regimento básico endoscopia ginecológica 2016

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  • REGIMENTO INTERNO 2016

    PS-GRADUAOLATO-SENSU EM

    ENDOSCOPIA GINECOLGICA

    LAPAROSCOPIA e HISTEROSCOPIA

  • INTRODUO

    Inicialmente gostaramos de dar boas-vindas a voc e agradecer a confiana em nosso curso de ps-graduao, que completou 20 anos em 2015.

    Em consonncia com a tendncia mundial, que estimula o apren-dizado completo do endoscopista ginecolgico, a nossa ps-graduao, de forma pioneira optou pelo treinamento conjunto da laparoscopia e da histeroscopia.

    No cabe mais nos tempos atuais que a Endoscopia Ginecolgica fique separada por aqueles que s fazem histeroscopia e por aque-les que s fazem laparoscopia. O domnio de ambos os procedimentos torna o ginecologista mais completo e mais preparado para atender as demandas das pacientes. No raras so as vezes em que a paciente necessita de uma cirurgia combinada - tanto laparoscpica quanto his-teroscpica.

    A rea de atuao da FEBRASGO/AMB a Endoscopia Ginecolgi-ca (no separa laparoscopia e da histeroscopia). Para obteno do ttu-lo o ginecologista deve ter conhecimento e experincia nas duas reas.

    A partir de 2013, o programa terico foi totalmente atualizado e formatado para que o aluno possa absorver todos os conhecimentos importantes e fundamentais, tanto na laparoscopia quanto na his-teroscopia.

    Ao final do curso, alm das histeroscopias diagnsticas, o alu-no estar apto a realizar cirurgias histeroscpicas e laparoscpicas de baixa complexidade.

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    DOS OBJETIVOSADOS OBJETIVOS: A Ps-Graduao em Endoscopia Ginecolgica tem por ob-

    jetivo promover a capacitao tcnico-cientfica, nvel I, em videolaparoscopia e vid-eohisteroscopia para mdico Ginecologista/Obstetra com pelo menos 03 (trs) anos de formado. Ao final do curso os alunos devero:

    uEntender e praticar a filosofia da abordagem minimamente invasiva no cor-po da mulher;

    uCompreender os dilemas bioticos ligados cirurgia ginecolgica;uTer noes de metodologia de pesquisa cientfica e bioestatstica;uSer capaz de escrever e analisar comunicaes cientficas;uIdentificar, selecionar, adquirir, instalar, dar manuteno mnima e operar

    os equipamentos relativos a endoscopia ginecolgica;

    uDominar as tcnicas de autotreinamento e aperfeioamento em endosco-pia ginecolgica;

    uIndicar que doenas devero ser abordadas por endoscopia ginecolgica e qual a tcnica a ser empregada;

    uExecutar as cirurgias de endoscopia ginecolgica considerada de nvel bsico;

    uIdentificar e conduzir as complicaes oriundas da tcnica videocirrgica.

    DO CURSOO curso ministrado no perodo de 12 meses, com uma carga horria de 360

    horas, dividida entre a parte terica (120 horas) e a prtica (240 horas).

    As atividades tericas tero a durao de 12 horas ms (aulas e videodis-cusso). As prticas sero realizadas no ambulatrio de Histeroscopia, no Centro de Treinamento (veterinria, objetos inanimados e EVA) e no Centro Cirrgico (cirurgia em Humanos). Os alunos devero seguir o seguinte cronograma de desenvolvimento nas aulas prticas:

    VIDEO-HISTEROSCOPIA

    NO PRIMEIRO MS, o aluno vai manipular a ptica dentro da cavidade uterina e retir-la. Do SEGUNDO AO QUARTO MS dever completar todas etapas do ex-ame histeroscpico, e iniciar os procedimentos com pina e tesoura. Dependendo do desenvolvimento pode ressecar pequenos plipos no Centro Cirrgico. Do QUINTO AO STIMO MS estar realizando bipsia dirigida e retirando pequenos plipos com tesoura e aperfeioar a utilizao da corrente eltrica nos procedimentos cirrgicos. A partir do OITAVO MS realizar pequenos procedimentos com corrente eltrica em regime ambulatorial. O treinamento em simuladores, frutas e peas ser feito durante todo o curso.

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    VIDEOLAPAROSCOPIA

    A formao prtica inclui a nfase no preparo da paciente na mesa cirrgi-ca, checagem do rack, organizao dos cabos, insero do manipulador uterino, punes auxiliares e controle da cmera. Sero ainda enfatizados a primeira puno, punes acessrias. O treinamento em simuladores, peas e animais ser feito du-rante todo o curso. Os alunos participaro dos procedimentos cirrgicos nvel I e II no Centro Cirrgico e gradualmente iro executando tarefas mais complexas, sempre sob superviso.

    DA AVALIAO

    O Curso de Ps-Graduao est dividido em dois blocos.

    uBloco I incio em maro de 2016 e vai at agosto de 2016. uBloco II incio em setembro de 2016 e vai at fevereiro de 2017.uCada Bloco conter 6 mdulos. uEm cada mdulo haver um pr-teste, exceto no 12 mdulo, composto

    somente do Provo do Bloco II e da apresentao de monografia.

