tcc terminado- leandra moraes 2011

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ESTADO DE MATO GROSSO INSTITUTO EDUCACIONAL DE CÁCERES CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO LEANDRA APARECIDA DE MORAES OSTEOPOROSE

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ESTADO DE MATO GROSSO

INSTITUTO EDUCACIONAL DE CCERES

CURSO TCNICO EM RADIOLOGIA

TRABALHO DE CONCLUSO DE CURSO

LEANDRA APARECIDA DE MORAES

OSTEOPOROSE

CCERES/MT

2011/2

ESTADO DE MATO GROSSO

INSTITUTO EDUCACIONAL DE CCERES

CURSO TCNICO EM RADIOLOGIA

TRABALHO DE CONCLUSO DE CURSO

LEANDRA APARECIDA DE MORAES

OSTEOPOROSE

Trabalho de concluso de curso apresentado ao IEC - Instituto Educacional de Cceres, comoRequisito parcial para obteno do ttulo de Tcnico em Radiologia, sob coordenao da Professora: Raphaela Fernanda de Oliveira.Orientador:DaltivoFiorenza dos SantosCCERES/MT

2011/2

OSTEOPOROSE

LEANDRA APARECIDA DE MORAES

Trabalho de concluso de curso apresentado ao IEC- Instituto Educacional de Cceres, na data de 30/11/2011 (trinta do ms de novembro do ano de dois mil e onze) como requisito parcial para a obteno do ttulo de Tcnico em Radiologia .

BANCA EXAMINADORA

________________________________________

Orientadora: DaltivoFiorenza dos Santos

_________________________________________

Prof()

Membro da banca

_________________________________________

Prof()

Membro da banca

_________________________________________

Prof()

Membro da banca

Conceito: _______ Aprovado em _____ de ________________ de 2011.

Nenhum dia em qual voc aprenda

Algo, ser um dia totalmente perdidoDavid EddingsDEDICATRIA:

Dedico este trabalho a Deus, aos meus pais Leandro

De Moraes e Maria Divina do Esprito Santo Moraes eAo meu irmo Jacildo de Moraes, porque

diante dele que surgiu o meu interesse

Ao estudo da imaginologia.AGRADECIMENTOS:Agradeo primeiramente a Deus por mais

Essa oportunidade de crescimento e conquista,

aos meus Pais, a minha amiga Pmela LilibethSilva, Pelo apoio e incentivo , aos professores e acoodenadoraRaphaela Fernanda de Oliveira e ao meu orientador

DaltivoFiorenza dos Santos pela dedicao e

pacincia no decorrer deste tratabalho.RESUMO

A osteoporose consiste em uma patologia do sistema sseo silenciosa de grande importncia clnica com complicaes severas, caracterizada pela perda progressiva e continuada do tecido sseo, diminuindo a densidade e a resistncia do mesmo. No uma conseqnciainevitvel, contudo mais freqente nas pessoas mais idosas, sobretudo nas mulheres em fase de menopausa, onde seus principais sintomas so: dor lombar, perda de estatura, deformidade da coluna (especialmente cifose) e mltiplas fraturas que geralmente ocorre nas vrtebras, quadril e regio distal do rdio. Caracteriza-se por baixa massa ssea, deteriorao da microarquitetura do tecido sseo, levando ao aumento da fragilidade ssea e ao conseqente risco de fraturas. muito importante considerar que deteriorao causada por um desequilbrio entre a reabsoro e a formao ssea durante o processo de remodelao ssea.O processo de remodelao ssea acontece quando os osteoclastos(clulamvel, gigante e extensamente ramificada, com partes dilatadas e, multinucleada.) so ativados e dissolvem o osso. Posteriormente os osteoblastos (responsveis pela sntese dos componentes orgnicos da matriz ssea,colgeno,proteoglicanos,glicoprotenas.) aparecem e preenchem a cavidade com matriz ssea, que mineralizada e assim formando um novo tecido sseo. Outro fator muito importante a ser considerado que no nosso esqueleto existem dois tipos distintos de ossos: o cortical (mais compacto), que representa cerca de 80% de massa ssea total, e o osso trabecular (ou esponjoso), que constitui os 20% restantes, um fator importante a se observar que a maior deposio de massa ssea nos corpos vertebrais ocorre por volta dos vinte anos de idade, j no osso cortical essa deposio mxima ocorrer dez anos depois, entretanto, a osteoporose ocorre geralmente, como resultado do processo normal do envelhecimento, quando aumenta o grau de destruio e diminui o de formao ocasionando o adelgaamento dos ossos, tornando-os quebradios ocasionando as fraturas, contudo, a osteoporose um a doena que progride lentamente e raramente apresenta sintomas, se no forem feitos exames especficos percebida somente quando apresentam fraturas acompanhadas de dores agudas. Dessa forma, passarei a descrever aspectos importantes quanto avaliao da osteoporose.

Palavras chave: Osteoporose- tecido sseo- idoso.

SUMRIO

9INTRODUO

11CAPTULO I

111.OSTEOPOROSE

111.1.FORMAO DOS OSSOS

121.2.RENOVAO SSEA

131.3.O TECIDO SSEO E SUA DENSIDADE

141.4.TIPOS DE OSTEOPOROSE

141.4.1.Osteoporose tipo I

151.4.2.Osteoporose tipo II

151.4.3.Osteoporose Juvenil idioptica

181.5.COMO SE DESENVOLVE A OSTEOPOROSE

20CAPTULO ll

202.PONTOS FRACOS DO ESQUELETO PARA POSSVEIS OSTEOPOROSES

202.1.COLUNA

212.1.1.Punho

212.1.2.Quadril

212.1.3.Fmur

212.2.SINTOMAS E TRATAMENTO PARA A OSTEOPOROSE

222.3.POSSVEIS MANIFESTAES CLNICAS QUANTO OSTEOPOROSE E SEU TRATAMENTO

222.3.1.Fraturas Nas vrtebras

232.3.2.Fratura na coluna vertebral

242.4.DROGAS USADAS NO TRATAMENTO DA OSTEOPOROSE

242.4.1.Bifosfonatos.

252.4.2.cido zolendrnico, Alendronato, Risedronato, Ibandronato

252.4.3.Raloxifeno

262.4.4.Estradiol

262.4.5.Calcitonina

262.4.6.Teriparatida

272.4.7.Ranelato de estrncio

272.5.COMO DIAGNOSTICAR A OSTEOPOROSE

282.5.1.A tomografia Computadorizada (TC) e a ressonncia magntica (RM)

282.5.2.A ultrassonografia ssea e a densitometria de stios perifricos

282.5.3.Os raios-x

292.5.4.A densitometria ssea DEXA (densitometria por RX de dupla energia)

302.5.5.A densitometria ssea perifrica

302.6.CONCEITO DE OSTEOPOROSE X OSTEOPENIA

302.6.1.Normal

312.6.2.Osteopenia

312.6.3.Osteoporose

312.6.4.Osteoporose grave (ou osteoporose estabelecida)

