aula 2 aglomerantes aereos

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  • 8/19/2019 Aula 2 Aglomerantes Aereos

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    MATERIAIS DECONSTRUÇÃO

     Arq. Patrícia Paty – Especialista em Tecnologia e Gerenciamento de obras

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    AGLOMERANTES AÉREOS(DEFINIÇÃO)

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    DEFINIÇÃO

    São produtoscapazes deprovocar

    aderência dosmateriais.

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    DEFINIÇÃO

    Geralmente são materiais em forma de pó, tambémchamados de pulverulentos que, misturados com a

    água, formam uma pasta capaz de endurecer porsimples secagem ou devido à ocorrência de reações

    químicas.

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    DEFINIÇÃO – TIPOS DE AGLOMERANTES

    CAL (Aéreo eHidráulico)

    GESSO

    CIMENTO -

    PORTLAND

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    DEFINIÇÃO

     A mistura dos aglomerantes com materiais específicossão conhecidos como:

    PASTA

    • Mistura deaglomerante +

    água.

     ARGAMASSA

    • Mistura deaglomerante +

    agregado miúdo +água.

    CONCRETO

    •  Aglomerante+agregado miúdo +agregado graúdo +

    água.

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    CLASSIFICAÇÃO – Quanto ao modo deendurecer

    • Endurecem por simples

    secagem.

    QUIMICAMENTE

    INERTE

    • Endurecem devido areação química

    QUIMICAMENTE ATIVOS

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    CLASSIFICAÇÃO – Quanto a relação coma água

    QUIMICAMENTE ATIVOS

     AÉREOS

    • Necessitam da

    presença do ar paraendurecer.

    HIDRÁULICOS

    • Não necessitam da

    presença do ar para o

    seu endurecimento.

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    CLASSIFICAÇÃO – Quanto a relação coma água

    QUIMICAMENTE ATIVOS

     AGLOMERANTES AÉREOS:

    •Depois de endurecido, não resistem bem a água.

    • Devem ser usados apenas em contato com o ar.

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    CLASSIFICAÇÃO – Quanto a relação coma água

    QUIMICAMENTE ATIVOS

     AGLOMERANTES HIDRÁULICOS:

    •Depois de endurecido, resistem bem a água.

    • O endurecimento acontece por ação exclusiva

    da água (reação de hidratação).

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    CLASSIFICAÇÃO – Quanto a relação coma água

    QUIMICAMENTE ATIVOSHIDRÁULICOS

    QUIMICAMENTE

     ATIVOS

    HIDRÁULICOS

    HIDRÁULICOS

    SIMPLES

    HIDRÁULICOSMISTOS

    HIDRÁULICOS

    COM ADIÇÃO

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    CLASSIFICAÇÃO – Quanto a relação coma água

    HIDRÁULICOS SIMPLES Um único produtonão tendo mistura.

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    CLASSIFICAÇÃO – Quanto a relação coma água

    HIDRÁULICOS MISTOS

    • Mistura de dois aglomerantes simples.

    • Mistura de CP com cimento aluminoso.

    • Tem pega muito rápida.

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    CLASSIFICAÇÃO – Quanto a relação coma água

    HIDRÁULICOS COM ADIÇÕES

     Aglomerantes hidráulicos simples + adiçõespara modificar certas características.

    • DIMINUIÇÃO:  permeabilidade, calor de

    hidratação e retração.

    •  AUMENTO:  resistência a agentes agressivos,plasticidade ou resistência a baixas temperaturas.

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    SÍNTESE

     AGLOMERANTES

    QUIMICAMENTEINERTES

     AERÉOS

    HIDRÁULICOS

    QUIMICAMENTE ATIVOS

    SIMPLES

    MISTOS

    C/ ADIÇÕES

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    AGLOMERANTES AÉREOS(PEGA)

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    DEFINIÇÕES - PEGAS

    TEMPOS DE INÍCIO E FINAL DE PEGA

    • Período inicial de

    solidificação da pasta.PEGA

    • Momento que a pastacomeça a enrijecer.INÍCIO DA PEGA

    • Momento que a pasta jáestá completamentesólida.

    FIM DA PEGA

    ENDURECIMENTO• Ganho de resistência,

    mesmo após o final de pega.

