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  • UnB/CESPE TCU

    Cargo: Auditor Federal de Controle Externo rea: Apoio Tcnico e Administrativo Especialidade: Tecnologia da Informao 1

    De acordo com o comando a que cada um dos itens a seguir se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designadocom o cdigo C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com o cdigo E, caso julgue o item ERRADO. A ausncia demarcao ou a marcao de ambos os campos no sero apenadas, ou seja, no recebero pontuao negativa. Para as devidas marcaes,use a folha de respostas, nico documento vlido para a correo das suas respostas.

    PROVA OBJETIVA P2 CONHECIMENTOS ESPECFICOS

    Julgue os itens seguintes, a respeito de engenharia de requisitos.

    101 Para o desenvolvimento de casos de uso, fundamental a

    identificao dos atores, tanto os principais quanto os

    secundrios, j na primeira iterao do levantamento de

    requisitos.

    102 O checklist de validao uma forma til de averiguar se

    determinado requisito pode ser testado e, em caso afirmativo,

    se os testes podem ser especificados.

    103 Por se tratar de funo essencial da engenharia de requisitos,

    a gesto formal de requisitos indispensvel mesmo para

    projetos de pequeno porte, com apenas duas ou trs dezenas

    de requisitos identificveis.

    Com referncia engenharia de usabilidade, julgue os prximos

    itens.

    104 Vantagem competitiva e reduo de custos de manuteno

    esto entre os benefcios mensurveis que podem ser obtidos

    de um sistema usvel.

    105 Identificar categorias e definir os objetivos de teste para cada

    categoria so recomendaes normalmente consideradas para

    a elaborao de teste de usabilidade.

    106 Se um sistema utilizvel com instruo ou ajuda contnua,

    ento h usabilidade nesse sistema.

    107 Uma questo do tipo A interao simples? jamais deve ser

    utilizada para determinar se a usabilidade foi atingida em um

    sistema.

    Acerca do processo unificado de software, julgue os itens

    subsequentes.

    108 UML (unified modeling language) uma tecnologia

    concorrente com o processo unificado, no que diz respeito ao

    apoio prtica de engenharia de software orientada a objetos.

    109 O processo unificado de software centrado na arquitetura e

    orientado por casos de uso, o que sugere um fluxo de processo

    iterativo e incremental.

    Julgue os itens que se seguem, a respeito da anlise e do projeto

    orientados a objetos.

    110 Na fase de projeto, diagramas de implantao em UML so

    construdos inicialmente sob a forma de instncia, com a

    descrio explcita da configurao do ambiente de

    implantao.

    111 Uma classe pode ser vista como uma descrio generalizada de

    uma coleo de objetos semelhantes.

    Julgue os itens a seguir, relativos a modelos geis de processo.

    112 O desenvolvimento adaptativo de software (DAS) umatcnica para construo de sistemas e software complexos quefoca na colaborao e na auto-organizao da equipe.

    113 A agilidade no pode ser aplicada a todo e qualquer processode software.

    114 O processo XP (extreme programming) envolve a realizaodas atividades de planejamento, de projeto, de codificao e deteste.

    115 A atividade de planejamento XP inclui a criao dasdenominadas histrias de usurio, nas quais devem serdescritas as caractersticas e as funcionalidades requeridas parao software em desenvolvimento.

    116 A atividade de projeto uma desvantagem do processo XP,pelo fato de requerer uma quantidade de produtos de trabalhoconsiderada excessiva pela comunidade de desenvolvimento desoftware.

    ReceberPetio

    AnalisarPetio

    PublicarDecisono DOU

    Com referncia ao processo de negcio apresentado no fluxogramaacima, que dever ser automatizado usando uma abordagem deorientao por servios, e aos princpios de orientao a servios edas boas prticas de adoo de arquitetura orientada a servios(SOA), julgue os itens que se seguem.

    117 Aps definidos os servios que automatizam as tarefas, essesservios podem ser orquestrados para prover a automatizaodo processo como um todo. Essa abordagem est ligada caracterstica de que SOA deve ser direcionada pelo negcio.

    118 Servios de entidade e utilitrios, com maior potencial dereso, no podem ser identificados a partir da anlise orientadaa servios do processo de negcio.

    119 No processo de anlise orientada a servios, comumidentificar o reso de lgica de soluo legada a serencapsulada por servios identificados durante a anlise. Essaatividade est ligada aplicao dos princpios de autonomiade servios.

    120 O referido processo de negcio sequencial. Esse processopoder ser otimizado por meio da anlise e do projetoorientados a servios, que poder transform-lo em umprocesso que emprega atividades executadas em paralelo,promovendo maior agilidade organizacional, outracaracterstica intrnseca de SOA.

