correio noticias edição 1.189

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Correio Noticias Edição 1.189

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  • 1Quarta-Feira - 25 de Maro de 2015Edio 1.189

    25Quarta-FeiraMaro / 2015

    Edio 1189

    Prefeito de Ibaiti recebe representantes da CAPAL

    O prefeito de Ibaiti, Roberto Regazzo recebeu na ltima semana a visita do gerente da empresa CAPAL Cooperativa Agroindustrial, da cidade de Arapoti.

    O gerente industrial Loureno Teixeira, Marcelo Alvarez Ferreira, gerente da Unidade e o encarregado Jefferson Copeti visitaram a cidade e em conversa com o prefeito fala-ram da potencialidade do municpio e atravs de levantamentos das Secretarias muni-cipais de Agricultura, Indstria e Comrcio estudam a possibilidade de futura instalao da empresa no municpio de Ibaiti. Pgina 3

    Assassinos arrastam jovem para fora de casa e o executam mesmo

    com famlia implorando

    Um jovem de 24 anos foi arrastado para fora de casa e executado na noite desta segunda-feira (23), no bairro Bom Pastor, em Campo Magro, na regio metropolitana de Curi-tiba. Christofer George da Costa Rosa foi morto a tiros na frente de toda a famlia, que implorou

    pela vida do jovem, em vo. Ele era usurio de drogas, mas no tinha passagem pela polcia.

    O jovem estava em casa junto com a famlia, de acordo com a Polcia Militar (PM), quando seis homens encapu-zados invadiram o local, que fica na rua Siqueira Campos, e

    arrastaram Rosa para o quintal. Todos da casa j se preparavam para dormir e ficaram apavora-dos com a cena. Eles implora-ram para que os atiradores no matassem o jovem, mas, em segundos, descarregaram as pistolas de calibre 380 contra ele. Pgina 5

    Bandidos tentam assaltar capito da PM e troca de tiros

    assusta moradores

    Uma tentativa de roubar o carro de um capito da Polcia Militar (PM) terminou em troca de tiros na Rua Teodoro Czyr com a Professor Joo Doetzer, no bairro Jardim das Am-ricas, em Curitiba, por volta das 8h desta tera-feira (24). Ningum ficou

    ferido e os marginais conseguiram fugir, mas o susto foi grande para os moradores da regio.

    Segundo o apurado pela Banda B, o capito estava em um carro importado no cruzamento das ruas quando parou na preferencial e foi

    abordado por dois homens armados. Ele saiu do carro e trocou tiros com os suspeitos, que chegaram a dirigir por alguns metros, mas perderam o controle e desistiram do roubo, pro-vavelmente por tratar-se de um ve-culo automtico. Pgina 5

    Presos da Operao Lava Jato chegam a presdio do Paran

    Pgina 4

    109 mil esto sendo investidos na ampliao do Posto de Sade da

    MangueirinhaPgina 3

  • Quarta-Feira - 25 de Maro de 2015Edio 1.1892 opinio/editais

    jornalstica correio do norte s/c ltda cnPj: 07.117.234/0001-62

    Siqueira CamposCornlio ProcpioCuritibaIbaitiJapiraJabotiSalto do ItararCarlpolisJoaquim TvoraGuapiramaQuatiguJacarezinhoConselheiro MairinckPinhalo

    direo sUCUrsaL arapoti

    Elizabete Gois David Batistaredao

    Isaele Machado, Regiane RomoDavid BatistaJornaLista responsVeL

    Regiane Romo - MTB: 0010374/PRdiaGraMao

    Andr MachadoadMinistratiVo

    Claudenice, Isamara MachadoCoLUnista

    Gnesis Machado

    CirCULao

    representaoMERCONET Representao de Veculos de

    Comunicao LTDARua Dep. Atilio de A. Barbosa, 76 conj. 03Boa Vista - Curitiba PRFone: 41-3079-4666 | Fax: 41-3079-3633

    FiLiado a

    Associao dos Jornais Dirios do Interior do Paran

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    Site: www.correionoticias.com.br

    SuCuRSAL ARAPOTIDIREO: DAVID BATISTAAv. Vicente Gabriel da Silva, 369Jardim Ceres - Arapoti - Paran(43) 3557-1925 | (43) 9979-9691

    [email protected]

    TomazinaCurivaFigueiraVentaniaSapopemaSo Sebastio da AmoreiraNova Amrica da ColinaNova Santa BrbaraSanta Ceclia do PavoSanto Antnio do ParasoCongoinhasItambaracSanta MarianaLepolis

    SertanejaRancho AlegrePrimeiro de MaioFlorestpolisSo Gernimo da SerraSanto Antnio da PlatinaArapotiJaguariavaSengsSo Jos da Boa VistaWenceslau BrazSantana do ItararJundia do SulAndir

    AbatiCambarRibeiro do PinhalNova FtimaBarra do JacarSanta AmliaSertanpolisBela Vista do ParasoRibeiro Claro

