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Revista Vivência Espírita - Edição 02 Distribuição gratuita para centros espíritas do Brasil. Editora Vivência. Um projeto do editor Victor Rebelo. www.vivenciaespiritualista.com.br

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  • NDICE

    Sade e espiritualidadeEntre o esprito e o corpo fsico, temos o perisprito, alm dos ncleos

    energticos do duplo etrico (campo bioeletromagntico), responsveis em fazer a captao, irradiao e distribuio do fl uido vital por meio de canais energticos. Quando estas energias no fl uem livremente, o corpo adoece. Tudo o que pensamos e sentimos repercute, energeticamente, no corpo.

    Como podemos manter um estado de sade plena se cultivamos dio, rancor, mgoa, irritao...? Como mantermos o equilbrio espiritual sem a menor noo do que se passa em nossa mente? Como podemos ter um corpo saudvel se nos entupimos de comida, sem nos preocuparmos com uma alimentao mais nutritiva? Como vivermos sem medo, afl ies e presso, se estamos em uma sociedade competitiva demais, onde a grande preocupao da maioria ganhar, ganhar e ganhar? Vivemos com medo da violncia, mas no fazemos quase nada para ajudar aqueles que padecem na misria moral. Reclamamos dos problemas respiratrios, gstricos, mas o que fazemos para manter a serenidade diante das difi culdades que surgem? Sin-ceramente, a grande cura vir quando uma maior conscincia e amor reinarem entre ns. S assim nos tornaremos mais sbios e sos.

    Victor Rebelo mdium e comunicador. Realiza palestras e vivncias sobre harmonizao da aura, mediunidade, arte e espiritualidade.

    Acesse: www.vivenciaespiritualista.com.br

    A revista tambm est disponvel gratuitamenteem nosso site, para baixar.

    Anncios e redao: Fone (11) 2364-8792

    Editor-chefe e Diretor de Arte: Victor Rebelo

    Administrao: Ivonete Pietro

    Diretor-presidenteRicardo Pin ldi

    VendasLeonardo Zoais

    2015 Ano 1 nmero 02dezembro/janeiro 2016

    A revista VIVNCIA ESPRITA de autoria daEditora Vivncia Ltda-ME.

    Revista VIVNCIA ESPRITA edio 02 5 mil exemplares com distribuio gratuita em centros espritas, pela Candeia Distribuidora.

    site: www.candeia.comAtendimento:

    0800 707 12 06(17) 3524-9800

    A sede da Candeia ca em Catanduva, So Paulo. Endereo: Rua Minas Gerais, 1516. CEP 15801-280.

    As opinies e artigos publicados nesta revistaso de inteira responsabilidade de seus autores e no

    re etem, necessariamente, a opinio do editor.

    e-mail: editor@vivenciaespiritualista.com.br

    O contedo desta revista gratuito. Para reproduo, na ntegra ou parcial, na internet ou de forma impressa, necessrio comunicar Editora Vivncia e divulgar a

    fonte e autor do artigo.

    No encontrou seu livro na livraria?

    Impresso gr ca e acabamentoFlor de Accia Gr ca e Editora (11) 2284-1200

    ESPECIAL16 CHICO XAVIER E A MENSAGEM DE NATALCINCIA E ESPIRITISMO18 O ESPRITO E O DNACENTRO ESPRITA20 PUBLICANDO EXPERINCIASCODIFICAO22 A CODIFICAO ESPRITA

    MATRIA DE CAPA04 ESPIRITISMO E SADEESPECIAL08 EM BUSCA DA PAZ INTERIORREFORMA NTIMA10 APRENDA A SE AMARARTE12 ARTE E MEDIUNIDADELITERATURA14 PARA SER FELIZ

    Anuncie sua empresa ou evento esprita!editor@vivenciaespiritualista.com.br

  • O Espiritismo no tem como finalidade principal a cura das doenas do corpo. A principal finalidade do Espiritismo curar o esprito. Embora, sem alarde, coopere com a medicina, por meio de tratamentos espec-ficos, conforme as orientaes de Allan Kardec, o seu objetivo maior ensinar, orientar e consolar o esprito, auxiliando a todos alcanarem a sade moral da angelitude.

    Portanto, o Espiritismo no pretende compe-tir deliberadamente com a medicina do mundo. Se este objetivo fosse o essencial, ento, os men-tores que orientaram Kardec na codificao da doutrina esprita certamente teriam indicado todos os recursos e mtodos que assegurassem aos mdiuns o xito teraputico no combate s doenas que afetam a humanidade.

    Muitos buscam a teraputica esprita para se tratar de doenas que a medicina no curou, mas qual a proposta esprita para a sade integral?

    POR VICTOR REBELO E EDVALDO KULCHESKI

    Espiritismo e sadeMATRIA DE CAPA

    O Alto inspira e coopera nas atividades tera-puticas utilizando os mdiuns, mas sem qualquer inteno de substituir ou enfraquecer a nobre profisso dos mdicos, cujos direitos acadmicos devem prevalecer acima da atuao dos leigos.

    Aceitamos, sem dvida, que o centro esprita, alm de escola onde aprendemos sobre os meca-nismos da vida, seja, tambm, o hospital onde as feridas do sentimento encontram medicao e todas as inquietudes recebem repouso.

