correio notícias - edição 1117

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1 Sábado - 29 de Novembro de 2014 Edição 1117 29 Sábado Novembro / 2014 Edição 1117 Pela 1ª vez em meses de outubro, Brasil fecha vagas de trabalho O Brasil fechou 30.283 vagas formais de trabalho em outubro, primeiro resultado negativo nesse mês desde o início da série histórica, em 1999, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira. Em setembro, haviam sido criados 123.785 postos com carteira assinada, sem ajustes. Analistas consultados pela agência Reuters esperavam a abertura de 56 mil vagas. Página 3 Bebê de nove meses perde braço em escada rolante de shopping, no Paraná O acidente teria acontecido após os pais colocarem a menina no lugar para tirar uma foto Shopping Antártica, em Ponta Grossa (PR), onde bebê de nove meses perdeu o braço em escada rolante um bebê de nove meses perdeu o braço em um acidente ocorrido no final da tarde desta quinta-feira (27), em um shopping no centro de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná. Segundo o Corpo de Bom- beiros, a criança enroscou o braço na escada rolante. O acidente teria acontecido após os pais colocarem a menina no lugar para tirar uma foto. O braço acabou enroscando na lateral da escada e a menina recebeu atendimento no local e foi encaminhada para o Hospital Vicen- tino. Após o incidente, o shopping foi fechado. Em nota, o Shopping Antarc- tica informou que “sente muito pela fatalidade”, informando ainda que a escada rolante foi executada dentro das normas de segurança e que todas as manutenções periódicas são feitas com empresas especializadas. Bovespa mantém ações da Copel no Índice de Sustentabilidade Em anúncio feito na capital paulista nessa quinta-feira (27), a instituição con- firmou as companhias que vão compor a 10ª edição do Índice de Sustenta- bilidade Empresarial (ISE), de 5 de janeiro de 2015 a 2 de janeiro de 2016. A Copel esteve presente em nove das dez edições do índice. Página 3

Author: jornal-correio-noticias

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Correio Notícias - Edição 1117

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  • 1Sbado - 29 de Novembro de 2014Edio 1117

    29SbadoNovembro / 2014

    Edio 1117

    Pela 1 vez em meses de outubro, Brasil fecha vagas de trabalho

    O Brasil fechou 30.283 vagas formais de trabalho em outubro, primeiro resultado negativo nesse ms desde o incio da srie histrica, em 1999, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministrio do Trabalho nesta sexta-feira. Em setembro, haviam sido criados 123.785 postos com carteira assinada, sem ajustes. Analistas consultados pela agncia Reuters esperavam a abertura de 56 mil vagas. Pgina 3

    Beb de nove meses perde brao em escada rolante de shopping, no Paran

    O acidente teria acontecido aps os pais colocarema menina no lugar para tirar uma foto

    Shopping Antrtica, em Ponta Grossa (PR), onde beb de nove meses perdeu o brao em escada rolante um beb de nove meses perdeu o brao em um acidente ocorrido no final da tarde desta quinta-feira (27), em um shopping no centro de Ponta Grossa, na regio dos Campos Gerais do Paran. Segundo o Corpo de Bom-beiros, a criana enroscou o brao na escada rolante.

    O acidente teria acontecido aps os pais colocarem a menina no lugar para tirar uma foto. O brao acabou enroscando na lateral da escada e a menina recebeu atendimento no local e foi encaminhada para o Hospital Vicen-tino.

    Aps o incidente, o shopping foi fechado. Em nota, o Shopping Antarc-tica informou que sente muito pela fatalidade, informando ainda que a escada rolante foi executada dentro das normas de segurana e que todas as manutenes peridicas so feitas com empresas especializadas.

    Bovespa mantm aes da Copel no ndice de

    Sustentabilidade

    Em anncio feito na capital paulista nessa quinta-feira (27), a instituio con-firmou as companhias que vo compor a 10 edio do ndice de Sustenta-bilidade Empresarial (ISE), de 5 de janeiro de 2015 a 2 de janeiro de 2016. A Copel esteve presente em nove das dez edies do ndice. Pgina 3

  • Sbado - 29 de Novembro de 2014Edio 11172 OPINIO

    Siqueira CamposCornlio ProcpioCuritibaIbaitiJapiraJabotiSalto do ItararCarlpolisJoaquim TvoraGuapiramaQuatiguJacarezinhoConselheiro MairinckPinhalo

