preconceito e homofobia

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FRANCISCA MARIA ESTUDANTE DE ENFERMAGEM PRECONCEITO, RACISMO E HOMOFOBIA JABOATÃO DOS GUARARAPES/2014 https://www.facebook.com/pages/Enferma gem-e-Sa%C3%BAde-Coletiva-no-Brasil/58 5222441562517?ref=hl Curtam minha pagina no facebook. Obrigada!

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ACIDENTES COM MLTIPLAS VITIMAS

FRANCISCA MARIA ESTUDANTE DE ENFERMAGEM PRECONCEITO, RACISMO E HOMOFOBIA

JABOATO DOS GUARARAPES/2014https://www.facebook.com/pages/Enfermagem-e-Sa%C3%BAde-Coletiva-no-Brasil/585222441562517?ref=hlCurtam minha pagina no facebook. Obrigada!

INTRODUONo Brasil, preconceito Crime, de modo geral,o ponto de partida do preconceito uma generalizao superficial, chamada "esteretipo".dificilmente voc v denncias contra os "criminosos". Se pararmos para pensar, a quantidade de crime por racismo, e a quantidade de denuncias por esses atos, veremos que uma porcentagem muito pequena equivalente as denncias.Uma atitude hostil, negativa ou agressiva em relao a um determinado grupo, pode ser classificada como preconceito.Essas atitudes, trazem muitas coisas negativas e tambm problemas.

INTRODUONo ano passado, 338 homossexuais foram assassinados no pas, o que significa uma morte a cada 26 horasO Brasil est em primeiro lugar no ranking mundial de assassinatos homofbicos.A partir do momento em que o homem colocar em mente, que todos somos iguais como homens mas diferentes entre si, possuindo personalidade, gosto, e costume diferentes o mundo ser melhor, podemos ento dizer que o combate do preconceito comea a partir da conscincia de cada um.

REVISO DA LITERATURAPRECONCEITOum julgamento apressado e superficial e muito perigosouma opinio que formamos das pessoas antes de conhec-las. acaba trazendo muitas situaes complicadas e at mesmo violentas.

TIPOS DE PRECONCEITOS MAIS COMUNSSOCIALRACIALSEXUALREVISO DA LITERATURAPreconceito sexual, ou seja, homofobia. o dio irracional, o medo ou averso aos homossexuais, pessoas que tm atrao afetiva e sexual pelo mesmo sexo. Oracismo a tendncia do pensamento, ou do modo de pensar em que se d grande importncia noo da existncia deraas humanasdistintas e superiores umas s outras. uma forma de preconceito generalizado aos indivduos de toda uma classe social, aos quais so atribudos traos de personalidade ou moral largamente homogneos. Os atributos podem ser bons ou ruins, ou uma combinao de ambos. O preconceito racial, ou racismo, uma violao aos direitos humanos, visto que foi utilizado para justificar a escravido, o domnio de alguns povos sobre outros e as atrocidades que ocorreram ao longo da histria.REVISO DA LITERATURA uma maneira de discriminar as pessoas baseada em motivos raciais, cor da pele ou outras caractersticas fsicas, de tal forma que umas se consideram superiores a outras. Portanto, o racismo tem como finalidade intencional a diminuio ou a anulao dos direitos humanos das pessoas discriminadas. Exemplo disto foi o aparecimento do racismo na Europa, no sculo XIX, para justificar a superioridade da raa branca sobre o resto da humanidade.

REVISO DA LITERATURAO racista acredita que existe raas superiores s outras, o que grande tolice, pois na espcie humana, no podemos dizer que existam raascor da pele, forma do nariz, tipo do cabelo, tipo do sangue, formato e cor dos olhos, espessura dos lbios, no so suficientes para estabelecer diferentes tipos de raas entre os seres humanos, que biologicamente so iguais em quase tudo , restando pequenas diferenas externas pouco importantes e que no servem para fazer com que uns sejam superiores ou inferiores aos outros e vice versa.

REVISO DA LITERATURATIPOS DE RACISMOINDIVIDUALCULTURALPRIMRIO OU DIFERENCIALISTA CONTRA CLASSE SOCIALINSTITUCIONALORIENTAO SEXUALREVISO DA LITERATURA ACEITAO FAMILIAR: Poucos so os pais que desde cedo tm certeza da orientao sexual de seu(sua) filho(a), e os procuram para conversar. Muitos so os pais que carregam o preconceito enraizado no peito e na mente, sendo capaz de discriminar o prprio(a) filho(a).FASES DO PROCESSO DE ACEITAO:A fase da descoberta. A fase da perda. A fase da negao. A fase das atitudes de defesa. A fase da conformao. A fase da aceitao.