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    DEFINIÇÕES - PEGASO processo de pega que ocorre na pasta estáclassificado em:

     AGLOMERANTEDE PEGA RÁPIDA

    Quando a pasta

    inicia suasolidificação num

    intervalo detempo inferior a

    30 minutos.

     AGLOMERANTE

    DE PEGA SEMI-RÁPIDA

    Quando a pasta

    inicia suasolidificação num

    intervalo detempo entre 30 a

    60 minutos.

     AGLOMERANTEDE PEGA NORMAL

    Quando a

    solidificação dapasta ocorre numintervalo de

    tempo entre 60minutos e 6

    horas.

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    f / í i / i i d ã

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    ENSAIOS DE INÍCIO E FIM DE PEGANBR 11581/91 – Determinação dos tempos de pega.

    São determinados pelo aparelho de Vicat, que mede a resistência deuma pasta de cimento de consistência padrão à penetração de uma

    agulha de 1mm de diâmetro sob sua carga total de 300g.

    • Início da pega: A agulha penetra 25mm na

    pasta de cimento.•Fim da pega: A agulha faz uma impressão nasuperfície da pasta, mas nãopenetra.

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    P f E /A P í i P /M i i d C ã

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    ENSAIOS DE INÍCIO E FIM DE PEGA

     VIDEO

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    AGLOMERANTES AÉREOS(GESSO)

    P f E /A P t í i P t /M t i i d C t ã

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    DEFINIÇÕES - GESSO

    Obtido a partir daeliminação parcial ou total da água  decristalização contidaem uma rochanatural chamada

    gipsita, que ocorre nanatureza em camadasestratificadas.

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    P f A q /E P t í i P ti/M t i i d C t ã

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    DEFINIÇÕES - GESSO

     A obtenção ocorre por meio de 3 etapas:

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    Extração da rocha

    Diminuição detamanho da mesma

    por processos de

    trituraçãoQueima do material

    - Calcinação – temperaturas 100 a

    300°C 

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    DEFINIÇÕES - GESSO

     A queima da

    gipsita é feito emfornosrotativos e

    pode serresumido na

    equação químicaa seguir:

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    GIPSITA

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    GESSO – TEMPO DE PEGA

    O gesso, ao ser

    misturado com

    água, torna-se

    plástico e enrijece

    rapidamente,

    retornando a sua

    composição original.

    Essa combinação faz-se com aprodução de uma fina malha de

    cristais de sulfato hidratado.

    Responsável pela coesão doconjunto.

    Esse fenômeno conhecido como

    pega.

     Acompanhado de elevação detemperatura, tratando-se de uma

    reação exotérmica.

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    GESSO – TEMPO DE PEGA

    • A temperatura da

    água funciona como

    acelerador de pega e aquantidade como

    retardador.

    O gesso possui tempo de pega entre 15 e 20 minutos.

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    GESSO – TEMPO DE PEGAQuanto maior a

    temperatura da água,mais rápido o material

    reage.

    Quanto maior aquantidade de água,

    mais lentamenteocorrem as reações.

    Maior a porosidade e

    menor a resistência.

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    GESSO – TEMPO DE PEGA

     As pastas de gesso - resistência àcompressão entre 5 e 15 Mpa.

    Sacos de 50 kg, com o nome degesso, estuque ou gesso-molde.

     Algumas empresas fornecemembalagens de 1kg, 20 kg e 40kg.

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    GESSO – CARACTERÍSTICAS

    Leveza: paredes, divisórias epeças de gesso são mais leves doque peças feitas de outro

    material . Facilidade de Manuseio:para execução de detalhes;

     Apesar da inevitávelsujeira: seu ponto fraco, nãohá como evitá-la, muitospreferem as paredes de gesso a

    outros materiais.

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    GESSO – CARACTERÍSTICAS

    • Rapidez na aplicação

    • Recebe bem todos os tipos

    de pintura e acabamento. 

    • Sua manutenção ésimples: basta um pano úmidoe sabão de coco.

    • Isolante acústico 

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    GESSO – EMPREGO

    NO BRASIL...

    • Um material relativamente escasso;

    • Sendo pouco empregado como

    aglomerante ; e

    • Utilizado em fins ornamentais.