    DIreOElizabete GoisJOrNalIsta resPONsvelCamila Consulin - MTB: 0010182/PRreDaOIsaele Machado, Camila Consulin, Regiane Romo, David BatistaDIaGraMaOAndr MachadoaDMINIstratIvOClaudenice, Isamara MachadoCOlUNIstaGnesis Machado

    CIrCUlaO

    rePreseNtaOMERCONET Representao de Veculos de

    Comunicao LTDARua Dep. Atilio de A. Barbosa, 76 conj. 03Boa Vista - Curitiba PRFone: 41-3079-4666 | Fax: 41-3079-3633

    FIlIaDO a

    Associao dos Jornais Dirios do Interior do Paran

    jornalstica correio do norte s/c ltda cnpj: 07.117.234/0001-62

    REDAO jORNALRua Piau, 1546Siqueira Campos - Paran(43) 3571-3646 | (43) 9604-4882

    Site: www.correionoticias.com.br

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    [email protected]

    TomazinaCurivaFigueiraVentaniaSapopemaSo Sebastio da AmoreiraNova Amrica da ColinaNova Santa BrbaraSanta Ceclia do PavoSanto Antnio do ParasoCongoinhasItambaracSanta MarianaLepolis

    SertanejaRancho AlegrePrimeiro de MaioFlorestpolisSo Gernimo da SerraSanto Antnio da PlatinaArapotiJaguariavaSengsSo Jos da Boa VistaWenceslau BrazSantana do ItararJundia do SulAndir

    AbatiCambarRibeiro do PinhalNova FtimaBarra do JacarSanta AmliaSertanpolisBela Vista do ParasoRibeiro Claro

    Por jos Pio Mart ins

    O f i lsofo escocs Thomas Car ly le , que era mais um h is tor iador e professor, v iveu nos anos d i f ce is de 1795 a 1881. Car ly le v iveu 86 anos, uma rar idade para aquela poca, tempo suf ic iente para ass is t i r passagem da humanidade de uma v ida rura l regada a pobreza e doena para a exploso de produt iv idade provocada pela Revoluo Indust r ia l . Esta s ign i f icou a t rans io para novos mtodos de manufatura, ent re 1760 e 1830, cu ja essncia fo i subst i tu io da produo ar tesanal pe la in t roduo de mquinas, novos pro-dutos qumicos, evoluo na fabr icao de fer ro, mais ef ic inc ia energt ica e a expanso no uso da mquina a vapor.

    A Revoluo Indust r ia l t raou uma l inha d iv is-r ia na h is tr ia e modi f i -cou profundamente quase todos os aspectos da v ida cot id iana da poca. O cresc imento sem prece-dentes na produo por habi tante e a e levao da renda mdia foram dois

    eventos que, de repente, descor t inaram a poss ib i -l idade de a humanidade sa i r do estado natura l de pobreza. At ento, a v ida humana era uma lu ta sof r ida para atender as t rs necess idades mais s imples: a l imento, abr igo e repouso.

    Esta a questo essencia l : o s imples ato de comer duas vezes ao d ia era at 180 anos at rs, uma verdadei ra proeza, que ex ig ia de todos, inc lu-s ive das cr ianas, t raba-lho duro, extenuante e sob condies precr ias. A Revoluo Indust r ia l e o capi ta l ismo mostraram ao homem que essa t ragdia de sof r imento e dor podia ser superada. As poss ib i l i -dades der ivadas da explo-so produt iva do novo modo indust r ia l foram tantas e to grandiosas que pensadores comea-ram a ex ig i r a reduo do sof r imento humano que j v inha do ve lho s is tema feudal e se tornou mais v is ve l nas fbr icas nas-centes.

    Foi justamente a evolu-o econmica resul tante da Revoluo Indust r ia l

    e do capi ta l ismo que per-mi t iu a Kar l Marx er ig i r cr t icas pesadas e bem fundamentadas explora-o do t rabalho in fant i l e das mulheres. Em 1848, Marx lanava seu Mani -festo Comunis ta, no qual condena as mazelas do capi ta l ismo. Porm, Marx no era bobo e reconhe-ceu que o grande aumento da produt iv idade/hora do t rabalho somente fo i pos-sve l pe la incorporao do progresso tecnolgico e do modo de produo capi ta l is ta .

