montijo hoje dezembro 2015

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Montijo Hoje n.º 10 - Dezembro 2015

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  • dezembro2015

    I SRIE 10

    O Natal com Arte est a ser um verdadeiro sucesso. Muita animao, msica, tradio e solidariedade esto a marcar a quadra natalcia no Montijo.Pg. 4

    Natal com Arte anima Montijo

    Adega de Peges premiada internacionalmente Pg. 5

    Montijenses com carga fiscal reduzida Pg. 3

  • 2 Montijo hoje | DEZEMBRO de 2015

    Ficha TcnicaPeriodicidade Bimestral | Propriedade Cmara Municipal do Montijo | Diretor: Nuno Ribeiro Canta, Presidente da Cmara Municipal do Montijo | Edio Gabinete de Comunicao e Relaes Pblicas | Impresso Sogapal Comrcio e Indstria de Artes Grficas, S.A. | Depsito Legal 376806/14 | Tiragem 10 000 | ISSN 2183-2870 | Distribuio Gratuita

    outubro2015 10

    Creche Alipikenos inaugurada em Peges

    A inaugurao da creche Ali-pikenos da Associao do Lar de Idosos de Peges (ALIP) teve lugar no passado dia 30 de outu-bro. A cerimnia contou com a presena do presidente da Cma-ra Municipal do Montijo, Nuno Canta, e das vereadoras Maria Clara Silva e Mercs Borges, bem como de Antnio Miguns, presidente da Unio das Fregue-sias de Peges, e de Paulo Matos, diretor do Centro Distrital da Se-gurana Social de Setbal, entre outros convidados.

    A presidente da ALIP, Maria Regina Letras, explicou que o edifcio foi construdo num terre-no cedido pela cmara municipal a ttulo de contrato de comodato. A obra, cujo investimento ronda os 600 mil euros, obteve um fi-

    nanciamento pblico na ordem dos 40 por cento.

    So obras como este edifcio, que estamos a inaugurar hoje, que nos enchem o corao. Estamos perante uma creche de topo, com capacidade para acolher 42 crian-as distribudas por trs salas dos quatro aos 36 meses, disse.

    O presidente da Cmara Mu-nicipal do Montijo referiu que um orgulho para o Montijo po-der contar com esta nova creche em pleno meio rural, que garante melhores condies e mais igual-dade de oportunidades aos pais e aos alunos de Peges.

    A ALIP uma Instituio Par-ticular de Solidariedade Social, que funciona em Peges desde 1997, tendo como misso criar respostas na rea social.

    Unio das Freguesias de Peges celebrou dois anos de existncia

    No dia 24 de outubro, a Unio das Freguesias de Peges come-morou o seu segundo anivers-rio.

    As comemoraes tiveram incio com uma cerimnia reli-giosa na Parquia de Santo Isi-dro, seguindo-se a homenagem, a ttulo pstumo, ao Reverendo Padre Penha, que contou com a interveno de familiares e do presidente da Unio das Fre-guesias de Peges, Antnio Mi-guns. A cerimnia contou com o descerramento de uma placa de homenagem ao proco.

    Depois de momentos de ani-mao proporcionados pelo Grupo de Percusso Batucando teve lugar, na sede da Junta de Freguesia da Unio das Fregue-sias de Peges, a sesso solene, onde foi entregue a distino de mrito ao Agrupamento de Es-cuteiros n. 967 que comemora 25 anos de existncia.

    A Unio das Freguesias assi-nou um protocolo com a Institui-o Particular de Solidariedade Social, a Associao Conversa Amiga com vista criao de um Quiosque de Sade para prestar servios como consultas gerais de enfermagem e mdi-cas, tratamentos de enferma-

    gem, aconselhamento, apoio em medicamentos, que em casos socialmente identificados sero gratuitos.

    As comemoraes termina-ram com um churrasco, anima-do por alunos de acordeo da Escola de Msica e de Dana de Peges.

    Liga dos Combatentes com nova direo

    No passado dia 21 de novembro teve lugar a tomada de posse dos elementos da Comisso Diretiva do Ncleo do Montijo da Liga dos Combatentes para o trinio 2015-2018.

    Isidoro da Silva Santana, Jos Manuel Andrade da Silva e Ma-nuel Jos da Silva Alves tomaram posse como presidente, secretrio e tesoureiro, respetivamente.

    Jos Manuel da Veiga Jacob e Antnio Maria da Silva Machado so os vogais e Armando Joaquim

    Fernandes, vogal suplente. Ma-ria Emilia Samorenho assumiu as funes de responsvel pelos eventos e atividades culturais.

    O presidente da Cmara Mu-nicipal do Montijo, Nuno Canta, desejou nova direo um man-dato repleto de realizaes e que nos ajudem a todos ns, monti-jenses, a manter a recordao de todos os sacrifcios e todos os atos de herosmo que foram fei-tos para garantir a nossa liberda-de coletiva.

  • editorialDEZEMBRO de 2015 | Montijo hoje 3

    Oramento Municipal para 2016A aprovao do Oramento Municipal para 2016, com os votos favorveis do PS, a abs-teno do PSD e do BE, e os votos contra da CDU, um momento importante para os interesses do Montijo e dos montijenses.

    O oramento fundamental para assegurar as melhores condies de governabilidade do municpio e dar confiana aos investido-res no Concelho do Montijo.

