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10ª EDIÇÃO DO INFORMATIVO GAZETA MAIQUINIQUENSE

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  • erta vez, durante uma entrevista rdio Mai-quinique FM 104,9. o ex prefeito Nemsio

    Meira deixou claro que estava apaixonado. Quem teve a oportunidade de ouvir aquela melodiosa declarao foi agraciado pelas confisses de um homem que afirmou, alm de outras coisas que se soubesse que o amor era assim jamais teria entrado na poltica. Por um certo momento, ns, pes-soas esclarecidas, desejamos no profundo da alma que o motivo dessa paixo deveria ter surgido a mais tempo, o que certamente nos pouparia de grandes decepes. E nes-se mesmo instante, imagina-mos que algo assim seria mui-to bem vindo na vida do nos-so atual prefeito. Se isso acontecesse com ele prova-velmente este jornal no exis-tiria, e ns no precisaramos ficar denunciando (mensalmente) a corrupo desenfreada do nosso atual governo. Conclumos assim que o que falta na vida do nosso governante no nada mais que, amor. E no falamos aqui somente do amor homem-mulher, mas do amor a cidade, ao prximo e ao bem pblico maior, que a prpria populao deste municpio.

    O Gazeta reconhece as obras de calamento do Governo Federal destinadas ao nosso municpio , assim como a construo do PSF no Bairro Bela Vista em vsperas de eleio. At gostaramos de ilustrar esta edio com fotos e matrias elogian-do a realizao desse trabalho nesses dois meses em quase dois anos de mandato, mas se o amigo leitor observar com ateno as prximas pginas deste jornal, vai entender que no h espao no Gazeta para elogios a atual administrao, afinal, a esculhambao promovida por nosso Al Bab so to notrias, e por que no dizer gritantes, que nos falta espao para elogios. Infelizmente no momento, a corrupo e a falta de vergonha na

    cara do atual governo superam todas as nossas tentativas de reconhecer algum msero bom trabalho realizado nes-sa pattica gesto. As pginas a seguir desanimam at quem sobrevive para denunciar irregularidades desta ad-ministrao destrambelhada e incompetente. Chega a ser

    chato ficar escrevendo a mesma coisa o tempo todo, mas o que ns podemos dizer dessa admi-nistrao? Tentamos de alguma forma aliviar um pouco o peso das nossas matrias com notas sobre pessoas, realizaes, even-tos, comerciais, utilidade pbli-ca, porm o grosso, o macio do jornal isso: DENNCIA, DE-NNCIA E DENNCIA, por que a nica coisa que o poder pblico de Maiquinique conse-gue fazer : ROUBAR, ROU-BAR E ROUBAR. Se formos contar nos dedos e elogiar as raras obras que benefi-ciaram a populao nesses quase 2 anos de DESGOVERNO PARTICIPATIVO, algum certamente vai nos contatar apontando alguma irregularidade na tal obra, da somos obrigados

    a corrigir e refazer toda a matria trazendo a tona a po-drido da incompetncia administrativa do nosso algoz chefe do executivo. Para ns chega a ser desgastante, mas voltamos com a clssica pergunta: o que podemos dizer? Deveramos enganar o povo como faz o atual go-verno? Observamos que a farra corre solta, e quando se aproxima as eleies, vem um calamentozinho de uma rua aqui, outra al , um cala boca acol para algumas pessoas ficarem quietas, e tome-lhe Heraldo, tome-lhe Cajado. Depois de violentarem a nossa boa f, ainda no satisfeito o prefeito quer empurrar o Cajado no povo, da eles querem que o Gazeta publique o que? PREFEITO DE MAIQUINIQUE LANA CAJADO PRA GALERA. Pelamordedeus, e aqui, em respeito ao bom senso jornalstico, e aos nossos leitores, no ire-mos dizer quem que vai levar o Cajado.

    Assim, o que ns podemos dizer? S nos resta pedir ao povo que ao menos dessa vez no levem o Cajado pra casa. Afinal, depois de tudo, s faltava essa...

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    nse Maiquinique-Bahia Ano II Edio10 Setembro de 2010 Tiragem 1200 exemplares

    PRA NO FICAR SUBENTENDIDO C

    INFORMANDO COM CREDIBILIDADE E EXCELNCIA

    Merenda escolar, o descaso

    continua

    Novas denncias de irregu-

    laridades na Administrao

    MANCHETES

    Concurso da Prefeitura cada vez mais perto

    Concurso do INSS 2010 um dos mais concorridos

    NOTCIAS

    Entre Tapas e beijos

    Troca troca eleitoreiro Realizada a Olimpada de

    lngua portuguesa.

    LEIA TAMBM

  • CRNICA DA REDAO

    EDITORIAL E GAZETA MAIQUINIQUENSE PGINA 2

    em o Humanismo, o bom senso e a autoridade do poder legislativo, representado na figura do vereador Juliano

    Silveira que corajosamente tentou de todas as formas interce-der pela paz, foi suficiente para evitar a catastrfica atuao da polcia Militar de Maiquinique.

    O episdio ocorrido no ltimo dia (22/08/2010) domin-go, deixou claro e evidente a tamanha falta de respeito de al-guns policiais militares para com os cidados de bem da nos-sa cidade.