    121 Cada uma das tarefas apresentadas dever ser automatizada porum nico tipo de servio de negcio: servio consumidor, queconsome funcionalidades de outros servios. Esse servioapresenta carter no agnstico e pouca possibilidade de reso.Essa tcnica contempla os princpios de abstrao de serviose capacidade de composio de servios.

  • UnB/CESPE TCU

    Cargo: Auditor Federal de Controle Externo rea: Apoio Tcnico e Administrativo Especialidade: Tecnologia da Informao 2

    Acerca da mtrica de anlise por ponto de funo, julgue os itens

    seguintes.

    122 O IFPUG (International Function Point Users Group), alm de

    disponibilizar o Function Point Counting Practices Manual,

    prov estudos de casos ilustrando a contagem no processo de

    desenvolvimento, tanto no fim da fase de anlise, quanto no

    final da construo do sistema.

    123 Essa anlise pode ser utilizada para se estimar o custo relativo

    a codificao e teste, mas no, para se estimar o custo referente

    ao projeto do software.

    124 A anlise por ponto de funo no permite prever o nmero

    de erros que sero encontrados durante o teste; por isso,

    necessrio o uso de uma mtrica adicional para tal fim.

    125 A partir de diagramas UML de classe e de sequncia,

    possvel calcular o nmero de pontos de funo de um sistema

    ou mdulo.

    Texto para os itens de 126 a 150

    Uma equipe de desenvolvimento de software recebeu a

    incumbncia de desenvolver um sistema com as caractersticas

    apresentadas a seguir.

    ! O sistema dever ser integrado, interopervel, portvel e

    seguro.

    ! O sistema dever apoiar tanto o processamento online, quanto

    o suporte a deciso e gesto de contedos.

    ! O sistema dever ser embasado na plataforma JEE (Java

    enterprise edition) v.6, envolvendo servlets, JSP (Java server

    pages), Ajax, JSF (Java server faces) 2.0, Hibernate 3.5, SOA

    e web services.

    O lder da equipe iniciou, ento, um extenso processo de

    coleta de dados com o objetivo de identificar as condies

    limitantes da soluo a ser desenvolvida e tomar decises

    arquiteturais e tecnolgicas que impactaro vrias caractersticas

    funcionais e no funcionais do sistema, ao longo de seu ciclo de

    vida. A partir dessa coleta, o lder dever apresentar equipe um

    conjunto de informaes e de decises.

    Com relao s diferentes arquiteturas e tecnologias que, se

    escolhidas, impactaro as caractersticas do sistema descrito no

    texto, julgue os itens de 126 a 129.

    126 A web profile da plataforma JEE apresenta, em relao ao

    perfil application server definido em edies anteriores da

    plataforma Java, as seguintes vantagens: fornece suporte para

    POJOs (plain old Java objects) e annotations; possui modelo

    de empacotamento de componentes mais simples; a

    configurao dos seus descritores XML (extensible markup

    language) mais fcil; aderente ao padro SOA.

    127 POJOs no suportam transaes e persistncia, por isso so

    inadequados ao referido projeto, mesmo durante a fase de

    testes unitrios do sistema.

    128 A tecnologia EJB (enterprise Java beans) apresenta, na sua

    verso 3.1, melhorias que propiciam facilidades para o uso de

    beans singleton e que permitem o uso de beans de uma classe,

    sem necessidade de desenvolvimento de sua interface

    correspondente, e a invocao assncrona de beans de sesso.

    129 O estilo de arquitetura de software denominado REST

    (representational state transfer) demanda mais recursos

    computacionais que o modelo de desenvolvimento de sistemas

    embasado em SOAP (single object access protocol), por isso

    no recomendvel a adoo do padro REST de arquitetura

    de software no desenvolvimento do sistema em questo.

    Com relao s tecnologias para desenvolvimento web em Java que

    podem ser empregadas no sistema descrito no texto, julgue os itens

    a seguir.

    130 A tecnologia Hibernate 3.5 apropriada para o projeto em

    questo: entre as caractersticas que a credenciam, esto a

    integrao com servidores de aplicao via JNDI e o suporte

    a mapeamento objeto relacional em modos bsico e avanado,

    possibilitando o mapeamento de colees e de associaes,

    entre outros.

    131 A tecnologia Hibernate 3.5 apropriada para o sistema a ser

    desenvolvido: entre as caractersticas que a credenciam, est o

    fato de ela possibilitar a recuperao de objetos por meio da

    formulao de queries em linguagens HQL (hibernate query

    language) e SQL (structured query language), bem como pelo

    uso de APIs (application programming interfaces) de busca

    por critrio, entre outras.

    132 O uso de expresses da unified expression language deve ser

    evitado dentro do cdigo de classes Java, mas tais tipos de

    expresses so adequados e devem ser usados em pginas JSF,

    entre outras razes, por