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    GESSO – EMPREGO

    TIJOLO CONCRETO FERRO

    ISOLAMENTOTÉRMICO

    ISOLAMENTO ACÚSTICO

    p / q y/ ç

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    GESSO – EMPREGO

    •  Acabamento de interiores, obtenção de paredes lisa;

     Substitui a massa corrida;• Pode ser utilizado puro (apenas com água) ou misturado com

    areias (forma de argamassa);

     Em formato de placas, paredes leves, forros e divisórias -Drywall

    É utilizado principalmente como material de:

    Por ser um aglomerante aéreo, não se presta para a aplicação emambientes externos devido à baixa resistência em presença da

    água. 

    p / q y/ ç

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    GESSO – EMPREGO

    ESTUQUE

    p / q y/ ç

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    GESSO – EMPREGO

    FORROS

    p / q y/ ç

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    GESSO – EMPREGO

    DIVISÓRIAS

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    GESSO – EMPREGO

    SANCAS

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    GESSO – EMPREGO

    RODAPÉS E FRISOS

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    NBRs - GESSO-NBR 12127 –  Gesso para construção –  Determinação das propriedades

    físicas do pó;

    - NBR 12128 –  Gesso para construção –  Determinação das propriedades

    físicas da pasta;

    - NBR 12129 –  Gesso para construção –  Determinação das propriedades

    mecânicas;

    - NBR 12130 –  Gesso para construção –  Determinação da água livre e de

    cristalização e teores de óxido de cálcio e anidrido sulfúrico;

    - NBR 13207 – Gesso para construção civil –Especificações;

    - NBR 13867 – Revestimento interno de paredes e tetos com pastas de gesso

    –Materiais, preparo, aplicação e acabamento. 

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    AGLOMERANTES AÉREOS(CAL)

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    DEFINIÇÃO• Obtida a partir da calcinação da

    rocha calcária;

    • Composta principalmente por

    óxidos de cálcio e pequenas

    impurezas como:

    ÓXIDO DE MAGNÉSIO

    ÓXIDO DE FERRO

    SÍLICA

    ÓXIDO DE ALUMÍNIO

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    DEFINIÇÃO

    • O processo de fabricação consiste:

    Extração darocha

    Queima(calcinação)

    • O produto da queima é chamado

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    DEFINIÇÃO• A obtenção da cal virgem pode ser expressa pela equação

    química:

    O produto resultante da calcinação é formadopredominantemente por óxido de cálcio (CaO).

    PROCESSO DE CALCINAÇÃO

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  • 8/19/2019 Aula 2 Aglomerantes Aereos

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    DEFINIÇÃO

    Para ser utilizada como aglomerante a cal precisa ser

    transformada em hidróxido, que se consegue com a adição

    de água. 

    Quando esse processo é realizado ainda em fábricatem-se a cal hidratada.

    PROCESSO DE EXTINÇÃO

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  • 8/19/2019 Aula 2 Aglomerantes Aereos

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    DEFINIÇÃO

     Processo de extinção – realizado na fabrica.

     Apresenta-se em formade grãos  de grandetamanho e estruturaporosa ou em pó.

    CAL VIVA – (VIRGEM)

    • É encontrada em formade flocos ou em pó.

    CALHIDRATADA

    (EXTINTA)

     Ambas apresentam a coloração branca.

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  • 8/19/2019 Aula 2 Aglomerantes Aereos

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    CLASSIFICAÇÃO – composição química

    • Composta por no mínimo 75% de

    óxidos de cálcio (CaO) –  Maior

    capacidade de sustentação daareia.

    CAL CÁLCICA

    • Possui no mínimo 20% de óxidos de

    magnésio (MgO) em sua composição

    –  na argamassa dá origem a

    misturas mais trabalháveis.

    CALMAGNESIANA

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  • 8/19/2019 Aula 2 Aglomerantes Aereos

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    CLASSIFICAÇÃO – composição química

     Processo de rendimento  - aumento de volume da

    pasta.

    CAL GORDA

    • Possui rendimentosuperior a 1,82m³,o 

    que corresponde a maisde 1,82m³ unidades de volume de pasta - A

     variedade cálcica éum exemplo de cal

    gorda.

    CAL MAGRA

    • Possui rendimentoinferior a 1,82m³ o

    que corresponde a

    menos de 1,82m³ unidades de volume de

    pasta –  A calmagnesiana é um

    exemplo da cal magra.