Alguns assimilam a homofobia a um tipo de xenofobia, o terror de tudo que diferente.Mas esta concepo no bem aceita, porque o medo do estranho no a nica fonte em que os opositores dos homossexuais bebem, pois h tambm causas culturais, religiosas principalmente crenas crists: (catlicas, protestantes), judias ou muulmanas , polticas, ideolgicas grupos de extrema esquerda e de extrema direita , e outras que se entrelaam igualmente no preconceito

REVISO DA LITERATURAGeralmente os fundamentalismos no cedem espao ao homossexualismo. H, porm, dentro dos grupos citados, aqueles que defendem e apoiam os direitos dos homossexuais. Dentro das normas legais, tambm h variantes, ou seja, h leis que entre casais do mesmo sexo e casais do sexo oposto se diversificam. E, por mais estranho que parea, em pleno sculo XXI, alguns pases aplicam at mesmo a pena de morte contra homossexuais.

LEGISLAODispositivos do artigo 5, que vedam a prtica de discriminao e racismo sob qualquer forma:REVISO DA LITERATURAXLI a lei punir qualquer discriminao atentatria dos direitos e liberdades fundamentais;

XLII a prtica de racismo constitui crime inafianvel e imprescritvel, sujeito pena de recluso, nos termos da lei; REVISO DA LITERATURATodos so iguais perante a lei, sem distino de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no Pas a inviolabilidade do direito vida, liberdade, igualdade, segurana e propriedade, nos termos seguintes: II - ningum ser obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa seno em virtude da lei ;

III - ningum ser submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante; IV - livre a manifestao do pensamento, sendo vedado o anonimato;

V - assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, alm da indenizao por dano material, moral ou imagem ;

VIII - ningum ser privado de direitos por motivo de crena religiosa ou de convico filosfica ou poltica, salvo se as invocar para eximir-se de obrigao legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestao alternativa, fixada em lei;

ARTIGO 5DIREITOS HUMANOS

REVISO DA LITERATURAA discriminao macula o princpio da igualdade, e acarreta situao especial de grave vulnerabilidade fsica, psquica e social, em violao ao direito segurana, importantes prerrogativas da cidadania.No Senado, o projeto de lei 122/2006, que ainda no foi discutido no plenrio, prope a criminalizao da homofobia e da transfobia. J o projeto do novo Cdigo Penal, que tambm est sendo discutido no Senado, prev pena de priso para quem praticar racismo e crimes resultantes de preconceito e discriminao.

Em 2012, em Pernambuco, foram registradas 115 denncias referentes a 228 violaes relacionadas populao LGBT pelo poder pblico, sendo que em maio houve o maior registro, de 13 denncias. Houve um aumento de 121% em relao a 2011, quando foram notificadas 52 denncias.IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica. MUNIC 2011.Violncia contra homossexuais

PERFIL DAS VTIMAS DE VIOLNCIA HOMOFBICA

IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica. MUNIC 2011

de extrema importncia para a populao e governo promover aes que garantam a cidadania e os direitos humanos, contribuindo para a construo de uma sociedade democrtica, na qual nenhuma pessoa seja submetida a quaisquer formas de discriminao, coero e violncia, em razo de suas orientaes sexuais.Os direitos dos homossexuais vm sendo reconhecido de forma gradativa ao longo do tempo. Verdade que parte da sociedade os reconhece de uma forma egosta , mas atravs de lutas sociais realizadas pela massa que no tem medo do preconceito, da violncia moral e da discriminao que esses direitos. Esto sendo efetivados e tutelados.CONSIDERAES FINAISO preconceito racial, ou racismo, uma violao aos direitos humanos, visto que foi utilizado para justificar a escravido, o domnio de alguns povos sobre outros e as atrocidades que ocorreram ao longo da histria.O brasileiro tem de valorizar e acreditar em suas virtudes, para que um dia este pas tenha condies de lutar com igualdade pelos seus direitos e por todos ns.

REFERNCIASMONTEBELLO, Mariana. As Polticas de Ao Afirmativa sob a Perspectiva doDireito Internacional dos Direitos Humanos. Interesse Pblico, Ano VI, n 29. 2005,Ed. Notadez.

Morris, Charles G. e Maisto, Albert A.. Introduo Psicologia. Ed. Pearson ePrentice Hall. SP. 2004. fonte:http://www.brasilescola.com/psicologia/atitude-preconceito-estereotipo.htm)

BELATO, Clara e PEREIRA, Eduardo. 2010. Sexualidade e Direitos Humanos, Revista Internacional de Direito e Cidadania, n. 6, p. 8395, fevereiro/2010.

IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica. MUNIC 2011.

DIAS, Maria Berenice. Unio homossexual: o preconceito e a justia. 3. ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2006.

EDUCAO NO TRANSFORMA O MUNDO.

EDUCAO MUDA AS PESSOAS.

PESSOAS MUDAM O MUNDO.

PAULO FREIREMuito obrigada!!!