312.7.Fatores Que Contribuem Para O Desenvolvimento Da Osteoporose

332.8.PREVENO OSTEOPOROSE

35CAPTULO lll

353.RECOMENDAES PARA DIFERENTES FASES DA VIDA

353.1.1.PRIMEIRO ANO DE VIDA

353.1.2.Infncia

363.1.3.Adolescncia

363.1.4.Idade Adulta

373.1.5.Gravidez e lactao

383.2.CLCIO O PRINCIPAL COMPONENTE NO COMBATE OSTEOPOROSE

393.3.CONVIVNCIA COM A OSTEOPOROSE/ PROGNSTICO

403.4.OSTEOPOROSE EM HOMENS

41CONSIDERAES FINAIS

42REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS

46ANEXOS

INTRODUO

Este trabalho apresentado ao IEC- Instituto Educacional de Cceres na data de 30/11/2011(trinta do ms de novembro do ano de dois mil e onze) tem por objetivo principal apresentar o trabalho de concluso de curso, que surgiu como interesse o tema osteoporose, que tem como carter bibliogrfico, apresentar a todos a importncia dessa doena no decorrer da nossa idade e esclarecer a sociedade que a osteoporose nada mais do que a perda de massa ssea em um processo normal iniciado desde a idade adulta e mais acentuado durante o envelhecimento, onde ao chegarmos aos 40 anos de idade a massa ssea comea a diminuir gradativamente em ambos os sexos, resultando uma perda quantitativa onde se inicia ento a chamada osteoporose, caracterizada por baixa massa ssea, deteriorao do micro arquitetura do tecido sseo, levando assim ao aumento da fragilidade ssea e ao conseqente risco de fraturas.Portanto, este trabalho ser subdividido em apenas trs captulos onde no captulo 1(um) ser abordado em sntese o que a osteoporose. Dentro deste subttulo ser abordada a formao dos ossos; renovao ssea quanto osteoporose; o tecido sseo e sua densidade; tipos de osteoporose e como ela se desenvolve.No captulo 2 (dois) tratar dos pontos fracos do nosso esqueleto para possveis osteoporoses; os sintomas e tratamento; possveis manifestaes clnicas quanto osteoporose; drogas usadas em seu tratamento e como seu diagnstico e preveno.J no captulo trs o texto tratar das recomendaes para diferentes fases de vida; falar sobre o clcio sendo o principal componente no combate

osteoporose; as suas causas; as recomendaes quanto convivncia com a osteoporose no dia a dia.E para finalizar abordar em seu anexo uma tabela na qual transcrever recomendaes para uma boa alimentao enriquecida em clcio que ajudam no combate osteoporose, contudo nas concluses finais ser feito um fechamento de timas recomendaes quanto preveno da osteoporose.

CAPTULO I

1. OSTEOPOROSEA osteoporose uma patologia do sistema sseo silencioso e de grandes complicaes clnicas e severas, caracterizada quando a quantidade de massa ssea diminui substancialmente, ou seja, quando acontece a perda continuada e progressiva do tecido sseo e desenvolve ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade estando sujeitos a fraturas. Faz parte do processo normal de envelhecimento, e mais comum em mulheres do que em homens. A doena progride lentamente e raramente apresenta sintomas antes que acontea algo de maior gravidade, como uma fratura, que costuma ser espontnea, isto , no relacionada a trauma. Se no forem feitos exames diagnsticos preventivos a osteoporose pode passar despercebida, at que tenha gravidade maior.(DMASO, Ana. 2001).

1.1. FORMAO DOS OSSOS

Os ossos se formam durante as primeiras semanas de vida uterina, esta, sobretudo leva muito tempo at ficar concluda, visto que apenas se obtm a constituio definitiva de todos os ossos do esqueleto no final da adolescncia. Inicialmente o esqueleto formado por cartilagens que so tecidos muito mais flexveis e elsticos que por sua vez no apresentam minerais na sua constituio e no por ossos. No entanto ao longo do seu crescimento, esta cartilagem vem sendo

progressivamente substituda por osso, atravs de um processo denominado ossificao.

A ossificao compreende vrias etapas que, no entanto costuma ser um processo lento e complexo. A primeira fase consiste na formao do molde cartilagneo de cada osso e do seu revestimento bastante resistente, denominado pericndrio que consiste em um tecido conjuntivo no modelado que reveste a superfcie da cartilagem. a partir deste revestimento que existem clulas denominadas condroblastos que so clulas cartilagneas ativas, que ao se ocuparem no interior da substncia amorfa, sobre os quais os elementos naturais iro ser depositados. A segunda fase ocorre com a morte dos condroblastos j maduros ou condrcitos(clulas presentes no tecido cartilaginoso), mais precisamente estes ficam presos no meio de uma massa que iro lhes permitir a sua nutrio. Contudo atravs de todo esse processo que as clulas sseas(Osteoclastos) penetram atravs do revestimento exterior para seu interior, com o objetivo de construrem centros de ossificao nos quais os ossos vo sendo formados.

Apesar de que os primeiros ncleos de ossificao aparecem durante o perodo da fase uterina, na infncia existem outros ncleos de ossificao que aparecem progressivamente substituindo a cartilagem, o que permite o osso a crescer em espessura e em comprimento at atingir a sua forma definitiva. Conseqentemente os ossos estaro completamente formados quando toda a cartilagem for substituda por osso, que o que acontece no decorrer da infncia.(MEDIPDIA CONTEDO DE SADE).1.2. RENOVAO SSEA

A renovao do osso provocada por uma reao seqencial dos diferentes tipos de massa ssea, que so os osteoblastos que respectivamente so responsveis pela formao do osso novo, e os osteoclastos, que so os encarregados por reabsorver o osso nos diversos pontos em que o tecido j esta envelhecido, deixando pequenos sectores ocos,em seguida essas cavidades sero ocupadas pelos osteoblastos que sero responsveis pela produo de um osso novo, contudo com o decorrer do tempo os ciclos vo se tornando mais longos destruio do osso velho superior formao do novo, um fato que explica a diminuio da densidade ssea e a maior fragilidade dos ossos das pessoas idosas.(MEDIPDIA CONTEDO DE SADE).1.3. O TECIDO SSEO E SUA DENSIDADE

Assim como os demais tecidos e rgos do nosso corpo humano, o osso um tecido vivo. Ao longo dos nossos anos eles se renovam atravs de um processo no qual as partes envelhecidas dos nossos ossos so removidas e substitudas por tecidos sseos novos, capazes de resistir s demandas mecnicas e funcionais da nossa vida. Esse equilbrio mantido atravs de um complexo sistema chamado Remodelamento sseo, onde consiste no envolvimento de clulas responsveis pela reconstruo do osso envelhecido chamados osteoclastos e pela formao do osso novo chamado osteoblastos que se sucedem com um nico objetivo, de manter os ossos mais resistentes.

Nossos ossos so formados por dois tipos de tecidos sseos que so: o osso cortical que forma a capa externa de ossos como o fmur e a tbiae o esponjoso ou conhecido tambm como trabcula que forma o tutano do osso assim conhecido por sermais ativo quanto a sua renovao e assim sendo onde a osteoporose geralmente se inicia,pois, onde constitui a parte mais esponjosa tais como as vrtebras e punho. Apenas mais tarde outros ossos como o do quadril comeam a ter fraturas. Entre os 25 e 35 anos adquirimos a chamada massa ssea, pois, durante essa idade que atingimos a maior quantidade de massa ssea tambm chamada de pico de massa ssea.Aproximadamente aos 50 anos quando acontece menopausa na mulher e um pouco mais tarde nos homens, o corpo passa a remover o osso mais rapidamente do que na capacidade de repar-lo, levando progressivamente a uma perca ssea. Nas mulheres isso ocorre devido diminuio da produo do hormnio estrognio que se iniciam nos anos anteriores a menopausa.

