apostila introducao a engenharia 2010

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Apostila Introducao a Engenharia mecânica

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  • Fundao Municipal de Ensino de Piracicaba FUMEP Escola de Engenharia de Piracicaba EEP

    Introduo Engenharia Mecnica Prof. Ms. Eng. Mec. Marcos Cesar Ruy

    Notas de aulas da disciplina Introduo Engenharia Mecnica

    2010

  • Escola de Engenharia de Piracicaba Prof. MS. Eng. Mec. Marcos Cesar Ruy mcruy@eep.br

    Introduo Engenharia Mecnica EEP Pgina 2 de 33

    1. Introduo

    1.1 Por que Introduo Engenharia? - O aluno precisa ter acesso a informaes que permitam encontrar-se com a

    profisso escolhida e imaginar-se nela. - Ter espao no programa do curso no qual se possa desempenhar o importante papel

    da recepo ao aluno, e os conseqentes aconselhamentos, encaminhamentos, orientaes e preparaes ao estudo.

    - Integrar o aluno ao curso, na medida em que se pode mostrar quais so as suas disciplinas e componentes, qual a rea de atuao do profissional de engenharia, a sua postura diante da sociedade, etc.

    - Estimular a criatividade do aluno e faze-lo participar do aprendizado. - Introduo Engenharia deve ter uma abordagem geral, passando pela histria da

    engenharia, abordar sobre ferramentas como modelos, simulao, criatividade, morfologia, aplicao de projetos, palestras de especialistas, visitas a indstria e laboratrios, seminrios, projetos, pesquisa bibliogrfica, confeco de relatrios, estudos de casos.

    1.2 Objetivos da disciplina: - dar ao aluno uma viso da habilitao engenharia mecnica e das Associaes e

    Conselhos que a orientam e fiscalizam o exerccio profissional, apresentar os campos de atuao da engenharia mecnica, apresentar a estrutura e o funcionamento da Instituio;

    - situar historicamente a engenharia mecnica no Brasil e no mundo, enfatizando o papel social do profissional, as reas de atuao e as atribuies profissionais;

    - introduzir a prtica do ensino/aprendizagem como processo, no qual o aluno tenha participao ativa;

    - procurar integrar os conhecimentos desenvolvidos nas outras disciplinas, desenvolver a prtica do estudo e do trabalho em grupo, procurar aprimorar a capacidade de comunicao dos discentes;

    - conhecer os procedimentos metodolgicos para a elaborao de trabalhos acadmicos.

    1.3 Ementa da disciplina.

    Introduo: chegando ao terceiro grau; objetivos gerais da Instituio e da habilitao Engenharia Mecnica e suas nfases; consideraes sobre estudos e aprendizagem e sobre mtodos e estratgias de estudo, pesquisa e desenvolvimento tecnolgicos. Engenharia e comunicao. Projeto: projeto como atividade de sntese; fases do projeto; abordagem dos problemas de engenharia. Modelos, simulao e otimizao. Criativiade. Histria e desenvolvimento da engenharia e da engenharia mecnica.

    1.4 Chegando ao Terceiro Grau.

    Alerta ao estudante: - a qualidade de um curso no depende somente dos professores, laboratrios,

    equipamentos, bibliotecas, etc, depende tambm dos alunos que nele ingressam e do interesse destes pelo aprendizado.

    A nova fase: - vida comunitria; - conhecer a Fundao Municipal de Ensino, a Escola de Engenharia, o Curso e as

    instalaes; - participao ativa na vida da Instituio.

  • Escola de Engenharia de Piracicaba Prof. MS. Eng. Mec. Marcos Cesar Ruy mcruy@eep.br

    Introduo Engenharia Mecnica EEP Pgina 3 de 33

    Por que estudar? - Necessidade de aprendizado contnuo. - Conhecer novas tcnicas. - Evoluo tecnolgica. Fontes: - livros; - jornais; - catlogos; - internet.

    1.5 Consideraes sobre o mtodo de aprendizado. Necessidade de conciliao da vida social com os estudos. importante que o aluno

    tenha uma vida social normal; o lazer e o descanso so fundamentais para o bom aprendizado.

    Ao se passar para um curso superior, deixa-se de ser aluno - assim entendido aquele que ensinado - passou a ser estudante - que aprende e estuda porque quer, com motivao e orientao.

    Estudar no apenas captar um assunto, mas principalmente organiza-lo na mente. Estudar uma faculdade particular do ser humano, aprender uma caracterstica dos

    seres vivos. O estudante deve viabilizar as condies de estudo a partir de uma programao

    detalhada de horrios. Quadro de Horrios: importante que o estudante racionalize seu tempo; para isso a

    confeco de um quadro de horrios realstico (que possa ser seguido) desejvel. O horrio deve contemplar, alm do perodo de aulas e trabalho (se houver), tempo de estudo extra-classe para cada disciplina fundamental uma reviso semanal dos assuntos vistos em aula. Um horrio no pode ser rgido e inflexvel devendo ser adaptado de acordo com as necessidades.

