modelos assistenciais terapêuticos direcionados ao idoso vs2

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  • 1. AssistenciaisTeraputicosDirecionados aoIdoso

2. A Portaria n 810/1989 foi a primeira adefinir as Normas e Padres deFuncionamento de Casas deRepouso, Clnicas Geritricas e outrasinstituies para idosos. Ela definecomo deve ser a organizao dainstituio, a rea fsica, as instalaese os recursos humanos. 3. PORTARIA N 73, DE 10 DE MAIO DE 2001 SEAS/MPAS - MINISTRIO DA PREVIDNCIA E ASSISTNCIA SOCIALNORMAS DE FUNCIONAMENTO DESERVIOS DE ATENO AO IDOSONO BRASILGarantia de direitos e cumprimento de deveres para um envelhecimento saudvel com qualidade de vida 4. Servios de Ateno ao Idoso Residncia Temporria Famlia Acolhedora Repblica Centro de Convivncia Centro Dia Casa Lar Atendimento Integral Institucional Assistncia Domiciliar/AtendimentoDomiciliar 5. PROGRAMA RESIDNCIA TEMPORRIA - Definio um servio em regime de internaotemporria , pblico ou privado, deatendimento ao idoso dependente querequeira cuidados biopsicossociaissistematizados, no perodo mximo de60 dias. 6. PROGRAMA RESIDNCIA TEMPORRIA- Objetivos Oferecer ao idoso dependente ou semi-dependente local de moradia provisriaadequado s suas condies funcionais. Oferecer servio especializado de reabilitao aeste idoso incluindo a preparao para o seuretorno ao seu domiclio ou outroencaminhamento. Oferecer a famlia que cuida do idoso aoportunidade de suspenso temporria dessasobrecarga face a sua situao devulnerabilidade. Orientar e preparar a famlia e/ou cuidador doidoso para receb-lo assim que tiver alta daresidncia temporria, prestando-lhe oscuidados necessrios, bem como estudar a 7. PROGRAMA RESIDNCIA TEMPORRIA- Pblico Alvo O idoso que recebeu alta hospitalar eno atende os critrios de elegibilidadepara a assistncia domiciliria. O idoso que pertencer a uma famliaque se encontra em situao devulnerabilidade e de sobrecargafsica, financeira ou emocional(situaes dedoena, estresse, falecimento docuidador). Dever ser identificada a necessidadede suspenso temporria dos cuidados 8. FAMLIA ACOLHEDORA- Descrio um Programa que oferece condiespara que o idoso sem famlia ouimpossibilitado de conviver com amesma, receba abrigo, ateno ecuidados de uma famlia cadastrada ecapacitada para oferecer esteatendimento. As famlias devero ser cadastradas ecapacitadas para oferecer abrigo spessoas idosas em situao deabandono, sem famlia ou impossibilitadade conviver com as mesmas. Esseatendimento ser continuamentesupervisionado pelos rgos gestores. 9. FAMLIA ACOLHEDORA- Objetivos Atender idosos em situao de abandono,sem famlia ou impossibilitado de convivercom as mesmas.- Pblico Alvo Idosos independentes ou com limitaespara atividades da vida diria.- Recursos Humanos Preferencialmente dever ter um cuidadorda famlia capacitado em noes bsicasde gerontologia para cuidar do idoso. Cada famlia s poder receber um idoso. 10. REPBLICA - Descrio A repblica de idosos alternativa de residncia para os idosos independentes, organizada em grupos, conforme o nmero de usurios, e co-financiada com recursos da aposentadoria, benefcio de prestao continuada, renda mensal vitalcia e outras. Em alguns casos a Repblica pode ser viabilizada em sistema de auto-gesto. Objetivo Proporcionar ao idoso integrao social e participao efetiva na comunidade. 11. CENTRO DE CONVIVNCIA- Definio Atendimento em centro de convivncia -consiste no fortalecimento de atividadesassociativas, produtivas epromocionais, contribuindo paraautonomia, envelhecimento ativo e saudvelpreveno do isolamento social, socializao eaumento da renda prpria. o espao destinado freqncia dos idosos ede seus familiares, onde so desenvolvidasplanejadas e sistematizadas aes de ateno aoidoso, de forma a elevar a qualidade devida, promover a participao , a convivncia 12. CENTRO DE CONVIVNCIA- Objetivo Promover o encontro de idosos e deseus familiares, atravs dodesenvolvimento de atividadesplanejadas e sistematizadas, quepossibilitem a melhoria do seuconvvio com a famlia e acomunidade. 13. CENTRO DE CONVIVNCIA- Pblico Alvo e Capacidade deAtendimentoUsurio: idosos independentes, com 60 anos e mais eseus familiares.Capacidade de Atendimento para 200idosos, freqentando 4 dias semanais, 4 horas/dia.- Rede de ParceriaA rede de parceria ser composta pela Ministrio daPrevidncia e Assistncia Social - MPAS -SEAS, Secretarias Estaduais e Municipais deAssistncia Social, oucongneres, universidades, organizaes no-governamentais.Os Centros de Convivncia podero ainda usar a redepblica ou privada de sade, de educao, de esportese de cultura. 14. CENTRO DIA - Definio Atendimento em centro-dia - umprograma de ateno integral s pessoasidosas que por suas carncias familiarese funcionais no podem ser atendidas emseus prprios domiclios ou por servioscomunitrios; proporciona o atendimentodas necessidades bsicas, mantm oidoso junto famlia, refora o aspecto desegurana, autonomia, bem-estar e aprpria socializao do idoso. 