tribuna do vale edição nº2071

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26 DE JANEIRO DE 2012

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    TRIBUNA DO VALE26 DE JANEIRO DE 2012 DIRETOR: BENEDITO FRANCISQUINI ANO XVI - N0 2071 - R$ 1,00

    www.tribunadovale.com.br

    310 190

    Quinta-feira

    Atleta de Pinhalo procura patrocnio para participar das Paraolimpadas PG. A7

    LONDRES 2012CBF marca amistoso da Seleo contra a Sucia no estdio do ttulo de 1958 PG. A7

    DESPEDIDAEnchente alaga casas e danifica asfalto na Vila So Pedro PG. A8

    JACAREZINHO

    S.A. PLATINA

    Vinte profissionais do PS esto sem receber

    Copel vai investir R$ 706 mil emS. A. Platina

    Acordo com a Copel garante sobrevivncia da Cotan

    COCENPP faz primeira venda direta para torrefadora americana

    Cmara veta Projeto de Lei e Frum pode ficar sem sede

    Antnio de Picolli

    Assessoria

    Felipe Peres

    Arquiv

    o

    TRIBUNA DO VALETRIBUNA DO VALE

    Vinte pro ssionais contratados de forma tempo-rria pela prefeitura de Santo Antnio da Platina esto com salrios atrasados. Os pro ssionais foram chamados para ocupar a vaga dos antigos funcion-rios contratados pela APMI e que tiveram o contrato

    rescindido no ltimo ms. O Secretrio Municipal de Sade, Joo Evangelista de Melo Neto, garante que o pagamento ser feito, mas nos bastidores do PS o comentrio que os pro ssionais vo cruzar os braos caso o salrio demore a sair. PG. A8

    A diretoria da agncia da Copel de Santo Antonio da Platina divulgou ontem inves-timentos de R$ 706 mil em melhorias nas subestaes de distribuio de energia para 2012. A agncia anunciou tambm a con-cluso para ainda este ano da nova linha de transmisso de energia eltrica entre Santo Antonio da Platina e Siqueira Campos, que somam mais de R$10 milhes. As medidas se-gundo a empresa so para evitar as constantes interrupes de energia eltrica que afetam a populao do Norte Pioneiro. PG. A8

    A direo da indstria txtil Co-tan de Andir, uma das maiores indstrias txteis do Norte Pioneiro, confirmou ontem que a empresa no vai diminuir o seu quadro de funcio-nrio e to pouco fechar suas portas. Durante reunio feita entre o diretor-presidente Fernando Fonseca Lyra Porto e a diretoria de distribuio da Copel, a concessionria ofereceu

    uma srie de alternativas para que a Cotan diminua seu patamar de con-sumo de energia se enquadrando ao novo perfil da empresa e garantindo a manuteno dos seus 250 funcio-nrios. Em maio de 2011 a empresa j tinha dispensando parte do seu quadro, medida que se repetiu em dezembro caindo de 460 para os 250 atuais trabalhadores. PG. A5

    ENERGIA

    ANDIR

    CAF

    CARLPOLIS

    A Cooperativa dos Produtores de Cafs Certi cados e Especiais do Norte Pioneiro do Paran (COCENPP) fez esta semana a ven-da direta de 320 sacas de caf produzidas no modelo fair trade por agricultores de Ribeiro Claro e Abati. O lote foi adquirido pela Caf Bourbon, de Minas Gerais, e exportado para a torrefadora nova iorquina Green Malten. O produto foi comercializado pela primeira vez pela COCENPP, criada com a com a inteno de certi car os cafs dos agricultores da regio para abrir novos mercados. PG. B1

    A Cmara de Vere-adores de Carlpolis rejeitou na manh de ontem, em sesso extraordinria por quatro votos a trs, dois Projetos de Lei (PL) que autoriza-riam a prefeitura a fazer a suplementa-o de verbas para a desapropriao dos terrenos onde sero construdos o Frum Eleitoral e tambm cerca de 250 casas populares. Hoje ha-ver mais uma sesso extraordinria e, caso a situao no seja revertida, a prefei-tura poder perder a oportunidade de adquirir os terrenos e, consequentemente, ficar sem as obras. PG. A3

  • Impresso e Fotolito:Editora Jornal Tribuna do ValeFone/Fax : 43 3534 . 4114

    Editora Jornal Tribuna do Vale LTDACNPJ 01.037.108/0001-11

    Matriz: Rua Tiradentes 425, CentroSanto Antnio da Platina, PRFone/Fax: 43 3534 . 4114

    Circulao: Abati | Andir | Arapoti | Bandeirantes | Barra do Jacar |Cambar | Carlpolis | Conselheiro Mairink | Figueira|Guapirama | Ibaiti | Itambarac | Jaboti | Jacarezinho Jaguariava | Japira | Joaquim Tvora | Jundia do Sul | Pinhalo | Quatigu | Ribeiro Claro | Ribeiro do Pinhal | Santo do Itarar |Santana do Itarar |Santo Antnio da Platina | So Jos da Boa Vista | Sengs | Siqueira Campos |Tomazina | Wenceslau Brz

    * Os artigos assinados no representam necessariamente a opinio do

    jornal, sendo de exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.