    Atualmente, no Bras i l , longa a l is ta de pessoas e pol t icos (gera lmente desprov idos de inst ruo formal em economia) que acham ser possve l fazer a fe l ic idade de todos apenas t i rando de a lguns (os que produzem) e dando a out ros (os desprov idos) . Mas no nos i ludamos: no so apenas os des-prov idos que pedi ro seu sustento soc iedade. Os demais o func ion-r io pbl ico mal pago, o burocrata de a l to sa lr io , os pol t icos, os r icos, os empresr ios , todos ten-taro t i rar a lgo da soc ie-

    dade, e o faro at i rando-se contra o tesouro pbl ico, cu ja n ica fonte de renda o imposto ret i rado de todos.

    O espor te prefer ido dos pol t icos prometer mais benef c ios e mais d is t r i -bu io, sem perguntar de onde v i r produo. Foi justamente por per-ceber, depois de estudar economia, que a bondade humana no basta para a superao da pobreza (po is um povo no come o que no produz) que Car ly le ca iu em t r is teza e d isse que a economia uma c inc ia melancl ica.

    Sem aumento da produ-o, nenhuma ao pol -t ica capaz de prover as necess idades bs icas de a l imento, moradia, educa-o, sade e segurana. At Kar l Marx (que era mui to melhor que os mar-x is tas) reconheceu isso, em sua obra A Ideolo-g ia Alem, ao d izer que enquanto no houver aumento da produt iv idade capaz de gerar abundn-c ia , a lu ta pe la red is t r ibu i -o ser apenas uma br iga pela d ie a l te Scheisse [a ve lha merda] .

    A cincia melanclica

    CHARGE DO DIA

    Robson de Oliveira

    As notc ias so desalen-tadoras: agente de trnsi to multada por cumprir a le i e autuar membro do Judi-c ir io em franco ato i legal ; contratos com grandes empresas so mant idos, a despeito dos prejuzos ao governo; bi lhes do err io so roubados enquanto manobras pol t icas preten-dem proteger os respon-sveis. E o homem comum se pergunta: por que man-ter-me honesto enquanto a hipocr is ia, a corrupo e a insensatez campeiam a cu aberto?

    Segundo Auguste Comte, o homem propria-mente no existe, nem pode ser mais existente que a humanidade. De acordo com o pai do posi t i -v ismo, a ao concreta de cada indivduo (assim como decises governamentais) considera to somente as demandas do tecido social onde surge. Para ele, o indivduo uma pea na engrenagem e suas neces-sidades devem ser secun-dadas aos imperat ivos da comunidade. Assim nasce o colet iv ismo social , que anula o indivduo e enfra-quece seu poder transfor-mador.

    Entretanto, em tempos de empoderamento femi-nino, resta bvio que no se deve concordar com Comte e sua tese do deter-minismo social . Antes, necessrio ser mais inclusivo e levar a termo um empoderamento do indivduo. Importa que o cidado comum retome as rdeas da sociedade e no determine suas aes por or ientaes genricas de um ente social amorfo. A l iberdade individual deve ser reaf i rmada e a inspi-rao posi t iv ista di f icul ta a responsabi l idade pes-soal. Sob esse est igma comteano, os indivduos perdem a fora de trans-formao e costumam transfer i r para seus repre-sentantes a tarefa de rea-l izar as mudanas de que precisam. E, se eles no as efet ivam, o cidado sen-

    te-se incapaz de pr em marcha as modif icaes de que necessi ta. Contudo, esse sent imento de impo-tncia no o torna dci l .

    No se relat iv izam exi-gncias t icas pessoais ut i l izando como argumento a maldade alheia e social . Af inal , n ingum desespera de cuidar da prpr ia sade por causa da negl igncia que algum possa ter com a sua. O mesmo ocorre em outras reas da vida humana. O descuido alheio nunca just i f ica a fal ta de zelo prpr io. Se o viz inho no cuida da segurana da prpr ia faml ia, no ignora-rei as exigncias da segu-rana da minha faml ia; se o viz inho no cuida da formao humana de seus membros, no serei eu a envergonhar-me por cuidar com escrpulo da minha prpr ia formao. Logo, se os governantes no so t icos, igualmente no deveria me abater na luta pelas vir tudes, to neces-sr ias ao meu prpr io bem.

    As grandes manifes-taes que tomaram as cidades brasi le iras so, na verdade, um gr i to contra esse estado de coisas, um gr i to de saudade: sau-dade de just ia, saudade de beleza, saudade de verdade. Seria um equ-voco interpret- las de outro modo. Para romper essa mar de pessimismo, importa prender corrup-tos, mas algo mais precisa ser fei to. urgente dar voz queles que resistem ao canto da sereia. Os homens comuns precisam ler nos jornais que pes-soas honestas tambm tm xi to prof issional, vencem na vida social e que h recompensa pela vir tude. verdade: no se seguem normas t icas por esses benefc ios, mas o nimo para resist i r ao erro vem tambm desses peque-nos exemplos. impor-tante saber que o salr io da vir tude nem sempre a r id icular izao, mas que eventualmente o esforo pela t ica pode ser recom-pensado com o reconheci-mento da opinio pbl ica.

