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Conhea o Espiritismo: estude Kardec! www.deolindoamorim.org.br

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Editorial 1 Fala Deolindo 1 Para Refletir 2 Os Espritos falam 2 Avisos 3 Programao do Ms 4

TERESPOLIS ESPRITA Novembro - 2017 N 262 ANO 22

Adesa ao 13 CEU / CEERJ Rua Guare, n. 71, Araras Terespolis, RJ

Morte: dor ou saudade? No momento da morte, a dor de quem fica como que sentir o

corpo inundado de uma energia estranha que oprime o peito; confunde o pensamento. Consternamo-nos por ns ou por quem partiu? Difcil saber. Num momento secam as lgrimas e noutro elas vm convulsas. Agarramo-nos s lembranas como se pudssemos prender nossos entes queridos um pouco mais. No conseguimos imaginar nossa vida nos dias que viro. Mas, nessa confuso de sentimentos, o amor se faz ouvir. E falando mais alto ao corao, esse amor nos faz deixar de lado o egosmo que nos moveu at ento, e voltar ateno a novas questes: Onde estar meu afeto? Quem o acolher? Estar feliz ou sofrendo? Estaremos separados eternamente ou no? Todas essas dvidas e sentimentos nos envolvem no momento da morte. E por qu? Porque fomos levados a crer que no podemos constatar ou enxergar o que se passa do lado de l. No como algum que viaja e podemos ligar e saber como est, se est feliz, se est gostando. Essa incerteza, alimentada numa mistura de medos e esperanas, gerou as tantas teorias e crenas em torno da morte. Mas ao longo da histria do homem, a esperana de uma vida futura permaneceu vvida no ntimo das criaturas como verdades inatas.

Com o advento da Doutrina Esprita, com a certeza da imortalidade da alma e comunicabilidade entre os dois mundos, o consolo chegou como aquela brisa fresca que alivia o dia de calor e matamos a morte. No que pudesse aplacar toda a saudade e nem impedir as lgrimas, mas com a certeza da continuao da vida e no seu progresso incessante, j no nos move o desespero; no nos desequilibramos na revolta e nem olhamos a partida de um ente amado como perda. Sabemos, ento, que haver o tempo do reencontro, seja quando da nossa partida ou numa nova chegada entre ns. como um porto de cada lado da vida, com intenso movimento de chegadas e partidas. H o tempo de despedir, o tempo de viajar e o tempo de receber.

E o tmulo? Para muitos ainda constitui um local de demonstrao de saudade e respeito. E carregando essa idia para alm da morte, alguns se vinculam ao tmulo esperando as demonstraes de afeto dos que ficaram na Terra. Para os Espritas, e aqueles que acreditam na sobrevivncia da alma, o tmulo no mais do que o local dos despojos; apenas terra. A lembrana afetuosa e sincera o que realmente importa para os Espritos. As preces para eles dirigidas proporcionam grande alento, conforto e alegria e, muitas vezes, uma trgua no turbilho de sofrimentos possibilitando a aproximao daqueles que o querem ajudar. Que alegria, essa liberdade de continuar amando sem precisar de lugares e cerimnias! O nosso pensamento viaja at os Espritos e os alcana. Os atraem, se o que pensamos os felicita; os repelem, se os desagrada. sempre de corao a corao; de alma a alma.

A maioria dos sofrimentos decorre da forma incorreta por que a vida encarada. Joanna de ngelis

FALA DEOLINDO

ASSISTNCIA ESPIRITUAL Uma questo ainda muito discutida

na seara esprita a da interveno dos Espritos nos interesses humanos. Embora os ensinos da Doutrina sejam claros e compreensveis, as interpretaes a esse respeito, s vezes, so desiguais, inevitavelmente.

O bom senso com as luzes da Doutrina seria suficiente para colocar a questo em seu verdadeiro lugar sem conflito de opinies. H certas questes doutrinrias em cuja anlise deve entrar, indispensavelmente, o bom senso de cada um. (...) Os Espritos no nos auxiliam, certo, como ns prevemos, na concepo de auxlio (...) de fato no podem revogar a lei a que estamos sujeitos, como no podem modificar o curso de um ciclo de provas, nem destruir, em nossa existncia presente, situaes oriundas de encarnaes anteriores. Ainda assim no esto eles de todo privados de nos prestarem assistncia em certas ocasies. Sem que tal ou qual forma de auxlio possa ferir a lei de causa e efeito, ponto de apoio da filosofia reencarnacionista, os guias espirituais, os Espritos familiares, principalmente, dispem de meios para atender aos nossos apelos, no de forma ostensiva, espetacular, mas dentro dos limites do nosso merecimento e de acordo com a sinceridade de nossas intenes.

