edio completa 49 ano 10

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  • ISSN 0100-1485

    ENTREVISTA

    Idalina Vieira Aoki,pesquisadora doLaboratrio deEletroqumicae Corrosodo DEQ/USP

    Ano 10N 49Out/Dez 2013

    ENTREVISTA

    Ano 10N 49Out/Dez 2013

    Idalina Vieira Aoki,pesquisadora doLaboratrio deEletroqumicae Corrosodo DEQ/USP

    EM BUSCA DA PERFEIOINSPEO DE PINTURAINSPEO DE PINTURA

    EM BUSCA DA PERFEIO

    Capa49:Capa35 11/29/13 12:18 PM Page 1

  • Sumrio

    4Editorial

    O grito contido

    6Entrevista

    A nanotecnologia aplicada soluo anticorrosiva

    8ABRACO Informa

    ABRACO abre espao privilegiadopara o estudo da corroso

    14Inspeo de Pintura

    Em busca da perfeio

    34Opinio

    Seu fornecedor tambm seu parceiro?Erick Pedretti Nobre

    C & P Outubro/Dezembro 2013 3

    A revista Corroso & Proteo uma pu bli cao oficial daABRACO Asso ciao Bra sil eira de Corroso, fundada em17 de outu bro de 1968. ISSN 0100-1485

    Av. Venezuela, 27, Cj. 412Rio de Janeiro RJ CEP 20081-311Fone: (21) 2516-1962/Fax: (21) 2233-2892www.abraco.org.br

    Diretoria Executiva Binio 2013/2014PresidenteEng. Rosileia Mantovani Jotun Brasil

    Vice-presidenteDra. Denise Souza de Freitas INT

    DiretoresAcio Castelo Branco Teixeira qumica unioEng. Aldo Cordeiro DutraCesar Carlos de Souza WEG TINTASM.Sc. Gutemberg de Souza Pimenta CENPESIsidoro Barbiero SMARTCOATEng. Pedro Paulo Barbosa LeiteDra. Simone Louise Delarue Cezar Brasil

    Conselho Cientfico M.Sc. Djalma Ribeiro da Silva UFRNM.Sc. Elaine Dalledone Kenny LACTECM.Sc. Hlio Alves de Souza JniorDra. Idalina Vieira Aoki USPDra. Ida Nadja S. Montenegro NUTECEng. Joo Hipolito de Lima Oliver PETROBRS/TRANSPETRODr. Jos Antonio da C. P. Gomes COPPEDr. Lus Frederico P. Dick UFRGSM.Sc. Neusvaldo Lira de Almeida IPTDra. Olga Baptista Ferraz INTDr. Pedro de Lima Neto UFCDr. Ricardo Pereira Nogueira Univ. Grenoble FranaDra. Simone Louise D. C. Brasil UFRJ/EQ

    Conselho EditorialEng. Aldo Cordeiro Dutra INMETRODra. Clia A. L. dos Santos IPTDra. Denise Souza de Freitas INTDr. Ladimir Jos de Carvalho UFRJEng. Laerce de Paula Nunes IECDra. Simone Louise D. C. Brasil UFRJ/EQSimone Maciel ABRACODra. Zehbour Panossian IPT

    Reviso TcnicaDra. Zehbour Panossian (Superviso geral) IPTDra. Clia A. L. dos Santos (Coordenadora) IPTM.Sc. Anna Ramus Moreira IPTM.Sc. Srgio Eduardo Abud Filho IPTM.Sc. Sidney Oswaldo Pagotto Jr. IPT

    Redao e PublicidadeAporte Editorial Ltda.Rua Emboaava, 93So Paulo SP 03124-010Fone/Fax: (11) 2028-0900aporte.editorial@uol.com.br

    DiretoresJoo Conte Denise B. Ribeiro Conte

    EditorAlberto Sarmento Paz Vogal Comunicaesredacao@vogalcom.com.br

    ReprterCarlos Sbarai

    Projeto Grfico/EdioIntacta Design julio@intactadesign.com

    GrficaAr Fernandez

    Esta edio ser distribuda em dezembro de 2013.