Na formao da massa ssea o estrognio um importante hormnio para a formao e manuteno da massa ssea , quando falta o estrognio o osso se torna mais frgeis podendo se quebrar com mais facilidade, onde, se no prevenida ou tratada, o problema pode se intensificar e apresentar fortes dores podendo at quebrar, assim chamada osteoporose.(MEDIPDIA CONTEDO DE SADE).1.4. TIPOS DE OSTEOPOROSE

A osteoporose classificada em duas formas clssicas que so: a fisiolgica conhecida tambm como primria e a osteoporose secundria que geralmente causada por outras enfermidades ou por drogas. A forma primria da osteoporose classifica-se.1.4.1. Osteoporose tipo I

De alta reabsoro ssea, decorrente de uma atividade osteoblstica acelerada proveniente da osteoporose ps-menopausa, geralmente apresentada por mulheres mais jovens, a partir dos 50 anos; porm est associada insuficincia estrognica ou condies que induzem precocemente ao hipoestrogenismo que a diminuio dos estrgenos, que, no entanto ocorre em aproximadamente 25% das mulheres caucasides (brancas), geralmente nas duas primeiras dcadas aps o incio da menopausa sendo que as primeiras alteraes na velocidade de perda de massa ssea j se demonstram cerca de trs a cinco anos antes do trmino do perodo menstrual. Durante o perodo de Peri menopausa, a perda de massa ssea pode aumentar em um grupo de mulheres classificadas como perdedoras rpidas, podendo atingir, por ano, at 5% do volume sseo total do organismo. Esta velocidade de perda ocorre mais no osso trabcular que no cortical, sendo, portanto, seus efeitos mais evidentes na coluna do que nos ossos perifricos; tal ocorrncia se justifica pelo fato do osso trabecular apresentar um nmero maior de trabculas sseas e superfcies de reabsoro, que o cortical. Da a grande freqncia das fraturas vertebrais. (MARQUES NETO,Osteoporose - Conceituao).1.4.2. Osteoporose tipo II

Conhecida como senil provavelmente decorrente de uma deficincia de clcio relacionada com a idade e de um desequilbrio da velocidade da degradao do tecido sseo e a formao do tecido novo, ocorre indistintamente em homens e mulheres acima de 70 anos, sendo as mulheres duas vezes mais afetadas, em ambos os tipos de ossos trabecular e cortical, que, no entanto so tipos de ossos do esqueleto adulto sendo que na sua proporo o osso cortical denso e compacto e compe 80% do esqueleto humano e encontra-se geralmente nas camadas externas de todas as estruturas esquelticas como, por exemplo, nas difises(parte central comprida) dos ossos longos, sendo sua principal funo fornecer fora mecnica e proteo embora tambm possa participar de respostas metablicas quando ocorre uma deficincia mineral severa e/ou prolongada; J o osso trabecular compe em sua estrutura 20% do esqueleto humano e encontra-se no interior dos ossos e tem uma aparncia de esponja por possuir pequenas pontes chamadas trabculas encontradas no interior das vrtebras, costelas pelve, crnio e extremidades dos ossos longos, dentre suas funes destacam-se a manuteno da fora e elasticidade do esqueleto, alm de alojar a medula ssea,responsvel pela produo de clulas sanguneas e hemoglobina(glbulos vermelhos do sangue)e gordura com funo de ser uma fonte de reserva de energia. Em decorrncia desse fato podem ocorrer fraturas, no apenas na coluna vertebral como tambm no punho, ossos longos, quadril ou pelve, fmur, costelas, quadril.(MARQUES NETO,Osteoporose - Conceituao).1.4.3. Osteoporose Juvenil idiopticaOcorre em crianas, adultos e jovens aparentemente sem qualquer fragilidade hormonal ou vitamnica e sua causa ainda no foi esclarecida.

Segundo Joo Francisco Marques Neto (Reumatologista e professor titular de reumatologia da FCM- Faculdade de Cincias Mdicas da Universidade Estadual de Campinas) no ano de 1990 foi estimado um nmero de 323 milhes de indivduos acima de 65 anos, projetando-se para o ano de 2050 um aumento para 1271 milhes de idosos. Presume-se que o contingente de mulheres caucasides, perdedoras rpidas de massa ssea (de 2 a 4% ao ano) e, portanto, susceptveis de serem acometidas por osteoporose, atinja a cifra de 25 a 30% na faixa dos 40 aos 50 anos. Estima-se que aos 60 anos, uma em cada quatro mulheres sofra de osteoporose e, aos 75 anos duas em trs.

No homem, a perda de massa ssea mais lenta que na mulher, sendo que a osteoporose primria manifestar-se-, via de regra, somente aps os 70 anos. Neste grupo, a espoliao ssea gradual, no se acelerando, como ocorre com a mulher devido a sua menopausa, onde, com o aumento da idade, efetivamente ocorre um aumento na incidncia de fraturas em ambos os sexos estando estas ligadas a diminuio da massa ssea; entretanto, nem todas as fraturas podem ser atribudas somente perda de massa ssea pela idade.

No idoso, o uso de psicotrpicos, hipotensores e outras drogas pode facilitar a ocorrncia de quedas dadas s alteraes induzidas nas funes cognitivas, o que dificulta o equilbrio e a marcha, sobretudo noite.

A partir de 1991devido o Consenso realizado por todas as Sociedades Americanas que tratam da osteoporose, elas passaram a informar deteriorao do colgeno sseo. Quanto melhor for a qualidade ssea menor a chance de ter fratura.

A mudana na definio ocorreu porque as pesquisas verificaram que 100% das pacientes com Sndrome de Turner (sndrome que identificada no momento do nascimento, ou antes, da puberdade por suas caractersticas fenotpicas distintivas, ou seja, que em geral resulta de uma no-disjuno durante a formao do espermatozide) e que possuam osteoporose, no fraturam. Ainda, os pesquisadores constataram que ao prescrever Fluoreto de Sdio para suas pacientes, os ossos ficavam mais densos e fraturavam com maior facilidade.

A partir dessas constataes os pesquisadores comearam a estudar mais profundamente o tecido sseo e verificaram que o risco de desenvolver osteoporose e fratura est diretamente relacionado com as deterioraes do colgeno sseo.

A partir de maro de 1999, em uma publicao cientfica, publicada pelo site Riggs, passaram a propor em no mais se utilizar a sinonmia osteoporose tipo I e tipo II, substituindo-as por um conceito unitrio de osteoporose primria, sendo a forma secundria associada a uma grande variedade de condies mrbidas primrias que acarretam, em sua evoluo, distrbios na absoro intestinal de clcio, diminuio precoce nos nveis de estrgeno (hipoestrogenismo), perda de massa muscular, diminuio da atividade do sistema enzimtico citocromo (protenas, geralmente ligadas a uma membrana, que contm grupos que contm tomos de ferro e que efetuam o transporte de eltrons) P450, baixa absoro e metabolizao da vitamina D, onde, consistem causa de osteoporose as enfermidades do sistema endcrino (tireoidopatias que consiste no distrbio da tireide,hipogonadismo que um termo mdico para um defeito no sistema reprodutor que resulta na diminuio da funo das gnadas, hipopituitarismoque uma doena do lobo anterior da hipfise, sndrome de Cushing que consiste em uma desordem endcrina causada por nveis elevados de cortisol no sangue, diabetes, hiperparatireoidismo que um aumento no funcionamento das paratireides, tumor de paratireide), o cncer (metstases, mioma mltiplo), as doenas inflamatrias crnicas intestinais, as cirurgias gstricas e do sistema digestivo, o sedentarismo, a ingesto de alguns medicamentos (heparina, corticosterides, resinides, extratos tireoidianos, ltio, cdmio, metotrexate, hidantoinatos e gardenal), as doenas renais crnicas, as doenas difusas do tecido conectivo, a sndrome de m absoro e a baixa ingesto de clcio, no entanto, em qualquer dessas formas, a osteoporose cursa assintomtica por longos perodos. As primeiras manifestaes clnicas ocorrem quando j houve perda de 30% a 40% da massa ssea.

A partir de 2000, uma nova tecnologia com Inteligncia Artificial dos Projetos da Robtica da Nasa permitiu determinar o local mais apropriado do organismo humano que permite estudar minuciosamente o tecido sseo. Essa regio a das metfises das falanges dos dedos II-V. Nela possvel avaliar oito parmetros e no apenas um como quando o exame realizado na coluna lombar, como vem sendo orientado h mais de 25 anos. Na atualidade, avaliar apenas a densidade ssea, contudo ainda est sendo estudado.(MARQUES NETO,Osteoporose - Conceituao).1.5. COMO SE DESENVOLVE A OSTEOPOROSE

O osso uma estrutura formada por protenas e minerais sendo constantemente construda e reposta, sendo assim considerada uma estrutura viva. A osteoporose ocorre quando geralmente, como resultado do processo normal do envelhecimento, quando aumenta o grau de destruio e diminui o de formao ocasionando o adelgaamento dos ossos, tornando-os quebradios.