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  • 8/19/2019 Aula 2 Aglomerantes Aereos

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    CLASSIFICAÇÃO – composição química

     Processo de envelhecimento da pasta - Após a adição

    de água a mistura é deixada em repouso. 

    •  CAL EM PEDRA:  varia de 7 a 10 dias, quando a variedade é cálcica e 2 semanas para a cal magnesiana.

    • CAL EM PÓ: o período de envelhecimento mínimo éde 24 horas.

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    CLASSIFICAÇÃO – composição química

     Processo de Extinção - a cal é utilizada na composição de

    argamassas.

    • ARGAMASSA DE CAL – 

    1. Consistência mais ou

    menos plástica;

    2. Endurecem porrecombinação do

    hidróxido com o gás

    carbônico (CO2) do ar.

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  • 8/19/2019 Aula 2 Aglomerantes Aereos

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    CLASSIFICAÇÃO – composição química

    CAL VIVA é moída epulverizada e

    misturado a umaquantidade exata de

    água.

    CAL HIDRATADA éseparada da nãohidratada e deimpurezas por

    processos diversos.

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  • 8/19/2019 Aula 2 Aglomerantes Aereos

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    VANTAGENS x DESVANTAGENS – CALHidratada

    • Maior facilidadede manuseio.

    • Transporte earmazenamento.

    • Maior segurança,principalmente

    quanto aqueimaduras.

    • Menor rendimento.

    • Menor capacidadede sustentação da

    areia.

      As misturas ondesão empregadas,resultam em

    argamassas menostrabalháveis.

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  • 8/19/2019 Aula 2 Aglomerantes Aereos

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    CAL HIDRATADA•

     Encontrada emdiversas embalagens:8kg, 20kg, 25kg ou

    40kg.

    No mercado três tipos de material:

    • CH – I : Cal hidratada especial (tipo I);

    • CH – II : Cal hidratada comum (tipo II);

    • CH – III : Cal hidratada com carbonatos (tipo III)

    Prof. Esp /Arq.. Patrícia Paty/Materiais de Construção

  • 8/19/2019 Aula 2 Aglomerantes Aereos

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    CAL HIDRATADA

    • CH – I  e CH - III

    São as mais empregadas na construção civil por

    possuírem maior capacidade de retenção de água ede areia, tornando-as mais econômicas.

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  • 8/19/2019 Aula 2 Aglomerantes Aereos

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    CAL - EMPREGO

    • Na construção civil é utilizada principalmente em:

     Argamassas de

    assentamento erevestimento Pinturas Misturas asfálticas

    Estabilização de solos Fabricação de blocossílico-calcários

    Indústria metalúrgica

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  • 8/19/2019 Aula 2 Aglomerantes Aereos

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    CAL - CONTRIBUIÇÃO

     O uso da argamassa também aumenta:

    • Aumenta a retenção daágua.

    • Melhora a aderência entreos elementos de construção.

    • Redução do fenômeno deretração.

    • Os revestimentos feitos deargamassa de cal e areia

    devem ser executados emcamadas finas.

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    CAL - CONTRIBUIÇÃO•

     O uso da argamassa também aumenta:Com intervalo de

    aproximadamente 10 diasentre uma camada e outra

    para possibilitar o

    endurecimentocompleto do material.

     As pinturas à base de calpossuem propriedades

    fungicidas e bactericidas.Pode ser utilizada para a

    separação da escória, queé um resíduo da fabricação

    de aço para a construçãocivil.

    Prof. Arq./Esp. Patrícia Pati/Materiais de Construção

  • 8/19/2019 Aula 2 Aglomerantes Aereos

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    SÍNTESE

    • Material de acabamento e revestimentoem interiores, utilizado puro ou em

    misturas com areias, em forma de

    argamassas. Utilizadas em placas de

    revestimentos, forros, divisórias, entre

    outros.

     AGLOMERANTES

     AÉREOS

    CAL AÉREA

    CAL

    HIDRATADA

    CAL

    EXTINTA

    GESSO

    •  Argamassa de assentamento erevestimento, pinturas, misturas

    asfálticas, estabilização de solos,

    fabricação de blocos sílico-calcários, na

    industria metalúrgica, entre outros.

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