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SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva Escola de Saúde Pública Curso de Especialização em Regulação Módulo: Modelos de Gestão e Modelos Assistenciais Docentes: Nelson Bezerra Barbosa Dante Garcia de Paula. MODELOS ASSISTENCIAIS. - PowerPoint PPT Presentation

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  • SECRETARIA DE ESTADO DA SADEUNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIS Ncleo de Estudos em Sade ColetivaEscola de Sade PblicaCurso de Especializao em RegulaoMdulo: Modelos de Gesto e Modelos AssistenciaisDocentes: Nelson Bezerra BarbosaDante Garcia de Paula

  • MODELOS ASSISTENCIAISConceitoscomo imagem exemplar/ molde para reproduocomo lgica estruturante e processual/ histrica

    Sujeitos, saberes, tecnologias e organizao de prticas de ateno sade

  • MODELOS ASSISTENCIAIS

    Concepes distintas:

    Dimenso organizacional-gerencial ( Mendes 1988, Campos, 1989)Campos (1989): modo como so produzidas as aes de sade e a maneira como os servios de sade e o Estado se organizam para produzi-las e distribui-las

  • Dimenso tcnico-assistencial (Schraiber 1992, Paim 1994)Combinaes tecnolgicas estruturadas em funo de problemas de sade (danos e riscos) que compem o perfil epidemiolgico de uma dada populao e das necessidades sociais de sade historicamente dadas (Paim, 1994).

    MODELOS ASSISTENCIAIS

  • Predomnio do saberclnico ( Silva Jr, 1998)epidemiolgico (Schariber 1990)Complementariedade ( Almeida F 1992, Campos 1991, Castiel 1994)

    (Silva Jr. apud Campos, 1992)capacidade de formular alternativas para soluoSABERES QUE INTERAGEM NA CONCEPO DE SADE-DOENA capacidade explicativa

  • Modelos Assistenciais

    A gnese do modelo hegemnico: a medicina cientfica (Pasteur, Koch);Hospitais consagram-se como espao de trabalho da medicina cientfica;O Relatrio Flexner (Abraham Flexner, EUA, 1910):estmulo docncia em tempo integral, expanso do ensino clnico (especialmente em hospitais), nfase na pesquisa biolgica, estmulo especializao mdica, controle profissional corporativo (Mendes, 1980).

  • Modelos Assistenciais

    Elementos estruturais da Medicina Cientfica: Mecanicismo, Biologicismo, Individualismo, Especializao, Excluso das prticas alternativas, Tecnificao do ato mdico, nfase na medicina curativa, Concentrao de recursos.Crise da Medicina Cientfica (anos 70) ineficincia, ineficcia e desigualdade na distribuio dos benefcios alcanados.

  • Modelos Assistenciais

    Modelos Alternativos da Medicina Integral Medicina Comunitria.Bertrand Dawson (Inglaterra, 1920) e as origens da Medicina Comunitria o Estado como provedor e controlador das polticas de sade; servios de sade responsveis por aes preventivas e teraputicas em uma regio especfica.

  • Modelos Assistenciais

    A estruturao da Medicina Comunitria: Coletivismo restrito, Integrao de aes promocionais, preventivas e curativas, Desconcentrao de recursos, Tecnologia adequada, Incluso de prticas mdicas alternativas, Utilizao de equipe de sade, Integrao entre instituies de ensino e servios de sade.

  • Modelos Assistenciais

    Os modelos de Assistncia no Brasil:O modelo sanitarista campanhista e o saneamento dos espaos de circulao de mercadorias;O modelo mdico previdencirio;A Medicina Comunitria.

  • DEBATES SOBRE MODELOS ASSISTENCIAIS NO BRASILNo Brasil: experincia apontou caminho de constituio de um campo cientifico: a Sade Coletiva, que articula reas isoladas em outros pases (Costa 1992)Vrias propostas alternativas de modelos assistenciais emergiram no campo da Sade ColetivaColocar em prtica os princpios defendidos pela Reforma Sanitria, j garantidos juridicamente

  • Os Modelos Assistenciais e asPrticas de Sade no SUSDuas TendnciasReproduo dos Modelos Hegemnicos:Modelo Mdico Assistencial PrivatistaModelo Assistencial SanitaristaConstruo deModelos AlternativosVigilncia da SadeAcolhimentoAes ProgramticasEstratgia de Sade da FamliaPromoo da SadeCidades Saudveis

  • Modelos Assistenciais

    As propostas da Sade Coletiva:Os Sistemas Locais de Sade (SILOS) e a regionalizao das aes de sade por meio dos Distritos Sanitrios (Salvador, Bahia);Elementos estruturantes dos SILOS Territrio processo, Problema, Prticas sanitrias.

  • Modelos Assistenciais

    Cidades Saudveis e intersetorialidade:Saudicidade: Sade para a cidade, sade para os cidados que nela possam potencializar a plenitude da vida, isto o oposto da patogenicidade (Raggio, 1992).

  • PROMOO DA SADEInsere-se no contexto da busca de alternativas crise do setor sade;Contexto internacional: evoluo da noo de promoo da sade como uma das tarefas da medicina, passando pela nfase nas aes sobre o estilo de vida partir do relatrio Lalonde (Canad, 1974), Conferncia em Otawa, Adelaude (Austrlia), Sundsvall (Sucia), Bogot (Colmbia), Jacarta (Indonsia).