    O Dirio da nossa regio - Fundado em agosto de 1995

    TRIBUNA DO VALEA-2 Opinio

    E D I TO R I A L E E D I TO R I A L

    O banimento da sacola de polieti leno dos supermercados no garante que isso tambm ocorra no restante do comrcio. Lojas,

    shoppings e at os milhares de bares e mercearias conti nuaro nela acondicionando suas vendas

    Dirceu Cardoso Gonalves A marca representa em si a histria de uma empresa, a qualida-de de seus produtos e servios, a admirao e con ana de seus clientes e, ainda, evidencia a responsabilidade social e ambiental da companhia.

    Renato dos Santos Fortes

    C HARGE chargeonline.com.brHORRIO DE FECHAMENTO

    SANTO ANTNIO DA PLATINA

    22:10

    NESTA EDIO TEM

    PREVISO PARA HOJE

    22 PGINASCADERNO PRINCIPAL A 01 - 08- OPINIO A 02- POLTICA A 03- GERAL A 04- CIDADES A 05- COTIDIANO A 06- ESPORTES A 07- AGRONEGCIO A 08

    2 CADERNO B 01 - 08- AGRONEGCIO B 01 - ATAS & EDITAIS B 02 - 07- SOCIAL B 08

    3 CADERNO C 01 - 06- ATAS & EDITAIS C 01 - 06

    TRIBUNA DO VALE Representao:MERCONET Representao de Veculos de Comunicao LTDARua Dep. Atlio de A. Barbosa, 76 conj. 03 - Boa Vista - Curitiba PR

    Fone: 41-3079-4666 | Fax: 41-3079-3633Diretor Responsvel

    Benedito Francisquini - MTB 262/PRtribunadovale@tribunadovale.com.br

    tribunadovale@uol.com.br

    Vendas AssinaturaAnual R$ 200,00Semestral R$ 100,00

    Filiado a Associaodos Jornais Diriodo Interior do Paran

    A RTIGO

    250 150

    A RTIGO

    A RTIGO

    Renato dos Santos Fortes *

    Dirceu Cardoso Gonalves *

    Mnica Monasterio *

    A imagem do Poder Judicirio

    Limites

    A importncia de uma marca

    A sacola e oproblema ambiental

    Quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

    A polmica discusso em torno dos supostos pagamentos milionrios feitos pelos tribunais aos seus membros, especial-mente aos desembargadores e ministros, enchem a sociedade de preocupao. A pratica poltica dos ocupantes, nas ltimas dcadas queiram ou no enfraqueceu as imagens do Exe-cutivo e do Legislativo. Contribuem para isso os sucessivos escndalos em que parlamentares, ministros e servidores em geral estiveram metidos e, principalmente, o sentimento de impunidade resultantes de tristes episdios como os mensales, os sanguessugas e outros do mesmo padro. At agora, apenas o Judicirio, para segurana da sociedade, estava a salvo da imagem negativa. Recebia apenas criticas pela sua morosidade administrativa nos processos e decises.

    Os prprios tribunais tm resolvido com seriedade muitas vezes com severas penalidades os desvios cometidos por seus integrantes. Tanto que h casos de magistrados e altos funcionrios retirados de seus postos direto para a cadeia por reconhecida prtica criminosa. Critica-se o procedimento legal de apenas aposentar os que cometem falhas menores mas, mesmo assim, isso no chega a interferir na imagem da instituio, que se mantm respeitada.

    Mas, infelizmente, as questes levantadas a partir das investi-gaes do CNJ Conselho Nacional de Justia e do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) do Ministrio da Fazenda,

    somadas reao das entidades representativas dos magistrados e funcionrios judiciais, conduzem o Judicirio para uma situao desconfortvel e a populao que o tem como ltimo reduto para defesa de seus interesses a um estado de perplexidade.

    Todos os tribunais citados como autores de pagamentos indevidos a seus membros e servidores tm o dever de apurar rigorosamente o ocorrido e buscar a soluo mais adequada e legalmente aceita. E a classe tem de estar submissa a essas deci-ses, pois assim que se processa o imprio da lei, que jamais poder ser ignorado no meio. Quem recebeu indevidamente, se que na verdade existem esses recebimentos, tem de prestar contas, sem qualquer artifcio ou subterfgio. Tambm im-prpria e indevida qualquer ao que tenha por objetivo tolher o trabalho dos rgos scalizadores, que existem em funo de lei e tm uma misso a cumprir para a sociedade.

    No h dvida de que o Poder Judicirio Brasileiro com-posto por homens e mulheres comprometidos com a sociedade, ntegros, competentes e trabalhadores, que enfrentam todas as di culdades estruturais para fazer a boa distribuio da Justia. Essa classe, de que toda a sociedade brasileira dependente, no pode, em nenhum momento, ter sua con abilidade abalada. Tomara, se encontre o equilbrio e, mais que isso, a verdadeira Justia, imparcial e impessoal, e os problemas sejam todos re-solvidos, para o bem geral da nao...

    O signi cado de uma marca vai alm de um sinal distintivo visu-almente perceptvel, passvel de identi car a origem de produtos ou servios, como conceitua a Lei de Propriedade Industrial. A marca representa em si a histria de uma empresa, a qualidade de seus pro-dutos e servios, a admirao e con ana de seus clientes e, ainda, evidencia a responsabilidade social e ambiental da companhia.

    A marca no se confunde com o nome empresarial, eis que este visa designao da personalidade jurdica ou identificao do empresrio, enquanto que aquela possui uma credencial o