    As opinies dos artigos assinados no refletem a posio darevista. Fica proibida sob a pena da lei a reproduo total ouparcial das ma trias e imagens publicadas sem a prvia auto -ri zao da editora responsvel.

    Artigos Tcnicos

    22Procedimentos para ensaios

    de proteo catdica em campode prticas

    Por Eduardo G. B. Leitee Simone Louise D. C. Brasil

    28Influncia da solubilizao na

    resistncia corroso de revestimentotipo clad de ao inoxidvel

    AISI 904LPor Bruno Alberto R. S. Barbosa,

    Fernando B. Mainier, Juan M. Pardal eSrgio S. Maior Tavares

    Sumrio48:Sumrio/Expedient36 11/29/13 5:08 PM Page 1

  • ano de 2013 ficar marcado pelas manifestaes sociais de reivindicao. O comeo foitmido, focado contra o aumento do transporte coletivo e, da, como todos acompanharam, passoua questionar a qualidade e a quantidade de investimentos para setores cruciais para o desenvolvi-

    mento de uma nao: educao, sade, habitao e transporte pblico, alm de cobrar mais transparnciana administrao pblica em todas as suas instncias e gritar contra a corrupo e a impunidade.

    bem provvel que tenha ocorrido uma onda de inconformismo aps anos de certa letargia dasociedade, eventualmente rompida por movimentos sindicais, mas que tambm vinham perdendo capaci-dade de mobilizao. A conexo mais adequada que se faz com as aspiraes das Diretas J, cerca de trsdcadas atrs. De qualquer forma, com passar dos anos, caber aos estudiosos explicar o ocorrido e seuimpacto na sociedade.

    Agora, pode-se perguntar: como no apoiar anseios to justos de uma sociedade que exercita deveres edireitos democrticos, fazendo prevalecer a sua vontade e conscientizando toda a classe poltica da fora dovoto nas eleies? Somos todos clientes dos governos e, assim, como nos protege o Cdigo dos Direitos

    do Consumidor, tambm temos que exigir reciprocidade de quemnos representa em seus cargos polticos.

    As ofertas de emprego so compatveis com as taxas de cres -cimen to do pas, porm temos que avaliar os nmeros do ponto devista da falta de competividade da indstria nacional. Em pre ga -mos mais trabalhadores do que nos pases mais desenvolvidos paraexecutar a mesma operao. Da, a justificativa dos baixos ndicesde desemprego.

    A falta de infraestrutura adequada, que se arrasta por anos, aconcentrao dos transportes de carga por via rodoviria, que dificultam o escoamento da safra agrco-la, alm das condies pssimas das estradas, so entraves que fazem com que o Brasil onere os seus cus-tos e perca competividade em relao aos outros pases. O governo atual ensaia alguns passos de me -lhoria com a concesso de rodovias e aeroportos, por exemplo. Todavia, o sentimento de que tudo muito lento e muito oneroso para a sociedade, que v a riqueza do pas ser dilapidada por erros histri-cos replicados nas polticas pblicas.

    So grandes as chances de uma evoluo mais consistente. Por exemplo, novas tecnologias sero trazi-das pelas empresas privadas que iro operar os aeroportos. O aeroporto do Galeo, no Rio de Janeiro, seradministrado pelo Consrcio Aeroportos do Futuro, formado por Odebrecht e TransPort, com 60 % departicipao, e a operadora do grupo Changi Airport, do aeroporto de Cingapura Changi, com 40 %. Oaeroporto asitico foi eleito em 2012 pela 20 vez como o melhor do mundo, de acordo com a revistaBusiness Traveller. Que a agncia reguladora cobre do operador privado um servio com a qualidade equi -valente, tudo o que se deseja.

