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aula intensivo HUPE - epidemiologia

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  • 1. Sade Pblica IIntensivo HUPE

2. Prof. Ismael CostaISMAC@GLOBO.COMWWW.BLOGPROFISMAEL.BLOGSPOT.COM 3. Editora guiaDourada 4. EPIDEMIOLOGIAVIGILNCIA EPIDEMIOLGICABy Ismael Costa 6 5. Definio de Sade Pblica: Sade Pblica a cincia e a arte de evitar doenas, prolongar a vida e desenvolver a sade fsica e mental e a eficincia, atravs de esforos organizados da comunidade para o saneamento do meio ambiente, o controle de infeces na comunidade, a organizao de servios mdicos e para-mdicos para o diagnstico precoce e o tratamento preventivo de doenas, e o aperfeioamento da mquina social que ir assegurar a cada indivduo, dentro da comunidade, um padro de vida adequado manuteno da sade. (WINSLOW, 1976). By Ismael Costa 7SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 6. Conceito de epidemiologia a cincia que estuda o processo sade-doena em coletividades humanas,analisando a distribuio e os fatoresdeterminantes das enfermidades, danos sade e eventos associados sadecoletiva, propondo medidas especficas depreveno, controle, ou erradicao dedoenas, e fornecendo indicadores quesirvam de suporte ao planejamento,administrao e avaliao das aes desade. (ROUQUAYROL, 1994). By Ismael Costa 8SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 7. Epidemiologia descritiva Estuda o comportamento das doenas em uma comunidade, isto , em que situaes elas ocorrem na coletividade, segundo caractersticas ligadas pessoa (quem), ao lugar ou espao fsico (onde) e ao tempo (quando)fornecendoelementos importantes para se decidir que medidas de preveno e controle esto mais indicadas para o problema em questo e tambm avaliar se as estratgias adotadas causaram impacto, diminuindo e controlando a ocorrncia da doena em estudo. By Ismael Costa 9SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 8. Histria Natural das doenas Histria natural da doena o nome dado aoconjunto deprocessosinterativoscompreendendo as inter-relaes do agente,do suscetvel e do meio ambiente que afetamo processo global e seu desenvolvimento,desde as primeiras foras que criam o estmulopatolgico no meio ambiente, ou em qualqueroutro lugar, passando pela resposta do homemao estmulo, at as alteraes que levam a umdefeito, invalidez, recuperao ou morte. By Ismael Costa 10SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 9. Perodo de pr-patognese O primeiro perodo da histria natural: a prpriaevoluo das inter-relaes dinmicas, queenvolvem, de um lado, os condicionantes sociais eambientais e, do outro, os fatores prprios dosuscetvel, at que se chegue a uma configuraofavorvel instalao da doena. tambm a descrio desta evoluo. Envolve,como j foi referido antes, as inter-relaes entreos agentes etiolgicos da doena, o suscetvel eoutros fatores ambientais que estimulam odesenvolvimento da enfermidade e as condiesscio-econmico-culturais que permitem aexistncia desses fatores. By Ismael Costa12SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 10. Perodo de patognese A histria natural da doena temseguimento com a sua implantao eevoluo no homem. o perodo dapatognese. Este perodo se inicia com as primeirasaes que os agentes patognicos exercemsobre o ser afetado. Seguem-se asperturbaes bioqumicas em nvel celular,continuam com as perturbaes na forma ena funo, evoluindo para defeitospermanentes, cronicidade, morte ou cura. By Ismael Costa 13SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 11. HISTRIA NATURAL DAS DOENAS PERODO DE PR-PATOGNESE PERODO DE PATOGNESE Trade de Leavell e Clarck : Hospedeirosucetvel meio ambiente agente etiolgico. By Ismael Costa 14SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 12. PerodoNvel de prevenoSub-nveis AesMoradia AdequadaLazer;1- Promoo da Sade Educao; Alimentao.Pr-patognese Preveno primria Imunizao Sade do Trabalhador2- Proteo especficaHigiene pessoal e domiciliarAconselhamento genticoControle de vetores Inquritos epidemiolgicos Exames para deteco precoce1-Diagnstico precoceIsolamento Preveno secundriaTratamento Evitar futuras complicaes Patognese 2-Limitao da incapacidadeEvitar sequelasReabilitao (evitar incapacidade);Fisioterapia;Preveno Terciria ****Terapia Ocupacional;Emprego para o reabilitado.By Ismael Costa 15 13. Infectividade a capacidade de certosorganismos (agentes) de penetrar, sedesenvolver e/ou se multiplicar em um outro(hospedeiro) ocasionando uma infeco.Exemplo: alta infectividade do vrus da gripee a baixa infectividade dos fungos.SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 14. ColonizaoInfeco 15. Patogenicidade a capacidade do agente,uma vez instalado, de produzir sintomas esinais (doena). Ex: alta no vrus dosarampo, onde a maioria dos infectados temsintomas e a patogenicidade reduzida dovrus da plio onde poucos ficam doentes.SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 16. Doena infecciosa 17. Virulncia a capacidade doagente de produzir efeitos gravesoufatais,relaciona-secapacidade de produzir toxinas,de se multiplicar etc. Ex: baixavirulncia do vrus da gripe e dosarampo em relao