    Empoderamento do cidado

  • 3Sbado - 29 de Novembro de 2014Edio 1117

    DEuS AMOR E juSTIA!

    REAjuSTE A Agncia Reguladora de Servios Pblicos Delegados de Infra-estrutura do Paran (Agepar) homologou na ltima sexta-feira (28) reajuste mdio de 4,88% nas tarifas das rodovias concessio-nadas do Anel de Integrao. A nova tabela de preos comea a vigorar na prxima segunda-feira, dia 1 de dezembro.

    CONTINuANDO...Para chegar ao percentual de reajuste, foi adotada a frmula estabelecida pelo contrato de concesso, que utiliza seis ndices relacionados ao andamento de obras rodovirias, calculados pela Fundao Getlio Vargas. So eles terraplenagem (movimenta-o de terra), pavimentao (asfaltamento novo ou recapagem), obras de arte especiais (viadutos e pontes), custo nacional da construo (insumos), projetos especiais (de engenharia) e, por fim, o IGPM o ndice Geral de Preos de Mercado.

    PRORROgAOA Campanha de Vacinao contra a poliomielite e o sarampo foi prorrogada at o dia 12 de dezembro em todas as unidades de sade do Paran. Mais de 73% das crianas j foram imunizadas contra a poliomielite e 67% contra o sarampo. A vacinao pode ser feita nas unidades de sade. O Paran conta com mais de 2,2 mil unidades. A cobertura vacinal do Paran superior a do Brasil, que de 71% de vacinao contra a poliomielite. A meta imunizar 95% do pblico-alvo da campanha no Paran, que so crianas menores de cinco anos.

    A OPOSIO NO gOSTOu O anncio definitivo na ltima quinta-feira (27), da nova equipe econmica para o prximo mandato da presidenta Dilma Rou-sseff provocou repercusses diversas no Congresso Nacional. Para a oposio, a escolha de Joaquim Levy para a Fazenda, Nelson Barbosa para o Planejamento e a manuteno de Ale-xandre Tombini no Banco Central representa um estelionato eleitoral por parte da presidenta. J os governistas elogiaram as indicaes e rebateram as crticas.O presidente do PSDB, senador Acio Neves (MG), candidato derrotado Presidncia da Repblica, considerou a escolha uma tentativa de acalmar o mercado financeiro. No entanto, Acio, destacou que outras manobras fiscais da presidenta acabam levando o pas ao des-crdito, como a tentativa de rever a meta de supervit para este ano.

    MOEDAS COMEMORATIVAS O incio da venda de moedas comemorativas das Olimpadas e Paralimpadas de 2016, lanadas oficialmente na ltima quinta-feira(27), no Rio de Janeiro, foram motivo de formao de fila para aquisio das primeiras unidades na sede do Banco Central (BC), em Braslia. O BC lanou uma moeda de ouro, quatro de prata e quatro de circulao comum. Ao todo, o programa com-preender 36 moedas, que sero lanadas at 2016.

    OuRO E PRATASegundo comunicado divulgado pelo BC, esta semana, a moeda de ouro ter tiragem inicial de 4 mil unidades, com 2 mil para o mercado nacional e 2 mil para o internacional. Segundo a autori-dade monetria, essa a estimativa inicial, mas a tiragem pode chegar a 5 mil. A unidade ser comercializada por R$ 1.180.As moedas de prata tero tiragem inicial de 18 mil unidades por tipo, sendo 8,7 mil para o mercado brasileiro e 10 mil para o inter-nacional. A tiragem pode chegar a 25 mil moedas. Elas sero vendidas pelo preo unitrio de R$ 195. Estojos com os quatro modelos da moeda estaro disponveis em 2015, com data e preo a serem anunciados.

    INVESTIMENTOO Governo do Paran aplicou mais de R$ 283 milhes nos lti-mos trs anos e meio para o fortalecimento de 255 hospitais em todo o Estado. Os investimentos integram o HospSUS Pro-grama Estadual de Apoio e Qualificao dos Hospitais Pblicos e Filantrpicos do SUS no Paran). O lanamento do programa foi uma das primeiras aes do governador Beto Richa para reor-ganizar a rede pblica de sade no Paran, com investimentos em obras, equipamentos, capacitao profissional e custeio dos servios.