    Novos tempos Para 2014, ano de muita movimentao, com a realizao da Copa do Mundo e eleiespara os governos federal e estadual, espera-se uma economia mais ativa e saudvel do que a de 2013.

    Fica a torcida pela seleo e principalmente para que o Brasil seja a cada dia uma nao mais justa e queuse os recursos pblicos de maneira sbia, objetivando atender toda a comunidade. Ainda muito frus-trante saber que apenas um tero da populao tem acesso ao sistema de saneamento bsico. Vamos embusca de vitrias, no campo e na vida.

    Boa leitura!

    Os editores

    O grito contido

    Carta ao leitor

    Como no apoiar anseios to justos de uma

    sociedade que exercita deveres e direitos

    democrticos, conscientizando, toda

    a classe poltica da fora do voto?

    4 C & P Outubro/Dezembro 2013

    Editorial48:Editorial36 11/29/13 5:06 PM Page 1

  • Eventos envolvidos 34 Congresso Brasileiro de Corroso 5th International Corrosion Meeting X Congreso Iberoamericano de Corrosin y Proteccin 19 Concurso de Fotografia de Corroso e Degradao

    de Materiais 34 Exposio de Tecnologias para Preveno e

    Controle da Corroso

    O maior evento internacional decorroso realizado no Brasil

    19 a 23 de maio de 2014Fortaleza CE

    www.abraco.org.br/intercorr2014

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  • A nanotecnologia aplicada soluo anticorrosiva

    Idalina Aoki est frente do Laboratrio de Eletroqumica e Corroso da USP. De l saem

    pesquisas importantes que devem nortear o futuro da proteo corroso

    Entrevista

    acharel em Qumica comAtribuies Tecnolgicasem 1977, pelo Instituto

    de Qumica da Universidade deSo Paulo (USP), Idalina VieiraAoki desenvolveu uma consis -ten te carreira como pesquisado-ra. Ainda nos anos de 1980, tor -nou-se mestre e doutora em En -genharia (1982 e 1987, respecti-vamente) pela Escola Politcnicada USP, e desde 1984 docentedo Departamento de EngenhariaQumica (DEQ) da USP, ondeleciona na graduao (na disci-plina de Corroso e Seleo deMateriais) e na ps-graduao(Cor roso e Processos de Prote -o em Materiais Metlicos).

    Responsvel pelo Laboratriode Eletroqumica e Corroso doDEQ, desde 1990, Idalina tempesquisado os seguintes temas:corroso atmosfrica, inibidoresde corroso e tratamento de su -perfcies metlicas tais como aocarbono e alumnio com polissi-lanos e revestimentos hbridos.Atu almente o foco da sua pes qui -sa est no desenvolvimento demicrocpsulas contendo agen tesde autorreparao ou inibidorespara serem aditivados em tintas etambm o desenvol vimento denanorreservat rios contendo ini -bidores de corroso obtidos pelomtodo layer-by-layer, sobre na -no partculas de slica mesoporosae mineral haloisita.

    Cotting, qumico da Escola Poli -tcnica da USP, que meu orien-tado de doutorado e foi meu orien-tado no mestrado, desenvolveuuma microcpsula de paredes depolmero poliestireno com um ini -bi dor de corroso em seu interior.Quando misturadas tinta quereveste a parte externa dos tubos ereservatrios, as pequenas cpsulasficam a postos aguardando qual-quer efeito mecnico que provoquedano na tinta e sua consequenteruptura. Quando isso acontece, ascpsulas liberam a substncia ini -bidora que retarda o processo decor roso na regio danificada datinta. Os testes feitos em laboratrioso promissores. A equipe fez a ava -liao em um conjunto de seis pla-cas, trs com a tinta aditivada e trssem. Durante cinco dias, as placasforam expostas a uma "supermare-sia", uma nvoa de composio sa

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