  • PROMOO DA SADEBrasilOcorre no contexto marcado pela implementao de polticas, programas e projetos de reforma na organizao e gesto das aes e servios pblicos de sade, especialmente no mbito municipal, locus privilegiado de experimentao de alternativas ao modelo mdico assistencial hegemnico.

  • PROMOO DA SADEFundamenta-se na concepo de campo da sade, enfatizando as aes voltadas melhoria das condies e estilos de vida de grupos populacionais especficos (Teixeira, 2002).Concebe a sade como produo social, engloba um espao de atuao que extrapola o setor sade e com estmulo participao social.

  • Como operacionalizar?Reorganizao do sistema de sade;Desenvolvendo aes territoriais de vigilncia epidemiolgica e sanitria;Ampliando e diversificando as aes de educao e comunicao social em sade;Desenvolvendo capacidade da comunidade melhorar QV;Criao de ambientes favorveis sade;Formulando Polticas pblicas saudveis: articulao intersetorial das aes governamentais.

  • Modelos Assistenciais

    EM DEFESA DA VIDA (LAPA-UNICAMP).Humanizao garantia de acesso a servios e a todos os recursos tecnolgicos necessrios para a defesa da vida.Noes que estruturam a relao das unidades com a populao: Vnculo, Responsabilizao, Acolhimento e Resolubilidade.

  • AES PROGRAMTICAS DE SADE

    Utilizao da programao como instrumento de redefinio do processo de trabalho em sade tomando como ponto de partida a identificao das necessidades sociais de sade da populao que demanda os servios das unidades bsicas (Schraiber, 1990, 1993, 1995, 1996).Proposio de organizar o trabalho em sade fundamentada no ideal da integrao sanitria inspirando-se em tecnologias de base epidemiolgica (Nemes, 1996)

  • ...copiado de (JAIRNILSON PAIM,1994)

    O estabelecimento daquele Modelo Assistencial capaz de resgatar propsitos - especialmente ousados como os do S U S - articulando conhecimentos da Epidemiologia, do Planejamento e das Cincias Sociais em Sade, pode ser representado nos termos:

    Vigilncia Sade Vigilncia da Sade Vigilncia em Sade

    Os autores dos conceitos recomendam em suas prticas que se evite, persistentemente, aceitar a traduo do modelo Vigilncia ( - da - em) Sade, como produto da adio das atividades das Vigilncias Epidemiolgica e Sanitria.

  • Contribuio acerca da construo do conceito de VISAU.

    Os textos produzidos por Paim no perodo de 92 a 94 constituram uma sistematizao da crtica aos modelos hegemnicos, ao tempo em que apresenta um grande avano conceitual em torno da Vigilncia da sade. (Teixeira, 2002)

    A noo de Vigilncia da Sade elaborada por Paim partiu:Da concepo renovada do Modelo da Histria Natural dadoena, incorporando a anlise concreta das prticas de sade em sociedades. Da reflexo sobre as prticas de sade nos Distritos Sanitrios

  • Debate conceitual sobre VISAUa) Equivalendo a Anlise de situao de Sadeb) Como proposta de integrao institucional entre a Vigilncia. Epidemiolgica e a Vigilncia Sanitriac) Como proposta de redefinio das prticas sanitriasUma, que concebe a VISAU enquanto MAA conformado por um conjunto de prticas sanitrias que encerram combinaes tecnolgicas distintas, destinadas a controlar determinantes, riscos e danos (Paim, 94).

    Outra que privilegia a dimenso gerencial da noo de VISAU.,caracterizando-a como uma prtica que organiza processos de trabalho em sade sob a forma de operao (...) (Mendes, 1993)

    Duas concepes:

  • Elementos Estruturantes do Processo de Trabalho (Teixeira, Paim, Vilasbas. SUS, Modelos Assistenciais e vigilncia da Sade. IN: Promoo e vigilncia da Sade. ISC/CEPS, Salvador, 2002)

  • Elementos Estruturantes do Processo de Trabalho DA

    SADE(Teixeira, Paim, Vilasbas. SUS, Modelos Assistenciais e vigilncia da Sade. In: Promoo e vigilncia da Sade. ISC/CEPS, Salvador, 2002)

  • A construo da Prtica da Vigilncia da Sade

    1 - O Territrio transcende sua reduo a uma superfcie solo para instituir-se como territrio da vida pulsante, de conflitos de interesses, de projeto e de sonho. 2 - O Problema a formulao para um ator social de uma discrepncia entre a realidade constatada ou simulada e uma nova aceita como referncia. 3 - A Intersetorialidade solidariedade de distintos setores. A ao intersetorial p/ ser conseqente implica tomar problemas concretos em territrios concretos.3PI L ARES

    BSICOS

    (Mendes, E.V. Um Novo Paradigma Sanitrio: A Produo Social da Sade. In: Uma Agenda para a Sade. Ed. HUCITEC. So Paulo, 1996)

  • Vigilncia da Sade em Territrio especficoO Planejamento e a Programao do desenvolvimento da VISAU em um territrio especfico, EXIGE:Viso estratgica = clareza sobre o que necessrio e Possvel de ser feitoAo comunicativa = participao de um dilogo permanente com representante dos diversos segmentosPoder = para analisar a viabilidade de implantao eexpanso da VISAU, especialmente nos municpios.

  • Adotar a Vigilncia da Sade visando a transformao do Modelo de Ateno no nvel municipal implica: Avanar no processo de munici

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