    POltICa

    Bovespa mantm aes da Copel no ndice de SustentabilidadeAs aes da Copel vo continuar a integrar, em 2015, o grupo seleto das 40

    empresas mais sustentveis da Bolsa de Valores de So Paulo (BM&F Bovespa)ParanAEN

    Em anncio feito na capi-tal paulista nessa quinta-feira (27), a instituio confirmou as companhias que vo compor a 10 edio do ndice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), de 5 de janeiro de 2015 a 2 de janeiro de 2016. A Copel esteve presente em nove das dez edies do ndice.

    Criado no fim de 2005, o ISE rene as aes de com-panhias comprovadamente comprometidas com os princ-pios da sustentabilidade, que abrangem responsabilidade social, cuidados com o meio ambiente, tica empresarial e transparncia contbil, entre outros. Para esta edio, con-correram as 182 empresas que detm as 200 aes mais lqui-das da Bovespa. As seleciona-das vo compor a carteira pelo prazo de um ano, quando uma nova avaliao ser realizada.

    A nova carteira rene 51 aes das 40 companhias. Elas representam 19 setores e somam R$ 1,22 trilho em valor de mercado, o equivalente a 49,87% do total do valor das companhias com aes nego-ciadas na BM&FBOVESPA,

    com base no fechamento de 24 de novembro. Em comparao com o ano passado quando somava R$ 1,14 tr i lho o valor de mercado subiu 7%.

    Um dos destaques da dcima edio do ISE o aumento da transparncia por parte das companhias. O nmero de empresas que autor izaram a abertura das respostas do quest ionrio, como faz a Copel, subiu de 22 para 34. Isso representa 85% do total da carteira em 2015.

    O presidente da Copel, Lindolfo Zimmer, comemo-rou a notc ia e destacou a responsabi l idade da Com-panhia em contr ibuir para o desenvolvimento sustentvel . Uma grande empresa pre-cisa pautar suas aes pelo mais al to grau de sustenta-bi l idade ambiental , social e f inanceira, ressal tou. A par-t ic ipao no ISE representa um reconhecimento do maior centro f inanceiro do Brasi l e demonstra que os invest ido-res, cada vez mais, pr ior i -zam a apl icao de recursos em empresas comprometidas com pr incpios de governana e valores t icos elevados e inquest ionveis, disse.

    Pela 1 vez em meses de outubro, Brasil fecha vagas de trabalho

    Este o primeiro resultado negativo na criao de vagas formais para outubro desde o incio da srie histria do Ministrio do Trabalho, iniciada em 1999

    BrasilRedao Veja

    O Brasil fechou 30.283 vagas formais de trabalho em outubro, primeiro resultado negativo nesse ms desde o incio da srie histrica, em 1999, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desem-pregados (Caged) divulgado pelo Ministrio do Trabalho nesta sexta-feira. Em setembro, haviam sido criados 123.785 postos com carteira assinada, sem ajustes. Analistas con-sultados pela agncia Reuters esperavam a abertura de 56 mil vagas.

    O saldo do ms passado resultado de 1.718.373 admis-ses e de 1.748.656 demisses. No acumulado do ano at outu-bro houve criao lquida de empregos formais de 912.287 vagas.

    A gerao de empregos no ms passado ficou bem abaixo do resultado de outubro de 2013, quando houve criao

    de 94.893 vagas pela srie sem ajuste e em 130.865 pela srie ajustada. A srie sem ajuste considera apenas o envio de dados pelas empresas dentro do prazo determinado pelo MTE. Aps esse perodo h um ajuste da srie hist-rica, quando as empregadoras enviam as informaes atuali-zadas para o governo.

    Setores - Os setores de construo civil, agricultura e indstria de transformao foram os principais respon-sveis pelas demisses veri-ficadas no ms passado. A construo civil apresentou um saldo negativo de 33.556 vagas, a agricultura encerrou 19.624 vagas e a indstria de transformao, 11.849 postos de trabalho. A extrativa mineral fechou 557 vagas. Os servios industriais de utilidade pblica tambm encerraram vagas, num total de 85.

    Por outro lado, o comrcio abriu 32.771 vagas e o setor de servios abriu 2.433 postos

    de trabalho. A administrao pblica teve um saldo positivo de 184 vagas.