O remodelamento sseo um processo contnuo onde constitui da retirada de osso para o sangue e formao de osso novo, ocupando 20 a 30% do esqueleto a cada momento, atravs deste remodelamento que o osso constitui clulas velhas por novas, que o que acontece em todos os tecidos, e o organismo pode dispor de elementos importantes que so armazenados nos ossos assim como o clcio. Uma das clulas responsveis pela reabsoro durante o remodelamento so os osteoclastos, onde no incio de cada ciclo eles(osteoclastos) escavam os ossos formando lacunas na sua superfcie e cavidades no seu interior, aps cerca de duas semanas os osteoclastos so deslocados pelos osteoblastos que em um perodo aproximado de trs meses preenchem a rea absorvida com osso novo.E isso geralmente acontece aproximadamente at os 30 anos de idade, onde a quantidade de osso reabsorvido reposto igual. A partir da inicia-se um processo lento de perda de massa ssea relacionada com a idade chamada osteoporose senil no qual, ao longo de suas vidas, as mulheres perdero cerca de 40% de osso cortical (fmur, por exemplo) e 50% de osso trabecular (vrtebras), enquanto os homens perdero 2/3 desta quantidade.

Alm dessa fase lenta de perda de massa ssea as mulheres desempenham um papel importante onde passam por um perodo transitrio de perda rpida de osso no qual a queda de estrgenos circulantes no qual consiste a menopausa, e esse perodo pode-se manter de 4 a 8 anos, nos quais a perda ssea chega at 2% ao ano. O osso trabecular metabolicamente o mais ativo e mais responsivo s alteraes do funcionamento do organismo o que nos explica o porqu, neste tipo de osso, a perda ssea inicia-se, em ambos os sexos, na terceira dcada e a massa total de osso declina 6 a 8% a cada 10 anos.

Em mulheres da ps menopausa ocorrem modificaes com a queda de estrgenos que levam a um remodelamento, onde h maior nmero de osteoclastose cada um produz uma cavidade mais profunda, tambm h aumento da atividade dos osteoblastos que tentam corrigir o defeito, mas no conseguem, caracterizando o remodelamento acelerado onde a atividade de reabsoro maior e, no final de cada ciclo sendo que haver um declnio significativo de massa ssea. (MARQUES NETO,Osteoporose e Osteopenia).

CAPTULO ll

2. PONTOS FRACOS DO ESQUELETO PARA POSSVEIS OSTEOPOROSES2.1. COLUNAA chamada corcunda de viva uma deformao comum e pode levar diminuio do tamanho da doente, mais comuns em pessoas idosas podendo at fraturar as vrtebras da coluna com freqncia.Vale ressaltar que na maioria das fraturas que ocorrem na coluna se situam na regio torcica e no na regio lombar, como tem sido descrito pela maioria dos reumatologistas e ortopedistas. Vrios pesquisadores americanos, entre eles Bonnick (1989) j tinham constatado esse fato. Aps reviso dos trabalhos publicados nos ltimos 15 anos, o Servio Preventivo da Fora Tarefa Americana a partir de 2002 passou a orientar a densitometria da coluna lombar apenas para as pacientes acima de 65 anos se no possurem antecedente de fratura na famlia.2.1.1. Punho

Este um local onde acontece fraturas normalmente por ser um ponto de apoio, sendo ossos sensveis com pouca estrutura para sustentar o corpo quando cai.

2.1.2. Quadril

Fraturas na bacia podem levar uma pessoa invalidez, sendo tambm um ponto fraco para as pessoas (idosas)que tem osteoporose.

2.1.3. Fmur

bastante comum encontrar fraturas nessa rea, tanto em mulheres como em homens, principalmente depois dos 65 anos de idade, porm a recuperao da fratura do fmur costuma ser bastante lenta.(PORTAL SO FRANCISCO)2.2. SINTOMAS E TRATAMENTO PARAA OSTEOPOROSE

A osteoporose uma doena que progride lentamente e raramente apresenta sintomas, se no forem feitos exames especficos percebida somente quando apresentam fraturas acompanhadas de dores agudas. Sendo assim podendo se considerar o principal sintoma da osteoporose a fratura, pois, a mesma ocorre quando a doena j est instalada de forma silenciosa a algum tempo. As fraturas provocam dor e incapacidade funcional, cuja durao depende do local fraturado podendo a recuperao ser completa, como acontece em geral com os ossos do punho, ou persistindo incapacidade marcada como, por exemplo, nas fraturas da anca ou quadril. (PORTAL SO FRANCISCO, OSTEPOROSE).2.3. POSSVEIS MANIFESTAES CLNICAS QUANTO OSTEOPOROSE E SEU TRATAMENTOO tratamento mais eficaz na fratura da anca a abordagem cirrgica, onde o atraso na cirurgia ou na mobilizao do paciente pode afetar funcionalmente podendo assim aumentar as complicaes associadas ao repouso prolongado tais como: tromboembolismo pulmonar, que consiste na obstruo aguda da circulao arterial pulmonar pela instalao de cogulos sangneos, geralmente, oriundos da circulao venosa sistmica, com reduo ou cessao do fluxo sangneo pulmonar para a rea afetada, contudo um dos maiores fatores de risco para seu desenvolvimento em cirurgias abdominais ou plvicas e em fraturas onde as mesmas ocorrem em membros inferiores.(Sanchis, 2009).2.3.1. Fraturas Nas vrtebras

Para que as fraturas ocorram nas vrtebras os sintomas podem ocorrer no decorrer de uma atividade diria normal onde a pessoa tenha que fletir a coluna ou at mesmo em pegar um peso, podendo assim vir a ocorrer uma fratura onde a dor pode ser de dois tipos: uma aguda, localizada e intensa, mantendo o paciente imobilizado sendo o mesmo relacionado com fratura em andamento; Em situaes de dor aguda, inicialmente ela pode ser mal localizada, espasmdica e com irradiao anterior ou para bacia e membros inferior. Existem casos onde a fratura vertebral pode no ser observvel com preciso em exame radiolgicos, podendo assim dificultar o diagnstico.Seu tratamento consiste em a paciente se manter em repouso absoluto durante os primeiros dias, mesmo sem tratamento especfico, a dor diminui lentamente e desaparece aps duas a seis semanas, dependendo da gravidade da fratura; quando a deformidade for grave pode permanecer dolorosa e de intensidade varivel, ou, esta parecer tardiamente, ocorrendo com freqncia, a dor onde ela pode ser de longa durao e localizada mais difusamente, ou seja,mais generalizada, porm,nestes casos, ocorreram micro fraturas que levam a deformidades vertebrais e anormalidades posturais e conseqentes complicaes degenerativas em articulaes de sobrecarga em msculos, tendes e ligamentos.

2.3.2. Fratura na coluna vertebral

Na coluna vertebral comum as pacientes sentirem dores persistentes, onde esta se localiza em regio dorsal baixa e/ou lombar e, freqentemente, os pacientes no conseguem recordar de algum trauma que possa ter causado essa fratura. Nesta etapa da evoluo da doena as pacientes j tero sua altura diminuda em alguns centmetros custa das compresses dos corpos vertebrais e do achatamento das vrtebras dorsais.