    Estudo extra-classe Preparao. Escolha do ambiente de estudo. Hbito de estudar no mesmo local e horrio. Perseverana para com os estudos. Entender que as disciplinas a serem estudas dentro do curso possuem papel definido na

    formao do profissional, e no esto colocadas por simples capricho.

    Fases do Estudo Captao. Num processo de ensino aprendizagem ocorre: - audio: A partir da apresentao do professor, de um debate ou de uma palestra; - leitura: Conhecimentos obtidos a partir da leitura; - observao: A partir da participao de experincias.

    Captao do assunto em sala de aula, pontos a serem considerados: - O que j sei sobre o assunto? - Qual a ligao deste tpico com outros? - Qual o significado fsico desta frmula matemtica?

    Captao extra-classe Captao pela leitura: - reviso imediata aps as aulas ou leitura; - elaborao de resumo da matria estudada; - extrao de idias principais do texto.

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    na fase de processamento das informaes que se deve procura interligar todos os assuntos vistos num texto, numa disciplina e tambm nas demais disciplinas, para garantir uma boa viso de conjunto e um encadeamento lgico.

    Uma disciplina parte de uma estratgia de aprendizado. Outras recomendaes: Participar das aulas prticas (quando houver) com extrema dedicao, j que elas

    auxiliam a fixao dos conhecimentos e desenvolver a sensibilidade na avaliao dos instrumentos de engenharia, alm da capacidade criativa.

    Utilizar sempre que possvel os recursos de informtica para agilizar as informaes e facilitar o armazenamento das mesmas.

    fundamental que o estudante tenha conhecimentos de Lnguas estrangeiras, principalmente Ingls e Espanhol.

    importante que o estudante tenha bom relacionamento pessoal, tanto em famlia como em sociedade. O estudante deve aprender a trabalhar em grupo.

    Finalizando: a obedincia de um mtodo de trabalho e ao princpio da organizao de atividades intelectuais facilita a aprendizagem, economiza tempo e possibilita um melhor desempenho na execuo de qualquer tipo de atividade.

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    2. Conhecendo a Fundao Municipal de Ensino de Piracicaba (FUMEP). Abaixo vemos uma planta baixa e uma vista do satlite com o sistema virio da FUMEP contendo os blocos.

    CEEP

    Anexo C

    Refeitrio

    Bloco 1

    Bloco 2

    Bloco 4

    Bloco 3

    Bloco 5

    Bloco 7 Bloco 8

    Biblioteca

    Cantina

    Bloco 6

    Portaria

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    A seguir a descrio dos espaos em cada Bloco de interesse da EEP: Bloco 1;

    Secretaria da EEP; Diretoria e Vice diretoria da EEP; Laboratrio de Qumica; Laboratrio de Resduos; Laboratrio de Solos; Laboratrios A, B e C de Informtica; Tesouraria; Departamento Financeiro; Posto Bancrio do Santander; Protocolo;

    Bloco 2; Coordenao da EEP; Salo Nobre; Audio Visual; Sala dos Professores da EEP; Laboratrios 4, 5, 6 e 7 de Informtica; Laboratrios de Processos de Fabricao Oficina; Laboratrio de Metrologia; Laboratrio de Materiais de Construo Mecnica; Laboratrio de Geologia; Laboratrio de Automao e Robtica; Laboratrio de Automao e Eletrnica (LEE3); Laboratrio de Eletricidade e Mquinas Eltricas; Bloco 3;

    Trs anfiteatros; Bloco 4;

    Laboratrios 1 e 2 de Eletrnica (LEE1) e (LEE2); Laboratrios 1, 2, 3 e sala dos responsveis da Informtica;

    Bloco 5; Quatro salas de Aula; Duas salas de Desenho e Representao Grfica;

    Bloco 6; Seis salas de Aula;

    Bloco 7; Dois anfiteatros; Duas salas de Aula;

    Bloco 8; Seis salas de Aula (andar superior); Quatro anfiteatros (andar inferior);

    2.1 Administrao superior da FUMEP. A administrao superior da FUMEP exercida pelos seguintes rgos:

    - Conselho de Curadores; - Diretoria Executiva. O Conselho de Curadores, rgo supremo da FUMEP, constitudo por 12 (doze)

    membros representantes da comunidade acadmica (alunos, funcionrios e professores) e da comunidade em geral (Cmara de Vereadores, Prefeitura, Associaes e Universidades).

    A Diretoria Executiva o rgo executivo da Administrao da FUMEP.

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    2.2 Unidades de Ensino: - PROEP Cursos de Qualificao Profissional; - Colgio T