    CHARGE DO DIA

    Reforma poltica no se faz no SupremoSebastio Ventura

    Pereira da Paixo jrPara defender o finan-

    ciamento pblico eleitoral, muitos dos seus simpatizan-tes tm alegado que empresa no vota; portanto, no pode financiar campanhas eleito-rais. O raciocnio, no limiar da superfcie, parece perfeito; a questo, todavia, envolve lgicas mais profundas, exi-gindo prudncia e esprito crtico elevado. Sim, empresa no vota, mas paga tributos, cria empregos, produz inova-es, gera oportunidades de trabalho e, ao longo da curva, induz o progresso econmico, humano e social. Por assim ser, natural que o setor empresarial tenha e lute por legtimos interesses polticos, exercendo a justa prerroga-tiva de participar dos destinos

    democrticos do pas.Na verdade, os defenso-

    res do financiamento pblico de campanha defendem uma novidade velha e mofada. Isso porque, quando da dita-dura militar, a Lei 5.682/71 proibia as empresas privadas de contriburem aos partidos (art. 91). Para manter o poder fechado, era preciso asfixiar a livre participao poltica, evi-tando-se que o empresariado nacional patrocinasse o sur-gimento de novas lideranas pblicas. A manobra jurdica surtiu o efeito desejado aos donos do poder. Silenciosa-mente, foi formado o maior partido do ocidente, uma mquina eleitoral imbatvel que, sem escrpulos, conde-nou a oposio a duas dca-das de derrotas permanentes.

    Com a redemocratizao,

    o paradigma legislativo foi alterado pela Lei 9.096/95, tendo sido adotado o padro da liberdade contributiva. Adi-cionalmente, como forma de garantir a lisura dos pleitos, foi estabelecido o fidedigno dever de prestao de contas Justia Eleitoral. Ou seja, o atual critrio, alm de pri-vilegiar a livre participao poltica, estabeleceu a regu-laridade das contas eleitorais como um requisito obrigatrio de legitimidade pblica. Moral da histria: o acesso ao poder pressupe exatido e honesti-dade nas contas prestadas Justia; eventual falseamento dos valores informados ao rgo fiscalizador configura objetiva fraude democrtica e, por consequncia, obteno inconstitucional do mandato popular.

    Apesar da clareza norma-tiva, os recentes escndalos polticos bem retratam que algumas contas partidrias acabaram inundadas por dinheiro ilcito, colocando em xeque a verdade das urnas. Nesse contexto sombrio, o que temos de combater a ao fraudulenta nas contas eleitorais e no o democr-tico direito das empresas de colaborarem com candidatu-ras polticas. Alis, no existe dispositivo constitucional proi-bindo as empresas de contri-buir eleitoralmente. Tanto verdade que, por mais de 20 anos, h eleies com con-tribuies empresariais sem qualquer tipo de questiona-mento quanto validade dos pleitos pretritos. Tal fato, por si s, revela a absoluta fragi-lidade da tese de inconstitu-

    cionalidade do financiamento privado eleitoral.

    Acontece que, por inicia-tiva da Ordem dos Advogados do Brasil, a questo foi judi-cializada e levada a conheci-mento do Supremo Tribunal Federal; o julgamento est suspenso por fora de pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. O caminho judicial, no entanto, soa imprprio. Isso porque estamos diante de uma questo fundamental-mente poltica e no jurdica. Dessa forma, a modalidade de financiamento eleitoral deve ser tratada e debatida prio-ritariamente no Congresso Nacional. E tal discusso h de ser aprofundada em todas as suas complexas variveis, exigindo intensa participa-o das foras plurais que compem o parlamento bra-

    sileiro, sujeitando-se ainda crtica responsvel da opi-nio pblica e do jornalismo independente.

    Sem cortinas, a funo poltico-normativa da Suprema Corte no lhe per-mite ditar regras da alada exclusiva do Poder Legisla-tivo. Por mais que queira, o juiz constitucional no pode redesenhar as regras do sis-tema eleitoral, criando traos e horizontes completamente distantes da soberana prer-rogativa de bem interpretar a lei. E, no caso, no existe dispositivo legal proibindo as empresas de contribuir elei-toralmente. Assim sendo, a nsia pela boa reforma pol-tica no pode gerar estriden-tes deformas constitucionais. Ou ser que, no Brasil de hoje, a baguna geral?

    Parte integrante de um cone da cidadeGraeme CraigNo ano passado, a Transpor for

    London (TfL) e o Museu do Trans-porte de Londres comemoraram o ano do nibus, uma srie de eventos e exposies para lembrar a todos sobre o papel essencial do nibus em nossa grande cidade. Como parte das festividades, um antigo double-decker Tipo B foi res-taurado e exibido em sua pintura ori-ginal, vermelha e creme.

    O Tipo B foi o primeiro nibus do mundo produzido em massa. Come-ou a rodar em 1910 e logo substi-tuiu os nibus puxados por cavalos em Londres. Fiel ao desenho origi-nal, o exemplar restaurado do Tipo B trazia um grande anncio o de uma marca de sabo. Mesmo antes de 1910, a publicidade j tinha sido integrada rede de transportes lon-drina, e ainda hoje assim.

    No h evidncia nenhuma de que os anncios reduzem a popu-laridade do nibus de Londres. Na verdade, parece ser o oposto

    Do Tipo B ao novo Routemaster, os nibus de Londres tm mostrado anncios e ao mesmo tempo se tor-naram um smbolo da cidade. Hoje temos quase 9 mil veculos rodando em cerca de 700 linhas. A cada ano, 2,3 bilhes de passageiros usam os nibus quase o dobro do nmero de pessoas que trafegam por nosso metr. Uma pesquisa recente orga-

    nizada pela TfL mostrou que os nibus londrinos so quase to reconhecveis quanto os anis olm-picos no apenas no Reino Unido, mas tambm nos Estados Unidos, na China e na Alemanha. O nibus londrino no apenas icnico, ele visto internacionalmente como uma parte essencial da cidade: andar de nibus entrou na lista de coisas importantes a fazer em uma vi