    Perante o que assistimos em 2015, com a oposio do PSD e da CDU a votar em bloco contra o oramento, evocando uma maioria negativa, a gesto municipal foi mais difcil no dia-a-dia e em nada contribuiu para gerar confiana aos investidores.

    A insustentabilidade de continuar a votar contra o oramento municipal, um instru-mento de planeamento fundamental para concretizar o presente e o futuro do con-celho, obrigou o PSD a viabilizar este ano o oramento municipal.

    Foi com perplexidade que vimos, nova-mente, a CDU continuar a votar contra um oramento que devolve receita a todos os montijenses, baixa impostos como o IMI em 10%, reduz o IMI para 4.923 famlias com filhos dependentes, devolve 1% do IRS aos trabalhadores e isenta em derrama de IRC as pequenas e mdias empresas do comrcio tradicional da cidade.

    Durante o ano de 2015, apesar da crise e das dificuldades de no termos um oramento aprovado, provmos que era possvel uma gesto de rigor e de contas em dia. Foi um ano sempre em contraciclo. Reduzimos a d-vida do municpio, reformos o investimen-to, apoimos a cultura, demos prioridade escola pblica, apoimos os mais vulner-veis contra o empobrecimento, baixmos impostos municipais, estimulmos o investi-mento privado e a criao de emprego.

    O oramento municipal para 2016 um or-amento amigo das famlias, porque reduz

    a carga fiscal, apoia as refeies escolares de todas as crianas, apoia os transportes escolares das crianas inseridas em meio rural, apoia os alunos com necessidades educativas especiais, apoia as polticas con-tra o isolamento dos idosos, apoia o inter-cmbio de jovens no espao europeu, apoia os imigrantes, os refugiados e as mulheres vtimas de violncia.

    O oramento para 2016 um oramento que garante o investimento pblico em novas in-fraestruturas essenciais modernizao da cidade e das freguesias, com uma despesa de capital total de 3.536.958 euros. um or-amento que inicia um novo ciclo de inves-timento assente na oportunidade dos novos fundos comunitrios, o Portugal 2020, como a Casa da Msica Museu Jorge Peixinho; o corredor verde do Pocinho das Nascentes; a reabilitao do edifcio das Piscinas Munici-pais; a ciclovia do caminho-de-ferro; a recu-perao da Escola Bsica Lus de Cames

    e da Escola Bsica Joaquim de Almeida; a recuperao do Largo da Feira, em Canha; a recuperao de habitaes sociais, entre outros investimentos.

    O oramento da cmara Municipal do Mon-tijo para 2016 um oramento prudente que projeta a viso de um futuro mais prspero, mais solidrio, mais confiante no papel do Montijo na regio e no pas. A histria do Montijo tem sido sempre uma histria de oportunidades, uma histria de encontros de pessoas e culturas, uma histria alicerada na aposta no investimento estratgico para o concelho, com a criao de empresas e de emprego.

    Montijenses com carga fiscal reduzidaPelo quarto ano consecutivo,

    a Cmara Municipal do Montijo optou pela reduo da sua par-ticipao varivel no IRS, no aplicando a taxa mxima pre-vista na lei de cinco por cento, por considerar que a carga fiscal imposta aos cidados atingiu n-veis incomportveis e altamente lesivos.

    Assim, a proposta aprovada com os votos a favor do PS e do PSD e os votos contra da CDU na reunio de cmara de 28 de outubro, consiste na aplicao de uma taxa de quatro por cen-to. Esta medida representa uma variao negativa na receita mu-nicipal na ordem dos 468 421,25 euros, a favor dos cidados com

    domiclio fiscal no concelho do Montijo.

    Na mesma reunio foi aprova-da por unanimidade a iseno da taxa de Derrama para as empre-sas com um volume de negcios at 150 mil euros, mantendo-se a taxa de 1,5 por cento sobre as empresas com um volume de ne-gcios superior quele valor.

    Ao isentar de Derrama as em-presas com um volume de ne-gcios at 150 mil euros, a au-tarquia est a prescindir de uma receita na ordem dos 68 mil eu-ros e a aplicar uma medida de apoio sustentabilidade dos pe-quenos negcios, promoo do empreendedorismo e ao combate ao desemprego.

    Cmara defende urgncia do Hospital do MontijoA Cmara Municipal do Montijo

    aprovou, por unanimidade, na reu-nio ordinria de 25 de novembro, uma moo em defesa do Servio Nacional de Sade no Montijo.

    A moo foi apresentada pelo presidente da Cmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, e sur-ge na sequncia do Despacho n. 13472/2015 de 20 de novembro, da responsabilidade do ministro da Sade do anterior Governo PSD/CDS-PP, que pretende rede-finir os pontos da Rede de Urgn-cia/Emergncia.

    No documento, o presidente da Cmara Municipal do Montijo considera que o referido despacho a segunda tentativa de encer-ramento do Servio de Urgncia Bsica no Hospital do Montijo, na dependncia da orientao da Ad-

    ministrao Regional de Sade de Lisboa e Vale do Tejo.

    A moo defende a revoga-o imediata do Despacho n. 13472/2015, reafirma o cumpri-mento do protocolo celebrado em 24 de fevereiro de 2007 entre a Cmara Municipal do Montijo e a Administrao Regional de Sade de Lisboa e Vale do Tejo e afirma a necessidade de garantir um Ser-vio Nacional de Sade para todos os cidados, melhorando o acesso aos cuidados de sade.

    O documento afirma, igualmen-te, a necessidade de se efetuar uma verdadeira reforma hospita