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Monografia apresentada na UFERSA.

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    UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-RIDO

    CAMPUS ANGICOS

    DEPARTAMENTODE CINCIAS EXATAS,

    TECNOLGICAS E HUMANAS

    CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL

    THALLIS THAUAN AZEVEDO DE SOUSA

    ESTUDO DE MANIFESTAES PATOLGICAS

    PROVOCADAS POR FALHAS EM IMPERMEABILIZAO

    NA REGIO DO MDIO OESTE POTIGUAR

    Angicos RN

    2015

  • 1

    THALLIS THAUAN AZEVEDO DE SOUSA

    ESTUDO DE MANIFESTAES PATOLGICAS

    PROVOCADAS POR FALHAS EM IMPERMEABILIZAO

    NA REGIO DO MDIO OESTE POTIGUAR

    Monografia, apresentada a Universidade Federal

    Rural do Semi rido UFERSA Campus Angicos,

    para a obteno do ttulo de bacharel em

    Engenharia Civil.

    Orientador: Prof. Dra. Andreza Kelly C. Nbrega

    UFERSA

    Angicos RN

    2015

  • 2

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    Dados Internacionais de Catalogao na Publicao (CIP)

    Biblioteca Campus Angicos (BCA)

    Setor de Informao e Referncia

    S725eSousa, ThallisThauan Azevedo de .

    Estudo de manifestaes patolgicas provocadas por falhas

    em impermeabilizao na regio do Mdio Oeste Potiguar. /

    ThallisThauan Azevedo de Sousa. Angicos, 2015.

    62f. :il.

    Orientador: Prof. Dra. Andreza Kelly C. Nbrega.

    Monografia (Graduao em Engenharia Civil). Universidade Federal Rural do Semi-rido. Pr-Reitoria de

    Graduao.

    1.Construo Civil.2.Impermeabilizao.3.

    Manifestaes Patolgicas. I. Ttulo.

    RN/UFERSA/BCA/41-15

    CDD:690.1

    Bibliotecria: Rebeka Maria de Carvalho Santos Godeiro

    CRB-15/432

  • 4

    Agradecimentos

    Primeiramente gostaria de agradecer aos meus pais, Leilson Pereira de Sousa e Edna Maria

    Azevedo e minhas avs Maria Luzia da Conceio e Ana Maria de Moura, as quais tenho

    grande estima, pois sempre em momentos difceis esto ao meu lado me dando seu carinho,

    sua fora e seu suor para que eu pudesse sempre e ininterruptamente continuar a minha

    jornada na universidade. a estas pessoas que sou muito grato e dedico este trabalho, e

    obrigado por sempre acreditarem na minha capacidade. A vocs agradeo eternamente por

    tudo.

    A meu irmo Thiago Azevedo de Sousa, meus Tios Francisco Edno Azevedo e Jos Hlio

    Azevedo pelo apoio dado durante essa caminhada. Aos meus amigos Allisson Paulineli e Joel,

    que durante toda essa jornada me serviram de corao me ajudando bastante nas minhas

    locomoes e em meus problemas. Muito obrigado por estarem sempre ao meu lado.

    Especialmente aos meus amigos Albert Franklin e Fernando Henrique, companheiros de

    morada durante o curso e companheiros de vida tambm, ao lado dos mesmos vivenciei

    diversas experincias das quais jamais esquecerei, nasceu ai uma amizade pra vida toda.

    Aos meus amigos de sempre, Paulo Almeida, Cassio Moura, Luiz Wagner, Pedro Vinicius,

    Allison Wendel, Marcos Vidal, Cilas Almeida, Danilo Dantas, Pablo Alves. Muito obrigado

    por sempre estarem apoiando este sonho na qual almejo cinco anos.

    Aos amigos especiais que fiz na cidade de Angicos, Paulo Henrique, Dhyego Shongas,

    Andrew Pinheiro, Felipe Alves, Neto Pinheiro, Yuri Sousa, Jailton Santos, Rayanne Sousa,

    Lorena Almeida, Sarah Rangel, Luisa Dantas.

    Aos amigos de estudo, Filipe Carlos, Joo Emanuel, Danielly Cristina, Ornella Lacerda,

    Marcondes Segundo, Hellyson Gurgel, Jean Lazzaro, Augusto, Thalis Ginani e Jhessica

    Marques.

    A minha amiga Dbora Almeida, que contribuiu diretamente para a construo desse trabalho,

    sendo eu eternamente grato a mesma pois teve uma ateno especial para comigo da qual

    jamais esquecerei.