altavirulncia dos vrus da raiva e doHIV.SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 18. Atributos dos Agentes etiolgicos Doseinfectante:aquantidadedo agenteetiolgiconecessria parainiciar uma infeco. By Ismael Costa 21SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 19. Atributos dos Agentes etiolgicos Poder Invasivo: a capacidade que tem oparasita de se difundir, atravs de tecidos, rgose sistemas anatomofisiolgicos do hospedeiro. By Ismael Costa 22SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 20. HOSPEDEIRO: Ser vivo que oferece, em condies naturais, subsistncia ou alojamento a um agente infeccioso. Pode ser humano ou outro animal (inclusive aves e artrpodes) Hospedeiro primrio ou definitivo onde o agente atinge a maturidade ou passa sua fase sexuada; hospedeiro intermedirio ou secundrio aquele onde o parasita se encontra em forma assexuada ou larvria. By Ismael Costa 23SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 21. Atributos do Hospedeiro Resistncia: o conjunto de mecanismos do organismo que servem de defesa contra a invaso ou multiplicao de agentes infecciosos ou contra efeitos nocivos de seus produtos txicos e depende da nutrio, da capacidade de reao a estmulos do meio, de fatores genticos, da sade geral, estresse, ou da imunidade. pode ser gentica, adquirida, permanente ou temporria. By Ismael Costa 25SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 22. Atributos do Hospedeiro Imunidade: um subtipo deresistncia, especfica, associada presena de anticorpos quepossuem ao especfica sobre omicroorganismo responsvel poruma doena infecciosa ou sobresuas toxinas.SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 23. Atributos do Hospedeiro Suscetibilidade medida defragilidade, apossibilidadeadoecimento por determinadoagente, fator de risco ou conjuntode causas. A suscetibilidade de umaespcie ocorre quando esta estsujeita a determinada infeco oudoena. Dentro da mesma espcie,hindivduos resistentesesuscetveis a uma infeco.SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 24. Em se falando de doenas infecciosas a suscetibilidade absoluta, pois o indivduo susceptvel ou no; porm, quando tratamos das no infecciosas podemos falar em grau varivel de susceptibilidade, isto , alguns indivduos podem ficar expostos por muito tempo a um determinado fator de risco em altas concentraes e no adoecer enquanto outros em exposies com pequenas concentraes e/ou pouco tempo, adoecem. By Ismael Costa 28SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 25. PORTADORES So os que tm o agente infeccioso, podem transmiti-lo, mas no momento no apresentam sintomas. Portadores ativos ou j tiveram sintomas ou viro a t-los. Portadores passivos so os que nunca apresentaram ou apresentaro sintomas; estes so os mais importantes epidemiologicamente por difundirem o agente etiolgico contnua ou intermitentementeapesar de passarem desapercebidos. By Ismael Costa 29SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 26. Reservatrio o ser humano ou animal,artrpode,planta, solo ou matria inanimada emque um agente normalmente vive, semultiplica ou sobrevive e do qual temo poder de ser transmitido a umhospedeiro susceptvel.SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 27. Doenas/Reservatrio Antroponose: Infeco cuja transmissoserestringe aos seres humanos. Ex: hansenase By Ismael Costa 31SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 28. Doenas/Reservatrio Antropozoonose: Infeco transmitida aohomem a partir de reservatrio animal. Ex:leptospiroseSADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 29. Doenas/Reservatrio Anfixenoses: onde homens e animais soreservatrios Ex: leishimaniose.SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 30. Doenas/Reservatrio Fitonose: Infeco transmissvel ao homem,cujo agente tem os vegetais comoreservatrios. Ex: BlastomicoseSADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 31. Doenas/Reservatrio Zooantroponose: Infeco transmitida aosanimais a partir de reservatrio humano. Ex:AmebaseSADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 32. Doenas/Reservatrio Zoonoses: Infeco ou doena infecciosatransmissvel, sob condies naturais, dehomens a animais, e vice-versa. Zoonoses = (Antropozoonose+Zooantroponose + anfixenose)SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 33. Vetores x VeculosVETORES so seres vivos que veiculam oagente desde o reservatrio at o hospedeiropotencial.Vetores mecnicos so os transportadores deagentes, geralmente insetos, que os carreiamnas patas, probscides, asas ou trato gastro-intestinal contaminados e onde no hmultiplicao ou modificao do agente.Vetores biolgicos so aqueles em que osagentes desenvolvem algum ciclo vital antesde serem disseminados ou inoculados nohospedeiro. By Ismael Costa 37SADE PBLICA, SUS, ADMINISTRAO EM ENFERMAGEM 34. Veculos VECULOS so fontes secundrias,intermedirias entre o reservatrio eo hospedeiro como objetos emateriais (alimentos, gua, roupas,instrumentos cirrgicos, etc.). Fmites: Objetos de uso pessoal docaso clnico ou portador, que podemestar contaminados e transmitiragentes infecciosos, cujo controle feito por m