    No quero usar esse espao para isentar meu colega e amigo de suas responsabilidades (se hou-ver) no fato ocorrido, mas, gosta-ria antes de qualquer coisa fazer um DESABAFO em relao a nossa polcia.

    fato notrio que estamos a merc de alguns policiais despre-parados e extremamente incompe-tentes, e tambm bvio que nos-sa segurana feita por um DPM mau pago e refm do poder Pbli-co Municipal, que mesmo susten-tando com migalhas esse departa-mento, que deveria nos proteger, ainda tem autoridade para ditar regras, impor ordens e indicar quem deve ou no ser espancado. Hoje a polcia de nossa cidade no tem autono-mia nenhuma, e trabalha apenas para acatar as ordens do pre-feito e seu bando sedento por poder e dinheiro fcil.

    A falta de prtica com o dilogo e o abuso excessivo de autoridade e violncia de alguns PMs que servem em nosso municpio, querendo ou no, acaba refletindo em toda a cor-porao, que muitas vezes passa a ser mal vista pela popula-o por conta de dois ou trs policiais. Parece que aqui em nossa cidade ningum est livre da represso e dos maus tra-tos praticados pela estupidez, despreparo, maus hbitos, ig-norncia, desrespeito e incompetncia de alguns poucos PMs, para com o povo de Maiquinique.

    O meu colega e amigo, Rafael de Jesus, por ter se indig-nado, que um direito dele, pela forma PRECONCEITU-OSA e antidemocrtica com que fora tratado no campo, en-quanto o mesmo procurava fazer apenas aquilo que gosta e vive para fazer, JORNALISMO. Por isso merecia ter sido covardemente humilhado e espancado daquela maneira?

    Sua reao diante do acontecido foi puro reflexo da sua inocncia com relao ao fato, e claro, sua idoneidade moral conhecida por todos ns desta cidade. De qualquer modo,

    qualquer que tenha sido sua reao no calor do momento, ou de qual-quer outro cidado nestas circuns-tncias, no justificava ter sido co-vardemente espancado por policiais estressados, problemticos e seden-tos por violncia gratuita, em mais uma frustrada tentativa de mostrar que so autoridades, pois esses po-bres PMs esto muito distantes do verdadeiro sentido da palavra: au-

    toridade. A autoridade nunca poder ser imposta. Autoridade um

    status que dever ser conquistado atravs do respeito, da tica, da moral e competncia, coisa que talvez os policiais responsveis por essa barbrie no entenderiam nem com um dicionrio na mo, afinal, muitos deles mal sabem soletrar uma palavra monossilbica.

    E falo isso por que a cidade inteira conhece a figura de Rafael; funcionrio pblico concur-sado guarda municipal, atualmente por perseguies polticas est lota-do na portaria do colgio Nelson Jos de Oliveira. Tambm estu-dante de administrao na faculdade UNOPAR de Itapetinga, ganhador da bolsa do prouni atravs do Enem, ganhador do certificado CNPQ de Artigos cientficos, um dos redatores deste conceituado Jornal, e respon-svel pelo diretrio Municipal do PMDB em Maiquinique. Um cida-do ntegro de moral e reputao ilibada, bom pai, bom filho, bom amigo, e faz um trabalho impecvel

    de informao contra os verdadeiros bandidos desta cidade, e talvez por isso tenha sido brutalmente espancado por esta faco de PMs que buscam adquirir o impossvel para eles, ou seja, Respeito.

    Enquanto esses PMs se preocupam em espancar covar-demente cidados deste municpio, a corrupo, o trafico e a violncia rola solta nos outros cantos da cidade. impor-tante destacar, que no ocorrido dois dos trs PMs estavam sem o seu principal instrumento de trabalho, ou seja, a farda policial que os identifica para qualquer cidado. Naquela ocasio por exemplo a maioria das pessoas que estavam pre-sentes no estdio Miguel Jos Cordeiro apontam os agentes de policia envolvidos no fato como os bandidos e no como mocinhos, pois protagonizaram uma das piores cenas de vio-lncia vista em nossa cidade, afinal, Rafael j estava comple-tamente imobilizado no oferecendo nenhum risco, e mesmo assim, covardemente, fora espancado por trs brutamontes que o tempo todo diziam estar seguindo ordens... Ordens de quem!?

    Depois que este texto for publicado, no ficarei surpreso se eu tambm for espancado por maus policiais. Mas queren-do ou no, pago meus impostos como qualquer cidado vivo desse pas, sem querer, tambm contribuo para o pagamento dos salrios da polcia, o que no significa que eu seja culpa-do pelas pssimas condies do processo seletivo que pe nas ruas esse tipo de policiais.

    Contudo fica aqui a minha indignao e o meu repdio pela insegurana que atualmente vivemos em nossa cidade. Mas permaneo esperanoso e certo de que algum dia mais cedo ou mais tarde iremos nos juntar para devolver nossa ci-dade para o povo. O SONHO, MAIQUINIQUE PARA OS MAIQUINIQUENSES, um sonho de milhares de cidados dessa cidade, e no tenham dvidas que ele logo ir se reali-zar. Ass. A REDAO

    Gazeta Maiquiniquen-

    EXPEDIENTE

    Blog: Maiquiniuqevista.blogspot.com E-mail:

    gazetamaiquiniquense@hotmail.com Diagramao: Rafael de Jesus