Muitas pessoas podem vir a desenvolver uma pequena corcunda dorsal que muito provvel que j apresente fraturas vertebrais e que possa ter dores nas costas chamadas de cifose que vulgarmente chamada de corcundas e que definida como um aumento anormal da convexidade anterior da coluna vertebral, sendo as causas mais importantes dessa deformidade a m postura e o mal condicionamento fsico insuficiente; e a escoliose que consiste em um desvio dacoluna vertebralpara aesquerda ou direita, resultando em um formato de S ou C. um desvio da coluna no plano frontal acompanhado de uma rotao e de uma gibosidade (corresponde a uma ltero-flexo vertebral), essas duas curvaturas so bem freqentes em pessoas que apresentam escoliose provocando conseqentes distrbios para caminhar, dor articular e at mesmo em partes moles.

A importncia para o tratamento da escoliose consiste muito diminuio da capacidade ventilatria (restritivas) nas escolioses severas, importncia esttica, incongruncia intervertebral (desgaste com dor) e exame fsico. Na cifose o tratamento apresenta bons resultados quando ainda no temos deformidades estruturais nos corpos vertebrais e o mesmo deve ser realizado ainda na fase de crescimento da criana.(Sanchis, 2009).2.4. DROGAS USADAS NO TRATAMENTO DA OSTEOPOROSE

O tratamento da osteoporose tambm consiste em medicamentos que ajudam a alcanar objetivos na tentativa de estacionar a perda de massa ssea, e se possvel um pouco da massa ssea perdida, onde a reposio hormonal de estrgeno em mulheres durante e aps o climatrio , ou seja, a transio fisiolgica do perodo reprodutivo para o no reprodutivo na mulher, todavia podemos citar alguns tais como: 2.4.1. Bifosfonatos.So considerados tratamento de primeira linha no tratamento da osteoporose ps menopausa. So tambm usados no tratamento de osteoporose no sexo masculino e na osteoporose induzida por glucocorticides que so uma classe de hormnios esterides, porm , composta de gorduras caracterizada pela habilidade de se ligar com o receptor decortisol e desencadear efeitos similares.O que fazem:tentam anular a ao dos osteoclastos, diminuindo, assim, a perda de clcio dos ossos.Como o uso:via oral, em ingesto mensal ou semanal.Efeitos colaterais:so raros, mas h relatos de nuseas e vmitos. Podem causar refluxo, esofagite e lcera de esfago. No recomendado deitar-se logo aps consumir o medicamento.2.4.2. cido zolendrnico, Alendronato, Risedronato, IbandronatoReposio hormonal

A preveno hormonal importante tanto durante a preveno quanto durante o tratamento. O estrgeno reduz o risco de fraturas em mulheres com osteoporose.

O que faz:tenta reduzir a perda de clcio pelos ossos. mais potente que o alendronato, o ibandronato e o risendronato.Como o uso:via endovenosa, aplicada uma vez por ano.Efeitos colaterais:a pessoa pode se sentir como se estivesse gripada nos dias seguintes infuso.2.4.3. RaloxifenoAdministrao de clcio

Para quem j tem a doena o clcio pode ser dado em dosagens de 1 mil 1,5 miligramas por dia, com recomendao mdica. Pode ser acompanhado por suplementos de vitamina D.O que faz:modula o receptor de estrognio e aumenta a massa ssea.Como o uso:comprimido tomado uma vez por dia.Efeitos colaterais:ondas de calor e, raramente, tromboembolismovenoso.

2.4.4. EstradiolSERM so uma classe de medicamentos que agem seletivamente nos receptores de estrognios corporais. Normalmente a densidade mineral ssea precisamente regulada por um equilbrio entre as atividades dos osteoblastos e osteoclastos nos ossos trabeculares. Estrognios exercem uma funo essencial na regulao no processo de formao ssea por conta da ativao dos osteoblastos. Alguns SERMs, como o raloxifeno, agem no osso reduzindo a reabsoro ssea pelos osteoclastos.2.4.5. Calcitonina

A calcitonina um hormnio que tem a funo de evitar que o clcio saia dos ossos. Evita-se assim o processo de corroso.

2.4.6. TeriparatidaO que faz: um recombinante sinttico de 34 aminocidos do hormnio paratireide humano. Trata-se de um medicamento mais forte, que inibe a reabsoro e aumenta a formao ssea.

Como o uso:subcutneo, em aplicao mensal. O tratamento dura dois anos.Efeitos colaterais:nuseas e cibras nas pernas.2.4.7. Ranelato de estrncioO que faz:reduz o risco de fraturas ao reequilibrar as aes de formao e reabsoro ssea. Tem um efeito significativamente maior em mineralizar a superfcie do osso se comparado com os bifosfonatos.Como o uso:via oral, diludo num copo dgua.Efeitos colaterais:nuseas, diarria e dores de cabea.

2.5. COMO DIAGNOSTICAR A OSTEOPOROSE

O Diagnstico correto para a osteoporose consiste em uma boa anamnese e exames clnicos onde dados como uma histria familiar perca de altura, pouca ingesto de clcio durante a infncia, falta de esporte na juventude, sedentarismo, menopausa precoce, usa de determinadas medicaes e a existncias de doenas associadas j permitem o clnico um primeiro diagnstico, onde se possvel diagnosticar a osteoporose medindo a densidade mineral ssea, atravs de mtodos rpidos e indolores, onde baseiam- se em exames tais como: Tomografia Computadorizada (TC); Ressonncia magntica; Ultrassonografia ssea; Raios-X; Densitometria ssea DEXA; densitometria da coluna lombar e fmur Proximal; Densitometria ssea perifrica; onde segundo o artigo publicado pelo jornal Pantanal Notcias Ano I- Edio 4 pelo Dr. Manoel Flix/ Clnica SPA da cidade de Cceres e pelo syte Fleury medicina e sade publicado em 30/08/2007 por Dr Cynthia Brando e Dr Omar M. Hauache o exame de densitometria ssea por DEXA coluna lombar e dos fmures proximais considerado padro ouro para o diagnstico da osteoporose, para a avaliao dos riscos de fraturas e para o acompanhamento da evoluo da doena.Logo abaixo citarei os exames fundamentais para a osteoporose,2.5.1. A tomografia Computadorizada (TC) e a ressonncia magntica (RM)A TC e a RM alm de terem custos elevados no so indicadas para o diagnstico da osteoporose, pois submetem os pacientes a elevadas doses de radiao, porm so muito teis para na avaliao do comprometimento neurolgico e no diagnstico diferencial de fraturas compressivas, ou seja, uma leso na vrtebra que leva a mesma a colabar, devido a fora exercida sobre a coluna vertebral pelos ligamentos anteriores.2.5.2. A ultrassonografia ssea e a densitometria de stios perifricosA ultrassonografia ssea e a densitometria de stios perifricos(calcneo, falanges e tbia) no pode ser utilizada para o diagnstico da osteoporose, mas pode ser utilizada para avaliao do risco de fraturas, pois, os critrios usados para os stios sseos centrais tais como coluna e fmur se aplicados a stios perifricos revelam valores discrepantes quanto prevalncia da osteoporose.

2.5.3. Os raios-xPor serem mais simples e acessvel apresentam pouca sensibilidade para o diagnstico de osteoporose, pois revelam a perda quando esto acima de 30% 50%. Tanto no diagnstico quanto no desenvolvimento teraputico a avaliao radiolgica sempre deve se acompanhada pela densitometria ssea .

2.5.4. A densitometria ssea DEXA (densitometria por RX de dupla energia) um exame para diagnosticar a osteoporose TTP

e fcil, porm seu custo elevado. Para isso utiliza-se a tcnica de absoro de duplo feixw de energia, emitida por uma fonte de energia, emitida por uma fonte de raios x DEXA ou DXA (dual- energy x- TTabsorptiometry) . O funcionamento do DEXA baseia-se na atenuao diferencial dos raios, devido as diferentes composies dos tecidos, o que permite a quantificao da massa ssea e do tecido mole.