    PIB - Os dados mostram o forte impacto da economia fraca na oferta de empregos em outu-bro, tradicionalmente um ms de oferta de emprego elevada. Pesquisa Focus do Banco Cen-tral com economistas de insti-tuies financeiras mostra que, pela mediana, as expectativas so de que o Produto Interno Bruto (PIB) crescer apenas 0,2% este ano, bem abaixo dos 2,5% vistos em 2013.

    Surpresa O Ministro do Trabalho, Manoel Dias, se disse "surpreso" com o resultado negativo - o mercado financeiro previa crescimento de 56.250 vagas no indicador. De acordo com ele, o governo esperava que as redues causadas pelos fatores citados fossem compen-sadas pelas contrataes tem-porrias, comuns no fim de ano. "As demisses foram feitas, mas as contrataes acabaram ficando para depois", argumen-

    tou. "Esperamos que no ms que vem sejamos contemplados com os contratos de trabalho temporrio."

    Dias admitiu que o governo pode no alcanar a meta de criao de postos de trabalho prevista para este ano, de um milho de empregos, mas disse no estar preocupado com uma possvel onda de demisses. "A economia mundial no se recu-perou como se esperava, mas seguramente vamos nos recu-perar, o governo no vai abrir mo de dar prioridade a aes e medidas que garantam a gera-o de empregos e a valoriza-o dos salrios", disse.

    O ministro ressaltou que, apesar do resultado de outubro, o saldo do mercado formal de trabalho em 2014 segue posi-tivo, com 912.287 empregos gerados. "Seguimos em situa-o de pleno emprego no pas, no podemos projetar a criao de 200 mil postos, porque no teramos mo de obra para ocu-p-los."

  • Sbado - 29 de Novembro de 2014Edio 11174 eDItaIs

    PREFEITURA MUNICIPAL DE JAPIRAESTADO DO PARAN

    AVISO DE LICITAOREF. AO PREGO PRESENCIAL N 026/2014-PMJ

    OBJETO: O objeto do presente Prego Presencial a aquisio de equipamentos eltricos e eletrnicos para atendimento do

    Posto de Sade de Japira, no quantitativo e especificaes constantes do Termo de Referncia (anexo I) do edital.

    LOCAL: Prefeitura Municipal de Japira (PR).

    DATA DE ENCERRAMENTO: protocolo at s 09h00min do dia 12/12/2014.

    HORRIO DE CREDENCIAMENTO: das 09h05min at s 09h30min do dia 12/12/2014.

    DATA DE ABERTURA: s 09h30min do dia 12/12/2014.

    O valor mximo permitido para esta licitao de R$ 12.542,89 (doze mil e quinhentos e quarenta e dois reais e oitenta e nove

    centavos).

    Quaisquer esclarecimentos adicionais sobre a presente licitao podero ser obtidos junto a Prefeitura Municipal de Japira, no

    horrio de expediente das 08h00min s 11h30min e das 13h00min s 17h00min, sito a Av. Alexandre Leite dos Santos, 481, ou

    pelo fone: (043)3555-1401 (Elisangela).

    o presente Aviso publicado no Dirio Eletrnico do Municpio de Japira, stio www.japira.pr.gov.br, Jornal de Circulao no Muni-

    cpio de Japira e Regio (Correio Notcias).

    Japira, 28 de novembro de 2014.

    ELISANgELA HEIDggER BENTO WATFE - PREgOEIRA

    CMARA DE SALTO DO ITARAREESTADO DO PARAN

    ExTRATO DO CONTRATO N. 08/2014.Processo de Dispensa N. 06/2014.

    Contratante: Cmara Municipal de Salto do Itarar Pr.

    Contratado: Valeria Aparecida Bueno Rodrigues - ME.

    Objeto: Aquisio de Equipamentos de udio para o Plenrio.

    Valor : R$ - 5.680,00 (cinco mil seiscentos e oitenta reais).

    Vigncia: 27/11/2014 a 27/12/2014.

    CMARA DE SALTO DO ITARAREESTADO DO PARAN

    RATIFICAO DO ATO DE DISPENSA DE LICITAO N. 06/2014.

    Ratifico o ato da Comisso de Licitao que dispensou a licitao com fundamento no artigo 24, inciso II, da Lei 8.666/93, a favor da

    empresa Valeria Aparecida Bueno Rodrigues - ME., para aquisio de equipamentos de udio para o plenrio, vez que o processo

    se encontra devidamente instrudo.

    Publique-se.

    Salto do Itarar, 26 de Novembro de 2014.

    PEDRO PAuLO ESPSITOPRESIDENTE DA CMARA MuNICIPAL