaes sobre rotas:
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  • Tipos de Interconexo Interconexo Independente: o tipo de Interconexo onde cada Operadora interconecta com a outra de modo independente, distribuido e de forma celular:
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  • O que a ANATEL est fazendo Consulta Publica n 23 de 16 de Junho de 2008: Proposta de reviso do Plano Geral de Outorgas(PGO); Consulta Publica n 22 de 16 de Junho de 2008: Proposta de Plano Geral de Atualizao da Regulamentao das Telecomunicaes PGR Regulamentao da Qualidade de Servios; Reviso dos Contratos de Concesso(incorporao de novas metas); Regulamentao do STFC(para o novo cenrio convergente); Elaborao do Plano Geral de Metas de Competio; Regulamentao do SMP(para o novo cenrio convergente); Disponibilizao de radiofrequncias para massificao de acesso a Banda Larga; Implementao otimizada do modelo de custos, incluindo Banda Larga; Planejamento de Outorgas para os servios de TV por assinatura(reviso); Regulamentao do Servio Movel Global por Satlite(atualizao e numerao); Regulamentao do Poder de Mercado Significativo; Obrigao da oferta de planos especficos de banda larga para populao baixa renda; Regulamentao da desagregao das redes; Regulamentao do SCM: Elaborao do Regulamento de Remunerao de Redes; Elaborao do Regulamento de Numerao; Elaborao de Metas de Qualidade para os detentores do PMS;
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  • O que ABRAPREST Associao Brasileira de Prestadoras de Servios de Telecomunicaes Tem como objetivo defender os direitos dos Prestadores de Servios de Telecomunicaes em relao aos orgos competentes. Interconexo entre as Operadoras associadas; Protocolo de tica; Mais fora na negociao de minutos; Plano de Marketing a nvel nacional; Consultoria advocatcias; Consultoria financeira; Consultoria contabilistica; Engenheiro especializados; Seguros

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