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Apresentao do PowerPoint

Estado-NaoEscola Secundria Dom Manuel Martins2014/2015Histria A12CAline Arajo N1Catarina Ferreira N4Marco Rodrigues N13Tnia Vicente N18

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ndice

Introduo;

Estado-Nao;

A Exploso Das Realidades tnicas;

O Terrorismo;

Migraes, Segurana e Ambiente;

Movimentos separatistas.

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Introduo Este trabalho no mbito do mdulo 9 da disciplina de Histria A, este mdulo tem como tema Alteraes geoestratgicas, tenses polticas e transformaes socioculturais no mundo atual e nosso trabalho tem como subtema: Problematizar questo Estado-Nao; A exploso das realidades tnicas e as Questes transnacionais, tai como as migraes, segurana e ambiente. Pretendemos com este trabalho dar a conhecer aos nossos colegas a matria que se encontra no manual de uma forma dinmica e simplificada.

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Estado-Nao O que o Estado?

O que a Nao?

Estado-Nao

Estado

Nao

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O que o Estado? So designadas por Estado, cada uma das divises poltico-geogrfica de uma repblica federativa. Estas divises so autnomas e possuem um governo prprio regido por uma estrutura administrativa local.

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O que a Nao?

Nao um conjunto de pessoas, geralmente do mesmo grupo tnico, que falam a mesma lngua e tm os mesmos costumes, formando assim, um povo. Uma nao mantm-se unida pelos hbitos, tradues, religio, lngua e conscincia nacional. Os elementos: Territrio; Religio; Costumes e Tradio, por si ss no so suficientes para constituir uma nao. O principal elemento deve ser a convico de um modo de vida coletivo, ou seja, quando a populao sente que faz parte de um grupo, distinto de qualquer outro, com vida prpria, interesses e necessidades.

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Estado-Nao O Estado-Nao surge como um dos principais legados do liberalismo no sc. XIX. No sc. XX, os Estado-Nao registam uma expanso planetria, tornando-se o elemento estruturador da ordem poltica internacional.

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Estado-Nao A Razo passou a ser a fora constituinte da dinmica do Estado-Nao, principalmente ao nvel da administrao dos povos. A ideia de pertencer a um grupo com uma cultura, lngua e histria prpria (uma nao), foi sempre uma das marcas dos europeus nos ltimos sculos, um ideal que acabaria por ser transportado para as suas projees coloniais.

O Estado-Nao afirma-se por meio de uma ideologia, a capacidade de impor uma soberania sobre o povo, num dado territrio com fronteiras, uma moeda prpria e foras armadas prprias tambm. na sua essncia, algo conservador e tendencialmente totalitrio.

PORQUE JUNTOS, SOMOS UM S.

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Estado-Nao O aparecimento do Estado-Nao corresponde fase nacionalista do Ocidente e ao seu processo de industrializao. Assim, justificou investimentos tecnolgicos e com eles lucrou, incentivando as economias nacionais e gerando capacidades militares de defesa e at de ataque. Para alm disso, transformou o nacionalismo numa ideologia que no parou de ganhar adeptos e permitiu aspiraes de natureza econmica e territorial. Marx defendeu ainda que o proletariado era internacional, no entanto com a Primeira Guerra Mundial na sua origem como tambm nas suas consequncias, acabou por reforar a ideia de Estado-Nao e dos nacionalismos.

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Atualmente, a situao um pouco diferente, pois como podemos ver, as naes ajudam-se umas s outras, e para ns, isso bastante normal porque como cidados da comunidade global, temos o dever de nos interajudar. Por exemplo, em Dezembro de 2004 quando aconteceu o grande tsunami na Indonsia, varias naes internacionais uniram esforos para que este pas conseguisse reerguer-se e recuperar a sua economia, ajudar com comida, e entre vrios outros bens essenciais para lao sobreviver enquanto o pas estava em uma crise catastrfica. no entanto, hoje e m dia os Estados-Nao pretendem cada vez mais afirmarem-se na comunidade Internacional, por modo de obter mais poder, mais territrio, mais riquezas, mais comercio, etc. Cada Estado Nao deseja ter mais poder, sendo que o poder se tornou um factor decisivo na direo que o estado Nao est a tomar. Com o passar do tempo, o conceito de nao foi mudando, e at hoje torna-se um pouco difcil designar corretamente o que uma nao, como ela deve agir e quando deve agir.

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A Exploso Das Realidades tnicas

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A Exploso Das Realidades tnicas Nas ltimas dcadas do sculo XX foi bastante visvel o aumento do agrupamento de identidades e etnias, sobretudo devido ao fator da globalizao. Em ambientes de pobreza e marginalidade em que vivem os vrios agrupamentos tnicos, com religies e opinies diferentes, a populao residente nesses locais fica bastante propcia ao aparecimento de conflitos.