Torna-se importante salientar que a metodologia referida anteriormente estima a densidade mineral ssea de nove regies anatmicas do corpo ( sendo as mais utilizadas a coluna e o colo do fmur). Em relao ao risco oferecido pelo exame, a dose que o paciente recebe inferior a 0,5 mSv, ou seja, equivale 50 vezes menos que um exame de raio x comum. A anlise de composio corporal a partir dos resultados realizados pelo DEXA realizada de forma que o aparelho avalia o corpo do indivduo, analisando em quatro componentes: massa gorda (em gramas e percentual); massa magra (em gramas); contedo mineral sseo ( em gramas) e o ltimo componente fornecido a massa livre de gorduras (em gramas), que representa o somatrio dos dois TTP

s compartimentos corporais. Esses resultados so dados de maneira regionalizada (membros superiores, inferiores e tronco), o que permite comparaes entre as partes perifricas e centrais do corpo.

Considerada a tcnica padro ouro para a medida da massa ssea, em funo da sua durao, segurana e custo. A densidade ssea pode ser definida pela equao Y = I (a1t1 + a2t2 + a3t3), onde: Y = densidade ssea por rea ou gramas por cm2;

I = pico de massa ssea;

a1 = fatores relacionados a senilidade;

a2 = fatores relacionados ao hipogonadismo;

a3 = fatores relacionados s doenas steometablicas secundrias;

t = tempo. 2.5.5. A densitometria ssea perifricaOnde a mesma, mede a densidade mineral do punho, calcneo e dedo e que contm pequenas dimenses em sua estruturas que no so considerados equipamentos padres, ou seja, quanto mais precoce o diagnstico melhor ser a resposta do tratamento.Exames como esses citados acima permitiro uma quantificao de massa ssea e possveis causa de sua diminuio, onde, o mdico possa pr dizer o risco da fratura, decidir sobre o tratamento mais conveniente e monitorar atravs de anlises os benefcios do tratamento.(ACELBRA, 2011).2.6. CONCEITO DE OSTEOPOROSE X OSTEOPENIA

Os conceitos de osteoporose e osteopenia so baseados na comparao de medida de densidade ssea de um indivduo com a densidade mdia do pico de massa ssea de adultos jovens saudveis. Um limiar de massa ssea utilizado para a definio de osteoporose em indivduos sem fraturas tem sido aceito pela Organizao Mundial da Sade (OMS). Esse critrio estabelecidos para mulheres adultas como:

2.6.1. Normal

Um valor de densidade mineral ssea inferior a um desvio- padro (DP) abaixo do valor mdio do jovem adulto.

2.6.2. Osteopenia

Um valor de densidade mineral ssea entre 1 e 2,5 DP e abaixo do valor mdio do jovem adulto.

2.6.3. Osteoporose

Um valor de densidade mineral ssea superior a 2,5 DP abaixo do valor mdio do jovem adulto.

2.6.4. Osteoporose grave (ou osteoporose estabelecida)

Um valor de densidade mineral ssea superior a 2,5 DP abaixo do valor mdio do jovem adulto, na presena de uma ou mais fraturas de fragilidade. (DMASO, Ana 2001).2.7.FATORES QUE CONTRIBUEM PARA O DESENVOLVIMENTO DA OSTEOPOROSEOs fatores que contribuem para o desenvolvimento da osteoporose so:

Raa;

Histrico Familiar;

Vida sedentria; Baixa ingesto de clcio e/ou vitamina D; Perodo damenopausa; Fumo ou bebidas alcolicas em excesso; Pessoa magra e/ou frgil; Fratura espontnea prvia; Medicamentos, tais como anticonvulsivantes, hormnio tireoideano, glicorticides e heparina; Doenas de base, tais como hepatopatia crnica, doena de Cushing, diabetes melito; hiperparatireoidismo, linfoma, leucemia, m absoro; gastrectomia, doenas nutricionais, mieloma, artrite reumatide e sarcoidose. (ACELBRA, 2011).Segundo a NationalOsteoporosis Foundation (NOF), que consiste em uma fundao comunitria de apoio online, que TTP um grande grupo de pesquisadores de diversas reas envolvidas com osteoporose, estas so as indicaes formais para o estudo da massa ssea:(http://www.inspire.com/groups/national-osteoporosis-foundation/about/). Todos os indivduos com mais de 65 anos; Indivduos com deficincia de hormnios sexuais; Mulheres naps-menopausa, que no utilizaram cpsulas degrmen de sojae nem fizeram reposio hormonal; Pacientes com alteraes radiolgicas sugestivas de osteopenia ou que apresentem fraturas osteoporticas; Pacientes em uso de corticoterapia crnica; Pacientes com hiperparatiroidismo primrio; Pacientes em tratamento da osteoporose, para controle da eficcia teraputica;

O uso crnico de drogas (medicamentos);

Risco Ambiental;

Mulheres;

Fumantes;

Consumidores de lcool e cafena em excesso;

Diabticos;

Ausncia de atividade fsica e o

Envelhecimento.(PORTAL SO FRANCISCO).2.7. PREVENO OSTEOPOROSEA preveno da osteoporose se d atravs de realizaes de exerccios fsicos realizados pelo menos trs vezes por semana com intervalo entre as sesses de 24 a 48 horas, lembrando que muito importante ressaltar que o paciente suporte o seu prprio peso em funo da fora que os msculos exercem sobre os ossos da coluna e dos membros inferiores.

Para o aumento e a manuteno da massa ssea fundamental a fora muscular sobre os ossos, o que quer dizer que os exerccios realizados na gua, como a hidroginstica e a natao ou at mesmo os realizados em bicicleta no trazem os mesmos benefcios como os exerccios do tipo caminhar, correr, danar, jogar tnis, peteca ou praticar algum esporte coletivo como o futebol, o basquete e o voleibol.

Levando em considerao condio de uma pessoa idosa vale ressaltar que o exerccio mais indicado no caso da osteoporose a caminhada, onde a mesma deve ser realizada por aproximadamente 40 minutos, antecedido por um alongamento e finalizada por um alongamento muscular, no entanto a intensidade do exerccio deve ser de 60 a 90% da freqncia cardaca mxima prpria da idade, de preferncia avaliada atravs de consulta mdica, complementada pelo teste de esforo.

A massa ssea ao da musculatura sobre os ossos, deste modo exerccios gravitacional como os exerccios aerbicos e de baixo impacto so um programa ideal para a atividade fsica podendo fornecer grande ajuda ao fortalecimento muscular e para a melhora da propriocepo, a fim de diminuir a incidncia de quedas, contudo o benefcio primrio da atividade fsica pode influenciar de forma benfica a perda ssea que ocorre devido a inatividade das pessoas, de certa maneira pode reduzir os riscos de fraturas.

Outro fator muito importante para o tratamento da osteoporose consiste na nossa alimentao onde o nutriente mais importante em relao ao nosso esqueleto a fonte de clcio que, no entanto em seu maior contedo calculado em miligramas encontra-se o leite e seus derivados, contendo preferencialmente baixo teor de gordura, entretanto, existem tambm alguns vegetais rico em clcio como: espinafre, agrio, brcolis e couve-manteiga, porm, as necessidades dirias de clcio variam de acordo com faixa etria de cada pessoa em sua respectiva idade.(PORTAL SO FRANCISCO).CAPTULO lll

3. RECOMENDAES PARA DIFERENTES FASES DA VIDA

3.1.1. PRIMEIRO ANO DE VIDANos primeiros meses de vida (6meses) o ideal que a criana seja alimentada especificamente pelo leite materno, no qual supre 100% de todas as necessidades nutricionais para o crescimento saudvel da criana, onde o leite materno apresenta em sua composio cerca de 320mg/1 de clcio, porm recomenda-se nos seis primeiros meses de vida o lactante receber cerca de 400mg de clcio por dia, ou seja, pouco mais de 1 litro de leite por dia, porm para conseguir a recomendao de clcio por dia necessrio introduzir outros alimentos no lcteos, como verduras verde-escuras e leguminosas.3.1.2. Infncia

As crianas de um a seis anos de idade apresentam em seu metabolismo a utilizao de nutrientes acelerados, tornando- se vulnerveis s deficincias dos mesmos, sendo recomendado para esta faixa etria o consumo de leite e

complementado com outras fontes de clcio, tais como: verduras verdes- escuras e leguminosas.