15. CENTRO DIA Caracteriza-se por ser um espao para atenderidosos que possuem limitaes para a realizaodas AVDs, que convivem com suas famlias,porm, no dispem de atendimento de tempointegral, no domiclio. Pode funcionar em espaoespecificamente construdo para esse fim, emespao adaptado ou como um programa de umCentro de Convivncia desde que disponha depessoal qualificado para o atendimentoadequado.Sero proporcionados: atendimento a necessidades pessoais bsicas; atividades teraputicas; atividades socioculturais. 16. CENTRO DIA- ObjetivosPrestar atendimento de ateno aos idosos nasreas deassistncia, sade, fisioterapia, psicologia, atividades ocupacionais, lazer e apoio scio-familiarde acordo com as necessidades dosusurios, visando a melhoria de sua qualidade devida e integrao comunitria.Oferecer ao cuidador do idoso que necessitarealizar trabalhos fora do domiclio e/ou necessitatambm cuidar-se; sem prejuzo do atendimentoao idoso sobre sua responsabilidade.- Pblico AlvoIdosos com algum grau de dependncia e semi-dependentes que no tem condies depermanecer no seu domiclio e necessitam decuidados mdico-sociais. 17. CASA LAR - Definio Residncia em casa lar uma alternativa de atendimento que proporciona uma melhor convivncia do idoso com a comunidade, contribuindo para sua maior participao, interao e autonomia. uma residncia participativa destinado a idosos que esto ss ou afastados do convvio familiar e com renda insuficiente para sua sobrevivncia. Trata-se de uma modalidade de atendimento, que vem romper com as prticas tutelares e assistencialistas, visando o fortalecimento da participao, organizao e autonomia dos idosos, utilizando sempre que possvel a rede de servios local. 18. CASA LAR- ObjetivosPropiciar aos idosos condies demoradia de acordo com suas condieseconmicas.- Pblico AlvoIdosos independentes, e/ou semi-dependentes com habilidades para a vidaem grupo e integrao nacomunidade, afastados do convviofamiliar sem condies financeiras de 19. ASSISTNCIA DOMICILIRIA /ATENDIMENTO DOMICILIRIO - DefinioAssistncia domiciliria / atendimento domicilirio aquele prestado pessoa idosa com algumnvel de dependncia, com vistas a promoo daautonomia, permanncia no prpriodomicilio, reforo dos vnculos familiares e devizinhana.Caracteriza-se por ser um servio deatendimento pblico ou privado a domiclio spessoas idosas atravs de um programaindividualizado, de carter preventivo ereabilitador, no qual se articulam uma rede deservios e tcnicas de interveno profissionalfocada em ateno sade, pessoal, domstica, de apoio psicossocial 20. ASSISTNCIA DOMICILIRIA /ATENDIMENTO DOMICILIRIO- Objetivos: Aumentar a autonomia do idoso para que possa permanecervivendo em sua residncia por maior tempo possvel. Manter a individualidade do idoso adaptando com flexibilidade aspeculiaridades concretas do ambiente onde ser dada ainterveno. Respeitar a memria fsica e afetiva da pessoaidosa, buscando sua autonomia. Prevenir situaes carenciais que aprofundam o risco da perda deindependncia. Criar ou aprimorar hbitos saudveis com respeito a higiene, aalimentao, prevenir quedas ou acidentes. Reforar os vnculos familiares e sociais. Recuperar capacidades funcionais perdidas para as atividades devida diria. Prestar atendimento especializado de sade. 21. ASSISTNCIA DOMICILIRIA /ATENDIMENTO DOMICILIRIO- Pblico AlvoO programa ser destinado a idosos dependentes e semi-dependentes.- Critrios de elegibilidadePara ser includo no programa o idoso: dever dispor de um acompanhante domiciliarcapacitado, familiar ou no. Ter acesso a rede de servios locais. Residir em domiclio que: oferea condies para atendersuas necessidades bsicas e possibilite mudanas emodificaes ambientais, incluindo questes scio-sanitrias, que favoream a recuperao e bem estar doidoso. Ter interesse e concordar em receber este tipo deatendimento (ou representante legal dever assumir talcompromisso). Necessitar de cuidados que possam ser executados nodomiclio. 22. ATENDIMENTO INTEGRALINSTITUCIONAL- DefinioAtendimento integral institucional - aquele prestadoem uma instituio asilar, prioritariamente aos idosossem famlias, em situao devulnerabilidade, oferecendo-lhes servios nas reassocial, psicolgica, mdica, de fisioterapia, de terapiaocupacional, de enfermagem, de odontologia e outrasatividades especificas para este segmento social.Tratam-se de estabelecimento com denominaesdiversas, correspondentes aos locais fsicos equipadospara atender pessoas com 60 anos e mais, sob regimede internato, mediante pagamento ou no, durante umperodo indeterminado e que dispe de um quadro derecursos humanos para atender s necessidades decuidados com assistncia sade.So exemplos de denominaes: abrigo, asilo, lar, casade repouso, clnica geritrica ancianato. 23. ATENDIMENTO INTEGRAL INSTITUCIONALEstes estabelecimentos podero ser classificados segundo asmodalidades, observando a especializao de atendimento.- Modalidade I a instituio destinada a idosos independentes para Atividades da VidaDiria (AVD), mesmo que requeiram o uso de algum equipamento deauto-ajuda, isto , dispositivos tecnolgicos que pot