    Quando transformado em hospital de almas, o centro esprita ministra passes, oferece gua mag-netizada, favorece a desobsesso, abre canais de ajuda espiritual pela fora da prece e do esclareci-mento, revigora a esperana e torna a f inabalvel, com os alicerces racionais que a doutrina oferece, para a reconstruo de uma nova vida.

    Se a finalidade do hospital curar o doente, quando esta cura acontece, o hospital alcanou o seu fim. A o paciente recebe alta e vai embora, agradecendo a Deus no ser preciso continuar l. J no centro esprita tal no deve acontecer. A cura do mal fsico ou espiritual dever dar ao paciente motivos e condies para que na casa permanea, na busca de entender as razes pelas quais a doena o trouxe at ali e o porqu da cura.

    Como a medicina ainda no consegue curar todas as enfermidades do corpo fsico e se mostra incapacitada para solucionar as doenas psquicas de origem obsessiva, evidente que os mdicos no podem censurar os esforos do tratamento espiritual, que tenta suprir as deficincias mdicas no tratamento das molstias da alma. A medicina, malgrado o seu protesto intruso do mdium ou do curandeiro na sua rea profissional, fracassa

    Perisprito

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  • paixes e dos vcios perniciosos que perturbam a contextura delicada do perisprito.

    Doenas psicossomticasAs doenas psicossomticas so provenientes

    do desequilbrio do nosso padro psicoemocional e energtico.

    A qualidade do que pensamos e sentimos se reflete em nosso perisprito e, no caso dos encar-nados, acaba gerando tambm um padro dese-quilibrado na circulao de fluido vital em nosso duplo-etrico (campo bioeletromagntico). Caso este padro de desequilbrio espiritual-energtico seja mantido por um certo perodo, acabar se ma-nifestando no corpo fsico, naquilo que a medicina classifica como doena, que afeta os rgos.

    A cada encarnao trazemos no apenas nossas conquistas espirituais que chamamos de evoluo mas tambm nossos desequilbrios, que nada mais so do que nossas necessidades pessoais de reajuste perante as leis que regem a harmonia universal. Estes desequilbrios, que j se manifestam no perisprito, podem vir a se manifestar tambm no corpo fsico ainda na vida intrauterina (em uma nova encarnao) ou se agravar na encarnao atual, caso no mudemos o padro dos nossos pensamentos e sentimentos, o que acabar, cedo ou tarde, gerando doenas no corpo fsico.

    Emisses mentais txicasPortanto, as doenas no so dbitos e

    nem punio divina. Enquanto persistirem as energias nocivas no perisprito, a cura no se completar. Como disse o esprito Emmanuel, atravs de Chico Xavier: As chagas da alma se manifestam atravs do envoltrio humano e o corpo doente reflete o panorama interior do

    INTERIOR DO ESPRITO ENFERMOO CORPO DOENTE REFLETE O PANORAMA

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    Do princpio vital

    diante dos casos de obsesso. As doenas de origem fsica so meras cir-

    cunstncias ocasionais, no radicadas a vidas anteriores. So desajustes passageiros do me-tabolismo orgnico, por efeito de transgresses atuais. A disfuno orgnica um estado que poderamos chamar de estado alterado de qual-quer rgo por apresentar uma doena.

    O que existe na disfuno orgnica so mols-tias ou distrbios provocados por algum excesso de esforo, exagero alimentar, acidente, conta-minao bacteriana, virtica, etc., que impedem algum rgo de funcionar como deveria, criando a doena que, em muitos casos, pode ser curada simplesmente pela medicina.

    Na realidade, os homens ainda no fazem jus sade fsica em absoluto, ante o desvio psqui-co que exercem sobre si mesmos, no trato das

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    MATRIA DE CAPA

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  • esprito enfermo. Lembramos que estamos nos referindo especificamente s doenas cuja causa se encontra no esprito em desequilbrio. Cada caso um caso; no devemos generalizar.

    Diz o esprito Andr Luiz, no livro Missionrios da Luz, psicografado por Chico Xavier, que (...) se a mente encarnada no conseguiu, ainda, discipli-nar e dominar suas emoes e alimenta paixes (dio, inveja, vingana), entrar em sintonia com os irmos do plano espiritual que emitiro fluidos malficos que iro impregnar o perisprito do encarnado, intoxicando-o com essas emisses mentais, podendo lev-lo at a doena.

    No livro Nos Domnios da Mediunidade, Andr Luiz nos diz: Assim como o corpo fsico pode ingerir alimentos venenosos que lhe intoxicam os tecidos, tambm o organismo perispiritual absorve elementos que lhe degradam, com reflexos sobre as clulas materiais.

    Partindo, portanto, das estruturas sutis do perisprito na direo do corpo, passando pelo duplo-etrico, esses ele-mentos nocivos se estabelecem em reas especficas, as quais podem desequilibrar o funcionamento dos rgos relacionados a elas ou desenvolver vidas microscpicas encarregadas de produzir os fenmenos compatveis com os quadros das necessida-des evolutivas do indivduo. Neste casos, a recuperao s ocorrer mediante a elimi-nao da carga txica que est impregnada no seu perisprito e duplo etrico.

    Embora estejamos dispostos a uma rea-o construtiva, no podemos nos subtrair aos imperativos da lei de causa e efeito. A cada atitude corresponde um efeito, im-pondo retificao na mesma proporo, ou seja, temos que despender um esforo par