De sete a dez anos de idade a recomendao passa a cerca de 800mg de clcio/dia, aumentando assim a sua capacidade gstrica e permitindo diversificar os alimentos e levando assim a contribuio de nutrientes necessrios para a vida saudvel da criana.3.1.3. Adolescncia

Durante o perodo da puberdade obtm-se 40% da massa ssea observada no adulto, portanto fundamental manter ingesto rica em clcio, podendo assim evitar possveis riscos s doenas. Essa, no entanto uma fase que passa por um perodo predominante para o pico de obteno de massa ssea, porque apesar de os fatores genticos e estilo de vida apresentarem papis importantes nesse aspecto, j foi estabelecida a contribuio necessria de clcio insuficiente, nessa fase de vida, que pode levar a diminuio de massa ssea. A recomendao para esta fase 1.200Mg de clcio/dia.3.1.4. Idade Adulta

O mais importante durante a idade adulta manter a ingesto de clcio com alimentao variada tomando o cuidado para no excluir ou reduzir os fatores de riscos ligados alimentao, como os demais citados anteriormente. Alm dos fatores nutricionais, devem-se controlar outros aspectos que poderiam interferir no estado geral da sade.3.1.5. Gravidez e lactao

As necessidades de clcio nas mulheres durante a gravidez e a lactao elevam-se, tornando as mulheres durante esse evento fisiolgico, um grupo de risco para a deficincia do clcio.

Uma boa alimentao contendo uma quantidade suficiente de clcio essencial para o crescimento normal, para uma dieta balanceada, com calorias adequadas e nutrientes necessrios para o desenvolvimento dos tecidos, inclusive o tecido sseo, sendo a alimentao associada a outras medidas de preveno, garante uma melhoria de vida de cada paciente. Alm dos alimentos que contem clcio so tambm fontes excelentes de outros minerais e vitaminas. Para que o clcio seja absorvido adequadamente no nosso organismo ele precisa conter em sua proporo quantidade suficiente de vitamina D, porm, suas principais fontes so encontradas em: leites e produtos lcteos enriquecidos com vitamina D; breve exposio diria ao sol; leo de fgado diversos de peixes, como exemplos podemos citar o leo de bacalhau; sardinha; arenque; salmo e atum.Vimos que o balano de clcio resulta da quantidade especfica que entra no organismo, atravs dos alimentos e pela quantidade que sai pela urina. Se o balano negativo da presena de clcio no nosso organismo permanecer negativo por tempo prolongado, pode o resultado ser de forma quantitativa e significativa no desenvolvimento da massa ssea do nosso esqueleto. Para evitarmos esse balano negativo, devemos ingerir quantidade suficiente de clcio e ficar atentos a fatores que prejudicam a absoro de clcio pelo intestino, que so: o envelhecimento, o aumento da quantidade de fibras nos alimentos, a presena do cido oxlico em hortalias como espinafre, acelga e beterraba, o cido ftico presente na casca externa de gros de cereais, como aveia, nveis elevados de fsforo na dieta, quantidade diminuda de gorduras e vitamina D dos alimentos.

A eliminao dos maus hbitos de vida e o estmulo na atividade de fsica e a exposio moderadae correta aos raios solares devem ser sempre consideradas seja na preveno ou no tratamento da osteoporose. Os fatores de risco devem ser preocupao desde a infncia para que se tenham ossos sempre fortes. Dentre os anexos ir conter uma tabela na qual indicar uma recomendao adequada para a ingesto de clcio em sua respectiva idade.(DMASO, Ana. 2001).3.2. CLCIO O PRINCIPAL COMPONENTE NO COMBATE OSTEOPOROSE

O clcio(Ca) um elemento qumico essencial para a sade humana, principalmente no que se diz respeito transmisso nervosa, coagulao sangunea, contrao muscular, respirao das clulas do corpo e principalmente para a osteoporose, sendo imprescindvel para garantir uma boa formao dos ossos do nosso corpo e para os dentes.

Em funo disto, a ingesto diria mnima de clcio deve ser respeitada, em vez que o mineral essencial para o funcionamento do organismo. A deficincia do mesmo pode ocasionar uma srie de problemas tais com a osteoporose e a osteopenia que, por sua vez, retira o clcio dos ossos para combater a deficincia, o que deixa os mesmos com um maior risco de fraturas, alm de causar agitao, unhas quebradias, cries, depresso, insnia, irritabilidade, dormncia e palpitaes.

O leite por sua vez o alimento mais completo para fornecer o clcio, em cada ml de leite, temos um miligrama de clcio. Temos vrios tipos de leite, porm, todos contem a mesma quantidade de clcio; a diferena est na quantidade de gordura encontrada no leite como o caso dos leites integral, desnatado e semi-desnatado. Nos leite tipo A,B,C e longa vida, a diferena est nos nmeros de bactrias nelas contidas. O leite tipo A tem 10 milhes de bactrias em sua composio e sua validade de apenas 4 dias. O leite tipo B tem at 500 milhes de bactrias e sua validade de apenas 3 dias; O leite tipo C tem um nmero sem limites de bactrias, com validade de 2 dias. O leite longa vida (de caixinha ou embalagem cartonada) um produto estril, sem bactrias e sua validade muito maior, porque sofre um processo de esterilizao atravs de um choque trmico, matando as bactrias, deixando o leite 99,99% livre das bactrias.(DMASO, Ana. 2001).

3.3. CONVIVNCIA COM A OSTEOPOROSE/ PROGNSTICO

Para as pessoas que convivem com a osteoporose devem adotar os seguintes cuidados:

Exame oftalmolgico regular; Usar sapatos com solas antideslizantes;

Tapetes presos n cho;

Evitar pisos encerados e/ou molhados; Adotar uma dieta rica em clcio; Consumir verduras de folhas escuras como espinafre, brcolis e couve; Evitar carne vermelha, refrigerante, caf e sal; Se expor ao sol de forma moderada, pois os raios ultravioletas sobre a pele estimulam a produo de vitamina D, fundamental para a absoro do clcio no nosso organismo; Evitar cigarro e o consumo de lcool em excesso; Mulheres que entrarem na menopausa devem consultar um mdico para comear um tratamento especial, a partir dos 45 anos devem ser submetidas a um teste de densitometria ssea; Obstculos tais como: mveis, tapetes soltos e pouca iluminao podem facilitar quedas para quem tem osteoporose, provocando srias fraturas; Na cama muito importante que a pessoa que tem osteoporose, possa conseguir apoiar os ps no cho, evitando assim a hipotenso postural, que so conhecidas como tonturas. Se tiver mesa na cabeceira da cama, a mesma deve ser 10 centmetros mais alta do que a cama e com as bordas arredondadas. Se possvel fixada no cho ou na parede, evitando que se desloque caso a pessoa precise se apoiar nela; Se possvel instalar os interruptores de luz prximos cama ou fazer o uso de um abajur; Fazer o uso de pisos antiderrapantes em locais como Box e corredores; Evitar tapetes soltos na casa e dar preferncia aos tapetes de borracha e antiderrapantes; Se tiver escada na casa, o corrimo das escadas deve ter uma altura mdia de 80cm e os degraus das escadas devem ser marcados com fitas antiderrapantes. (MINHA VIDA SADE).3.4. OSTEOPOROSE EM HOMENSA sorte da pessoa do sexo masculino que o testosterona, hormnio que barra o desgaste sseo, tem suas taxas reduzidas gradativamente com a idade e no bruscamente como ocorre nas mulheres na menopausa. Por esse motivo eles so acometidos em menor escala e entram na faixa de risco bem mais tarde do que as mulheres, onde nos homens geralmente ocorre por volta dos 65 anos de idade. Cerca de 20% da populao masculina chega aos 80 anos j tendo sofrido alguma fratura em decorrncia da doena. Nos homens a osteoporose, ainda cercada de mistrios, sabem-se que a osteoporose no sexo masculino est associada molstias como inflamaes crnicas e distrbios renais.(SADE VITAL)

