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registro da exposição.

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  • para cada trabalho de arte

    que se torna algo fsico

    h diversas variaes que no se tornam

    sol lewitt

  • Em O nome do lugar, por exemplo, srie que discute a formao da imagem

    a partir da memria individual, possvel perceber por detrs das obras emolduradas,

    em forma de lambe-lambe, uma cena do filme Asas do Desejo, de Win Wenders.

    Na cena um personagem aconselha ao outro: And if you do it together, its fantastic,

    que se torna um convite participao do observador, para que complete os fragmentos das imagens

    com seu repertrio pessoal.

  • um espectador pode perceber de maneira equivocada um trabalho de arte (entend-lo diferente do artista),

  • mas mesmo assim ser impulsionado

    em sua prpria cadeia de pensamento

    por essa interpretao equivocada.

    sol lewitt

  • manchas mnimas outro caso de srie que extrapola o espao usual da galeria.

    Nela, sobreposies de desenhos feitos a grafite muito claro,

    quase invisveis, esto dispostas na parede,

    enquanto uma tela crua se encontra estendida sobre o piso.

    Para acessar visualmente os frgeis desenhos, o participante necessita aproximar-se.

    ento que, inevitavelmente, produz pequenos rastros com seus calados sobre a tela,

    evidenciando suas prprias manchas mnimas.

  • o pe

    nsam

    ento

    impe

    de a

    uni

    dade

    o qu

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    to

  • h a

    pos

    sibilid

    ade

    da e

    sper

    a

    adap

    tar

    rom

    per

  • h muitos elementos envolvidos

    em um trabalho de arte.

    os mais importantes so os mais bvios.

    sol lewitt

  • J na srie MASSAS, em que estuda a amlgama de imagens por meio de massas de cor, o artista se vale de algumas obras para homenagear outros artistas que influenciam seu trabalho, como Andy Warhol, Sol LeWitt, Cildo Meireles, Giorgio Morandi e Yves Klein.

  • a vontade do artista secundria

    em relao ao processo

    que ele inicia, da idia a concluso

    do trabalho.

    sol lewitt

  • Embora as sries produzidas por leonardo MAthias permaneam em aberto, ou em progresso, como prefere, dois trabalhos de sua produo mais recente tambm fazem parte da exposio. Intituladas Deformao da obra bi-dimensional n.1 e n.2, as obras desconstroem estruturalmente a relao entre ideia e execuo. Partindo de um ou mais desenhos bidimensionais, o artista compe objetos tridimensionais ao redor da imagem, caracterizando uma nova unidade esttica que, de modo intersemitico, interage deformando a percepo da primeira obra. A cada perodo aleatrio, ou reapresentao, MAthias remonta de forma diferente as microinstalaes, no necessariamente com os mesmos objetos ou o mesmo desenho, mas sempre registrando fotograficamente os diversos status adquiridos pelo trabalho mutante.

  • defo

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    stat

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  • o artista Alexandre Pinto Garcia, ouve Tenderly, na voz de billie holiday, parte sonora da instalao.

  • deformao da obra bidimensional n.2 - status 2

  • espaos vaziosme comovem

    profundamente

    mira schendel

  • frestas e ocupaes

  • da esquerda para a direita:o montador Patrick, o galerista Otto Sulzbach, o artista e montador Cassiano Sotomaior e o artista leonardo MAthias

    AGRADECIMENTOS

    DIANA BARROSOTTO SULZBACHDECIO PRESSER

    BRUNO DABRUZZOCAMILA DUARTE

    CASSIANO SOTOMAIORPATRICK

    (PESSOAS DIRETAMENTE LIGADAS AO DESENVOLVIMENTO DA EXPOSIO)

    AOS (ANTIGOS E NOVOS) AMIGOS E AOS FAMILIARES

    QUE COLABORARAM INDIRETAMENTEPARA A REALIZAO

  • somente por meio da sensibilidade o homem poder penetrar no espao.

    yves klein

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