Do livro Anlises Espritas Captulo 17

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O Cncer Segundo informam os mentores espirituais, doenas graves, como o cncer, podem surgir por vlvulas de escoamento de desajustes perispirituais, nascidos de nossos desatinos no passado, observada a lei de causa e efeito, que rege nossa evoluo. Representam uma espcie de tratamento de beleza para o Esprito. Incontveis problemas de sade surgem a partir das condies de vida na Terra, a comear pela poluio dos grandes centros urbanos, gerando no apenas o cncer, mas, tambm, molstias do aparelho respiratrio. A relao de causa e efeito, nesses casos, est na indiferena e no desrespeito do homem com a Natureza. H uma tendncia no meio esprita de associarmos enfermidade a problemas crmicos, oriundos de vidas passadas, quando, em boa parte, ela surge como um problema de uso. O corpo uma mquina que tem suas necessidades e limitaes. Se no o atendemos em suas necessidades, se no observamos suas limitaes, a tendncia ficarmos doentes, como um motorista que ter problemas com seu automvel se no cuidar bem dele. Foi-se o tempo em que o cncer equivalia a um atestado de bito. A Medicina evoluiu muito nessa especialidade. Os que se tratam, guardando os cuidados necessrios, ganham maior espao para viver. Podemos ter cncer por problema crmico, mas no temos necessariamente que morrer vitimados por ele. Na atualidade, so notveis os avanos da Medicina, contabilizando ndices altos de cura, principalmente quando o mal detectado no incio. A Medicina a misericrdia de Deus, minorando nossos padecimentos, quando inevitveis, curando nossos males, quando possvel. Em linhas gerais ela sustenta-nos a vida, oferecendo-nos condies para uma existncia saudvel e produtiva, atendendo s finalidades da jornada humana.

Richard Simonetti http://www.richardsimonetti.com.br/pingafogo/exibir/130

Os Espritos Falam Peo desculpas, intrometido recorrente, para

expressar humildes sugestes sobre o valor de algo extremamente precioso que, muitos de ns, costumamos desperdiar, sem noo do quanto valioso como veculo de progresso durante a encarnao. Por no ser tangvel nem permitir ser aprisionado, como objetos e smbolos de posse material, passa despercebido e no compreendemos o quanto dele teremos que dar contas na hora de avalio de comportamentos e atitudes.

Trata-se do tempo!!! Sim, do tempo, do bem que s passa e segue, nunca retorna. O valor que no se mensura em moedas, ttulos, fortunas, mveis ou imveis, misericordiosamente doado a todos, sem exceo, e to desvalorizado pelos que no o compreendem como um tesouro abenoado que, quando bem aproveitado, constitui enorme patrimnio, possvel de levar conosco quando chega o momento do desencarne.

Como aproveitar bem o tempo? Que fazer do tempo para torn-lo til ou intil? Como dilatar o tempo multiplicando seu valor?

Como desperdiar o tempo, deixando que passe sem nele inscrever marcas de amor em cada minscula partcula de minuto, de segundo, de acordo com a dimenso de contagem que, em nosso planeta, ele nos apresentado?

O segredo de usufruir todos os benefcios que o tempo nos oferece muito simples: s nos cabe evitar a imobilidade que se nos apresenta como a forma de cansao sem ostensivo motivo aparente, de falta de vontade de agir com presteza, de necessidade de alimentar a curiosidade, no perdendo captulos de sries de entretenimento, sem movimentar todas as foras atravs do poderoso atributo vontade para no deixar de fazer o mximo do que nos foi solicitado, sem deixar que lembranas de episdios infelizes gravados em nossa vida por aqueles que nos so caros e amados, mas no se contm ante a oportunidade de nos ferir ou prejudicar, e inmeras outras situaes que consomem e nos permitem desperdiar o tempo, tanto ou mais precioso do que a gua e outros grandes benefcios oferecidos pelo pai criador nossa inteira disposio.

Irmozinhos de min alma, atentemos para o tempo como algo de que deveremos prestar contas, recebido a mancheias e nem sempre compreendido e valorizado.

E aqui fica o linguarudo contumaz, rogando perdo pelo tempo que permitir ser lido esse simples recado e rogando mais uma vez a tolerncia e a indulgncia de todos pelo tamanho da lngua que no para de crescer.

Justino (mensagem recebida na cceda em 29/09/2017)

"DE GRANDE SIGNIFICAO RECONHECER

QUE MUITO MAIS IMPORTANTE, PARA

QUALQUER DE NS NA VIDA, NO BEM

AQUILO QUE NOS SUCEDE, MAS

JUSTAMENTE AQUILO QUE FAZEMOS

ACONTECER."

EMMANUEL:

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Aniversariantes Associados

1 Sidney Paredes

5 Cecil Arajo 7 Tarcsio Machado 12 Marilia Mueler 16 Ricardo Lacerda

23 Marilena Vitola

Sem o