    Aos meus colegas de trabalho da empresa R e R Construes, Clio Marques, Alex Dantas,

    Neto Gonalves e Marcos Roberto, alm de me ensinarem bastante me disponibilizaram

    tempo para que eu pudesse realizar as atividades necessrias para a finalizao deste trabalho.

    A orientadora deste trabalho, Andreza Kelly que disponibilizou tempo e dedicao para me

    orientar, pelas contribuies dadas para o engrandecimento deste trabalho, e pelo incentivo.

    A todos os meus familiares e amigos na qual me esqueci de citar mais que de certa forma

    contriburam e torceram por minha vitria.

    A todos vocs serei eternamente grato!

  • 4

    Uma s vida pra viver, Tenho sede, nela eu vou

    Alexandre Magno Abro.

  • 5

    RESUMO

    No contexto da construo civil uma etapa presente e no menos importante em uma obra a

    impermeabilizao, que tem a finalidade de barrar a passagem da gua pela alvenaria e

    demais elementos construtivos e visa proteger a estrutura do contato direto com a umidade,

    esse contexto provoca a ocorrncia de manifestaes patolgicas provocando assim um dficit

    tanto no conforto visual da edificao como tambm na segurana estrutural da mesma. O

    presente trabalho tem por objetivo realizar uma pesquisa sobre os fatores que levam a

    ocorrncia de problemas estruturais advindos da falta ou falha na impermeabilizao em

    construes residenciais na regio do Mdio Oeste Potiguar, assim como a importncia dos

    cuidados necessrios na sua execuo para se ter uma melhor eficcia. Foi realizada uma

    coleta fotogrfica das residncias que desenvolveram manifestaes patolgicas visando

    identificar o tipo e quais os erros executivos que ocasionaram o aparecimento das mesmas. A

    pesquisa baseou-se em comparar os mtodos executivos aplicados na regio com os

    estabelecidos em norma visando identificar os erros ocorridos no processo e at formas de

    correo para os problemas encontrados. A pesquisa pode constatar a total falta de interesse

    em impermeabilizar por parte dos responsveis pela construo das residncias analisadas,

    fato que se d pela ocorrncia de manifestaes patolgicas passiveis de correo, mas que no

    entanto, geram retrabalho e prejuzo para o dono da residncia.

    Palavras-chave: Impermeabilizao. Manifestaes patolgicas. Construo civil.

  • 6

    LISTA DE TABELAS

    Tabela 1: Tabela 3 do item 7.4.2 da NBR 6118/2003 relacionando o fator gua/cimento com a classe

    do concreto............................................................................................................................................32

  • 7

    LISTA DE FIGURAS

    Figura 1: Porcentagem de investimentos nas edificaes............... ..................................................... 15

    Figura 2: Custo de impermeabilizao x quando executada. ............................................................ 16

    Figura 3: Quadro com caractersticas impermeabilizao rgida. ........................................................ 17

    Figura 4: Execuo de membrana de asfalto a frio. ............................................................................. 19

    Figura 5: Execuo de membrana de asfalto a quente. ........................................................................ 19

    Figura 6: Execuo de membrana acrlica. .......................................................................................... 20

    Figura 7: Imprimao da superfcie. .................................................................................................... 22

    Figura 8: Execuo de manta asfltica com maarico. ........................................................................ 23

    Figura 9: Teste de estanqueidade. ........................................................................................................ 23

    Figura 10: Processo de solda com equipamento automtico. .............................................................. 24

    Figura 11: Processo de solda com equipamento manual ..................................................................... 25

    Figura 12: Fixao automtica com parafusos e arruelas especiais. .................................................... 25

    Figura 13: Fixao com perfis tipo cantoneira em reservatrio. .......................................................... 26

    Figura 14: Quadro com caractersticas dos sistemas. .......................................................................... 33

    Figura 15: Principais efeitos de problemas de impermeabilizao. ..................................................... 37

    Figura 16: Fissurao vertical da alvenaria no canto da obra e fissura horizontal na base de alvenaria

    provocada por movimentao higroscpica. ......................................................................................... 40

    Figura 17: Fachada da residncia 1 ...................................................................................................... 47

    Figura 18: Fachada da residncia 2. ..................................................................................................... 47

    Figura 19: Fachada da residncia 3. ..................................................................................................... 48

    Figura 20: Fachada da residncia 4. ..................................................................................................... 48

    Figura 21: Fachada da residncia 5. ..................................................................................................... 49

    Figura 22: Fissurao provocada por umidade .................................................................................... 50

    Figura 23: Corroso em armaduras da laje na residncia 1.. ............................................................... 51

    Figura 24: Problema na pintura em parede interna da residncia 1 ..........