fisiologia do msculo estriado ii

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  • Fisiologia do msculo estriado II

    Fisiologia do msculo estriado II

    Prof. Dr. Caio Maximino

    Marab/PA 2015

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Fatores que modulam a fora de contrao

    No msculo esqueltico, o potencial de ao leva liberao de Ca2+ e, portanto contrao

    Um nico estmulo sempre leva liberao mxima de Ca2+ (resposta tudo-ou-nada) e, portanto, a um abalo muscular mximo Consequncia: a gradao da fora de contrao

    alcanada pelo recrutamento varivel de unidades motoras ou pela mudana na frequncia de potenciais de ao

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Recrutamento diferencial

    As fibras musculares so recrutadas numa ordem crescente de tamanho, porque A reobase aumenta com o tamanho A resistncia de entrada diminui com o tamanho A resistncia da membrana diminui com o

    tamanho

    Ativao favorecida: Tipo RL Tipo FR Tipo RR

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Princpio do tamanho

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Somao por frequncia

    MAS um nico estmulo no suficiente para induzir a contrao mxima da fibra, porque breve demais para manter o sistema de filamentos deslizantes em movimento por tempo suficiente para que a posio final (contrao mxima) seja alcanada

    Assim, o encurtamento do msculo s ir continuar se um segundo estmulo ocorrer antes que o msculo tenha relaxado completamente.

    Se a frequncia de estimulao for to alta que o msculo no consegue relaxar entre os estmulos, a contrao mxima sustentada da unidade motora (ttano) ir ocorrer

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Tetanizao e tipos de fibras musculares

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

    Gastrocnmio (F) Gastrocnmio (S) Sleo (S)

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Modulao da fora por arcos reflexos

    O reflexo miottico um mecanismo de modulao da fora de contrao

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Relao comprimento-tenso

    Quando um. msculo contrai, gera fora (normalmente mensurada como tenso) e diminui de comprimento Para estudar as propriedades biofsicas do msculo, um desses

    parmetros mantido fixo enquanto o outro mensurado

    Contrao isomtrica O comprimento do msculo mantido constante, e a fora gerada durante a contrao mensurada

    Contrao isotnica A fora de contrao mantida constante, e a mudana no comprimento do msculo mensurada

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Tipos de contrao

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Tipos de contrao

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Relao comprimento-tenso

    Quando um msculo em repouso esticado, resiste o estiramento por uma fora que aumenta lentamente no incio e cresce rapidamente conforme o estiramento aumenta Influenciada pela fscia associada ao msculo Principal fator a extensibilidade da titina, que mantm a estabilidade do

    filamento de miosina no centro do sarcmero

    Se estimula-se o msculo para a contrao nesses diferentes comprimentos, a fora contrtil aumenta conforme o comprimento aumentado at um ponto L0 (comprimento timo)

    Conforme o msculo esticado alm de L0, a fora de contrao decresce

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Relao comprimento-tenso

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Relao comprimento-tenso e comprimento dos sarcmeros

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Relao fora-velocidade

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

    A velocidade com que o msculo encurta (contrai) fortemente dependente da quantidade de fora que o msculo desenvolve

    Na ausncia de qualquer carga, a velocidade de contrao mxima (V0), e corresponde taxa mxima de troca de pontes cruzadas Proporcional taxa mxima de turnover da mATPase) V0 maior em fibras rpidas do que em fibras lentas

    Aumentar a carga diminui a velocidade de contrao at que, em carga mxima (i.e., carga igual fora mxima produzida pelo msculo), o msculo no pode mais se contrair; aumentos acima desse ponto resultam no estiramento do msculo (velocidade negativa) Velocidade positiva Movimento concntrico Velocidade negativa Movimento excntrico

    Uma curva potncia-tenso reflete a taxa de trabalho exercido a cada carga e demonstra a taxa mxima de trabalho em carga sub-mxima.

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Relao fora-velocidade

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Papel das articulaes no trabalho muscular

    O corpo utiliza seus ossos e suas articulaes como alavancas e pontos de apoio [fulcros] sobre os quais os msculos exercem fora para mover ou resistir a uma carga (Silverthorn, 2010, p. 428)

    Os ossos formam alavancas, as articulaes flexveis forma os fulcros, e os msculos presos aos ossos geram a fora pela contrao

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    A articulao como alavanca

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    A articulao como alavanca

    A distncia relativa entre o fulcro e a carga e o ponto no qual o esforo aplicado determina se uma alavanca vai operar como vantagem ou desvantagem mecnica Se a carga est mais prxima e o esforo mais longe do fulcro,

    um esforo pequeno ser necessrio para mover uma carga maior por uma distncia pequena Vantagem mecnica mais fora, menos velocidade, menos amplitude

    de movimento

    Se a carga est mais longe do fulcro e o esforo aplicado mais prximo deste, um esforo relativo maior ser necessrio para movimentar uma carga pequena Desvantagem mecnica menos fora, mais velocidade, mais

    amplitude de movimento

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

    Fora do bceps braquial x 5 cm = 7 kg x 25 cm = 35 kg adicionais

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Tipos de alavancas

    Alavancas de primeira classe (interfixas) Fulcro entre o esforo e a carga se o esforo estiver mais prximo do fulcro do que a carga, h vantagem mecnica Se a carga estiver mais prxima do fulcro do que o esforo, h desvantagem

    mecnica

    Alavancas de segunda classe (inter-resistentes) Carga entre o fulcro e o esforo Sempre produzem vantagem mecnica, porque a carga sempre est mais prxima

    do fulcro do que o esforo

    Alavancas de terceira classe (inter-potentes) Esforo entre o fulcro e a carga Sempre produzem desvantagem mecnica, porque o esforo est sempre mais

    prximo do fulcro do que a carga

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Tipos de alavancas

    Propriedadesbiofsicas do

    msculo

    Modulaoda fora decontrao

    Mecnica domovimento

    Biomecnica

  • Fisiologia do msculo estriado II

    Coordenao entre os msculos

    Os movimentos comumente resultam da atividade global de diversos msculos.

    Em uma articulao, os msculos esquelticos normalmente esto arranjados em pares antagonistas (flexores, extensores, abdutores-adutres, etc.) Agonista Contrai-se para causar a ao Antagonista Relaxa-se, permitindo os efeitos do agonista

    A definio do agonista e do antagonista dinmica na extenso do brao, o trceps (e no o bceps) age como agonista

    Sinergistas contraem em conjunto, normalmente estabilizando uma articulao

    Fixadores Cont

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