    A composio da prova (pr-teste) dos mdulos ser realizada da seguinte maneira:

    uContedo das aulas tericas programadas para o mdulo em questo;uContedo das aulas tericas dos mdulos anteriores poder ser utilizado.A composio das notas dos mdulos I at o XI ser da seguinte forma: prova

    terica (pr-teste) e prova de atividades prticas que tero pesos diferentes. No 6 MDULO ser feita uma avaliao do bloco I (MB I), que consiste de trs itens:

    u a mdia das notas das provas dos cinco primeiros mdulos pr-testes (no ser permitida excluso de nenhuma nota).

    v realizao de uma prova terica envolvendo o contedo dos cinco primeiros mdulos, denominada prova terica do bloco I (PTB I) Provo I.

    wrealizao de uma prova prtica envolvendo conhecimentos adquiridos du-rante os cincos primeiros mdulos, denominada prova prtica do bloco I (PPB I).

    Para que ocorra a aprovao no Bloco I, o aluno dever ser aprovado na parte terica e na parte prtica de forma independente.

    Em relao parte terica = calcular a mdia das notas dos pr-testes dos mdulos I, II, III, IV e V; somar com a nota da PTB I (realizada no ms de agosto) e dividir por dois. A Mdia dever ser maior ou igual a 6,0.

    O aluno com nota terica (mdia entre pr-testes e prova do bloco I) entre 5,0 e 5,9, ser convocado para uma prova de recuperao, oral com banca formada por pelo menos dois professores.

    Ser considerado reprovado o aluno com nota na prova terica ou de recu-perao inferior a 5,0 (cinco).

    Quanto prova Prtica do Bloco I, a nota dever ser maior ou igual a 6,0, caso contrrio o aluno estar reprovado, independente da nota da parte terica.

    No XII MDULO ser feita avaliao do bloco II (MB II), que consiste de trs itens:

    A mdia das notas das provas pr-testes dos mdulos VI, VII, VIII, IX, X e XI (no ser permitida excluso de nenhuma nota).

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    Prova terica bloco envolvendo o contedo dos mdulos VI, VII, VIII e IX, denominada prova terica do bloco II (PTB II) Provo II.

    Prova prtica envolvendo conhecimentos adquiridos durante os 11 md-ulos. Esta nota denominada prova prtica do bloco II (PPB II).

    Para que ocorra a aprovao no Bloco II, o aluno deve ser aprovado na parte terica e na parte prtica tambm de forma independente.

    Em relao parte terica o aluno dever calcular a mdia das notas dos pr-testes dos mdulos VI, VII, VIII, IX, X e XI; somar com a nota da PTB II (realizada no ms de dezembro) e dividir por dois. A mdia deve ser maior ou igual a 6,0.

    O aluno, com mdia das notas tericas do bloco (PTB II) entre 5,0 e 5,9, ser convocado para uma prova de recuperao, oral com banca formada por pelo menos dois professores.

    Ser considerado reprovado o aluno com nota na prova terica ou de recu-perao inferior a 5,0 (cinco).

    OBSERVAO

    As provas prticas nos mdulos VI e XII sero feitas nas estaes do inani-mado e/ou veterinria.

    Quanto prova Prtica do Bloco II, a nota dever ser maior ou igual a 6.0, caso contrrio o aluno estar reprovado, independente da nota da parte terica.

    A nota final da monografia (a qual levar em conta o trabalho escrito e a apresentao oral) dever ser maior ou igual a 7,0 (mais detalhes no Tpico MONOGRAFIA)

    Informamos que estar APROVADO na Ps-Graduao o aluno que obtiver aprovao nos dois blocos na parte terica e na parte prtica, que tenha sido aprovado na monografia e que tenha freqncia mnima de 75% (mais detalhes no tpico referente freqncia).

    Informamos que a emisso do certificado de concluso da Ps-Graduao ficar condicionada ao cumprimento do item acima.

    DA REFERENCIA BIBLIOGRFICATratado de Endoscopia Ginecolgica Cirurgia Minimamente invasiva. Crispi

    C., Oliveira FM., Damian Jr.JC., Oliveira MAP, Ribeiro PAG. Editora Revinter (2012).

    DO TRABALHO DE CONCLUSO DO CURSOUma queixa frequente dos alunos que os membros das bancas examinado-

    ras desperdiam boa parte de seu tempo enumerando erros no formato ou na lin-guagem das monografias.

    No h dvida de que o contedo da monografia, sua metodologia, seus resul-tados e concluses interessam mais ao leitor do que a sua forma. No entanto, o for-mato muito importante, na medida em que ele corresponde ao veculo que permite a apresentao clara do contedo.

    O objetivo das informaes que se seguem ajudar o aluno a redigir sua mono-grafia. Todo Corpo Docente da Ps-graduao e a Comisso de Trabalhos Cientficos esto disposio para prestar maiores esclarecimentos.

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