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A Exploso Das Realidades tnicas Estes tipos de conflito tm sido mais avistados em regies como os Balcs, a frica, o Mdio Oriente, o Cucaso, sia Central e Oriental, desde meados dos anos de 1980.Os conflitos tnicos tm sido fortemente marcados pelos genocdios praticados pelas etnias nacionalistas, e isto no aconteceu apenas com a Alemanha que matou milhes pessoas que no eram da raa ariana a mando de Hitler.

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A Exploso Das Realidades tnicasOs genocdios so praticados desde o incio dos tempos, sendo que o maior de todos aconteceu quando os espanhis chegaram ao continente americano, onde se estimava que viviam 70 milhes de Incas, Mais, Aztecas e muitos outros povos que foram brutalmente mortos pelas armas, devido ao trabalho forado que sofreram, e s doenas que lhes transmitiram intencionalmente. Tendo este sido o maior genocdio da histria, s sobraram 7 milhes das 70 milhes de pessoas que habitavam essas regies.

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A Exploso Das Realidades tnicas Atualmente, os Estados tm-se mostrado incapazes de controlar grandes redes mafiosas e terroristas que se infiltram nos seus territrios e atuam de forma brutal com a sua populao, causando assim, desigualdades sociais e conflitos onde a violncia normalmente a nica tctica usada para as etnias se imporem umas contra as outras. necessria uma forte interveno do Estado para algumas dessas desigualdades e violncias serem travadas imediatamente.

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O terrorismo

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O terrorismo Nas ltimas duas dcadas podemos perceber que os nmeros de ataques terroristas aumentaram significativamente, tornando-se assim uma ameaa a nvel mundial.

A Europa atualmente depara-se com o terrorismo Basco, um grupo tnico situado entre a Espanha e a Frana que age violentamente na sua luta pela independncia, sendo eles na maioria cristos catlicos romanos e com os grupos Jihadistas que tentam infiltrar-se pelas reas do Mediterrneo ;A Amrica Latina tem tentado acabar com os terrorismos acontecidos na Colmbia;A Amrica do Norte j teve um infeliz encontro com aquilo que chamado o maior ataque terrorista de todos os tempos, a 11 de Setembro de 2001;A sia depara-se com um tipo de terrorismo religioso e poltico, na ndia, Paquisto, Israel..

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O terrorismo Por todo o mundo, espalha-se um mercado negro de armamento, controlado por redes mafiosas, que abastece os grupos terroristas. A moeda de troca , frequentemente, a droga, fomentando-se, assim, um outro perigoso trfico para a segurana da Humanidade, e que move milhes de dlares por ano.

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Migraes, Segurana E Ambiente

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As questes transnacionais so questes que ultrapassam uma nao e que no podem ser resolvidas pela mesma isoladamente, ou seja, quer dizer que ns nunca estamos imunes aos acontecimentos que vo afetando outras partes do planeta. Isto faz-nos finalmente lembrar que apesar de o mundo estar divido por pases, os problemas destes mesmos pases podero afetar outros pases distantes de si, o que significa que apesar de estarmos subdivididos, pertencemos a um s planeta e que temos este forte elo de ligao, pois somos humanos e no devemos olhar raas ou naes para nos ajudarmos uns aos outros, e ainda mais nos dias de hoje, onde tudo o que acontece no mundo nunca passa despercebido devido aos media, que nos trazem informaes quase que instantaneamente. De forma a resolver ou diminuir certas questes, s vezes necessria a interveno de organizaes internacionais, com misses de paz e solues para ajudar alguns Estado-Nao a controlar os seus problemas internos. Uma das organizaes mais famosas que atua nesse sentido a ONU, que surgiu aps a segunda Guerra Mundial, que auxilia vrios Estados a obterem a paz e atenuar os conflitos surgidos no mesmo.

Questes transnacionais

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Migraes Pode-se dizer que o surto das migraes surgiu devido globalizao, que tornou mais fcil o nosso acesso e enquadramento em outras sociedades, e podemos at mesmo referir que atualmente vivemos numa Aldeia Global visto que o desenvolvimento dos meios de comunicao, dos transportes e os sistemas de informao ajudaram-nos a ter uma acesso muito mais facilitado a vrias partes do globo.

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Migraes - Os motivos econmicos so o maior fator determinante para que as pessoas decidam emigrar em busca de uma vida melhor, e emprego. - Os motivos polticos tambm so fatores cruciais para as migraes ocorridas, por causa dos grandes conflitos regionais ocorridos em certos pontos nas ltimas dcadas, o que levam a desigualdades sociais, polticas e econmicas, sendo que apenas no sculo XXI foram contados cerca de 20 milhes de refugiados em vrias partes do mundo. - As catstrofes naturais tambm fazem com que os surtos de migrao aumentem com a populao em busca de uma vida melhor.

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Migraes Normalmente os pases do Norte, so os pases que obtiveram uma grande quantidade de imigrantes nos seus territrios, isto porque os pases com os maiores nveis de IDH encontram-se no Norte, ou seja, tm populaes mais satisfeitas com os seus salrios, com mais formao acadmica qualificada e com melhores condies d