CONSIDERAES FINAISEste trabalho apresentado ao IEC- Instituto Educacional de Cceres sobre o tema osteoporose teve por objetivo esclarecer sociedade meios onde ser possvel conhecer mais sobre a doena e suas possveis prevenes, aonde, a expectativa do aumento de vida, conseqentemente vem aumentando o risco da populao a desenvolver doenas relacionadas osteoporose, todavia, torna-se necessrio o desenvolvimento e a prtica de medidas preventivas, teraputicas e de reabilitao, no entanto essas medidas tem por objetivo evitar ou minimizar as conseqncias decorrentes da osteoporose como as dores articulares, contraturas musculares, alteraes posturais, deformidades sseas e fraturas sseas freqentes.Um dos pontos positivos diante os expostos nestes captulos anteriores referente osteoporose, observa-se que essa doena deve ser tratada de forma multidisciplinar pelos profissionais da rea da sade e que a preveno seja iniciada logo na fase da adolescncia, enfatizando sempre medidas que incluam modificaes no estilo de vida e na alimentao, no uso de medicamentos que evitem a reduo de massa ssea e a prtica regular de atividade fsica.REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS

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RIO SEM GLTEM.Diagnstico da osteoporose. Disponvel em: TTP://www.riosemgluten.com/osteoporose_dc.htm. Acessado em: 07/11/2011.Sanchis, Dr.FernandoGritschOsteoporose e Fraturas na Coluna Vertebral,2009. Disponvel em http://www.colunars.com.br/coluna.asp?texto=6&link=. Acessado em 30/11/2011.SANCHIS, FERNANDO GRITSCH. 2009. Osteoporose e fraturas na coluna vertebral. Disponvel em: TTP://www.colunars.com.br/coluna.asp?texto=6&link=3. Acessado em: 07/11/2011.

SADE VITAL. Osteoporose em Homens, Disponvel em http://saude.abril.com.br/especiais/osteoporose/conteudo_138631.shtml. Acessado em 30/11/2011.UNOVERSO DA MULHER.Aparelho DEXA. Disponvel em: TTP://www.universodamulher.com.br/index.php?mod=mat&id_materia=8692. Acessado em: 12/11/2011.

ANEXOSTabela 1: Recomendao para a ingesto de clcio na medida certa.GRUPOIDADERECOMENDAO DIRIA (Mg DE CLCIO)

Bebs0 -6 meses

6 -12 meses400

600

Crianas1 -5 anos

6 -10 anos800

800-1.200

Adolecentes e adultos jovens homens11 -24anos

25 -65anos

>65 anos1.200 1.500

1.000

1.500

Mulheres (antes da menopausa)25- 50 anos1.000

Mulheres (depois da menopausa)>50 anos (com estrognio)

>50 anos (sem estrognio)

>65anos1.000

1.500

1.500

Mulheres (grvidas e lactantesTodas as idades1.200 -1.5000

**Adaptadodo NIH Consensus Development Panel on Optimal Calcium Intake. JAMA 1994; 26: 1.942-48

DMASO, Ana. Nutrio e exerccios na preveno de doenas. 1.ed. Medci:Editora Mdica e Cientfica Ltda 2001.

FIGURAS

Figura 1: Metabolismo sseo. Fonte:http://nelsonooka.blog.uol.com.br/..

Figura 2: Ossos com osteoporose

e sem osteoporose. Fonte: http://bioquimicaenvelhecimento.blogspot.com/2010_11_01_archive.html

Figura 3: Osso com e sem osteoporose. Fonte:http://www.sinapse.com.br/sinapse/exemplo/82455/merck_02.html.

Figura 4: Imagem de um osso longo e suas estruturas. Fonte:http://les-lupusleslescom.blogspot.com/2011/10/osteoporose-e-lupus.html

Figura 5: Imagem mostrando a estrutura do osso onde eles se modificam ao longo da vida. Fonte: http://www.santalucia.com.br/ortopedia/osteoporose.htm

Figura 6: Locais onde mais ocorrem fraturas. Fonte:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/osteoporose/osteoporose-2.php).

Figura 7: Locais onde mais ocorrem fraturas por osteoporose. Fonte:http://adoratual.files.wordpress.com/2009/05/fratura-punho.gif?w=167&h=209.

Figura 8: Imagens de Raios-X tiradas dos principais pontos onde ocorrem fraturas por osteoporose. Fonte:http://nelsonooka.blog.uol.com.br/.

Figura9: Imagem de uma fratura do colo do fmur. Fonte: http://www.mdsaude.com/2009/09/osteoporose.html.

Figura 10: Imagem Mostrando os sintomas da osteoporose. Fonte: http://www.mdsaude.com/2009/09/osteoporose.html.

Figura 11: Imagem mostrando uma cifose. Fonte: wttp://www.portalternurafm.com.br.

Figura 12: Densidade mineral ssea. Fonte:http://www.conteudoglobal.com/saude/osteoporose/index.asp?action=fatores_risco_osteoporose&nome=Fatores+de+risco+para+a+Osteoporose.

Figura 13: Aparelho de tomografia computadorizada. Fonte: http://www.google.com.br/search?q=imagem+do+aparelho+densitometria+%C3%B3ssea+perif%C3%A9rica&btnG=Pesquisar&hl=pt-BR&prmd=imvns&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=ZJ3STsusKo_CgAee__n1BQ&ved=0CCEQsAQ&biw=1280&bih=607

Figura 14: Aparelho de ultrassonografia ssea. Fonte: http://www.google.com.br/search?q=imagem+do+aparelho+de+ultra+sonografia+%C3%B3ssea&hl=pt-BR&prmd=imvns&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=UabSTpnSIMHJgQeArNnUDQ&ved=0CDgQsAQ&biw=1280&bih=607.

Figura 15: Aparelho de raio x. Fonte :http://www.google.com.br/search?q=imagem+do+aparelho+de+raio+x&btnG=Pesquisar&hl=pt-BR&prmd=imvns&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=UabSTpnSIMHJgQeArNnUDQ&ved=0CDgQsAQ&biw=1280&bih=607.

Figura 16: Aparelho DEXA. Fontehttp://www.lincx.com.br/lincx/saude_a_z/conheca_exames/densitometria.

Figura 17: Aparelho de Ressonncia magntica. Fonte: http://www.diagnoson.com.br/zoup.fit-texto.php?ZoupFitPagina=6&ZoupFitPaginaPai=&ZoupFitPaginaPagrafo=6&ZoupFitPaginaConteudo=51.

Figura 18: Preveno osteoporose. Fonte: http://www.google.com.br/search?q=imagens+de+pessoas+com+osteoporose&hl=ptBR&prmd=imvns&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=zGPTTuvaLouztwfXs6yoDQ&ved=0CDEQsAQ&biw=1280&bih=659.

Figura 19:Formao dos ossos e sua renovao. Fonte: http://biomedicaltopics.net/cadeira-electrica-para-o-tratamento-da-osteoporose.

Figura 20: Densidade Mineral ssea quanto a osteoporose e osteopenia. Fonte: NETO, Osteoporose doena; a Osteopenia, quase sempre no. (SOBRAO) 2011.