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  • Sumrio

    foto da capa:

    divulgao empresas e

    Joffre Oliveira Jnior

    6

    Entrevista

    Reordenao de foco amplia aes do IPT

    Marcos Tadeu Pereira e Neusvaldo Lira de Almeida

    10

    Matria de Capa

    Em Sintonia com o Mundo

    19

    ABRACO Informa

    21

    Notcias do Mercado

    24

    Artigo & Instituio

    33

    Sade & Segurana Ocupacional

    39

    Tecnologia & Novos Talentos

    42

    Opinio

    10 razes pelas quais seus funcionrios

    no vestem a camisa Erik Penna

    A revista Corroso & Proteo uma pu-blicao oficial da ABRACO AssociaoBrasileira de Corroso, fundada em 17 deoutubro de 1968, e tem como objetivo con-gregar toda a comunidade tcnico-empre-sarial do setor, difundir o estudo da corro-so e seus mtodos de proteo e controle,as experincias bem sucedidas e os princi-pais avanos tecnolgicos.

    Av. Venezuela, 27 , Cj. 412 Rio de Janeiro - RJ - CEP 20081-310 Fone (21) 2516-1962/Fax (21) 2233-2892www.abraco.org.br

    DiretoriaEng. Jorge Fernando Pereira CoelhoPresidenteEng. Pedro Paulo Barbosa LeiteVice-presidente

    Eng. Antnio Adolfo de O. FrotaDra. Denise de Souza FreitasM.Sc. Gutemberg de Souza Pimenta M.Sc. Hlio Alves de Souza Jnior -Force Tecnology BrasilEng. Laerce de Paula Nunes

    Dra. Zehbour Panossian

    Comunicao e MarketingGeorge Vasconcelos

    Conselho Editorial Eng. Aldo Cordeiro Dutra - INMETRO Dra. Denise Souza de Freitas - INT Eng. Jorge Fernando Pereira Coelho -ROSEN BRASIL M.Sc. Gutemberg Pimenta - PETROBRAS -CENPESEng. Laerce de Paula Nunes - IEC Dr. Luiz Roberto Martins Miranda - COPPEDra. Zehbour Panossian - IPT

    Conselho Cientfico M.Sc. Djalma Ribeiro da Silva UFRNM.Sc. Elaine Dalledone Kenny LACTECM.Sc. Hlio Alves de Souza Jnior ForceTechnology BrasilDra. Idalina Vieira Aoki USPDra. Ida Nadja S. Montenegro NUTECDr. Jos Antonio da C. P. Gomes COPPEDr. Lus Frederico P. Dick UFRGS M.Sc. Neusvaldo Lira de Almeida IPT Dra. Olga Baptista Ferraz INT Dr. Pedro de Lima Neto UFCDr. Ricardo Pereira Nogueira UniversitGrenolle FranaDra. Simone Louise D. C. Brasil UFRJ/EQ

    Redao e PublicidadeAporte Editorial Ltda.Rua Emboaava, 93So Paulo - SP - 03124-010Fone/Fax: (11) 6128-0900aporte.editorial@uol.com.br

    DiretoresJoo Conte - Denise B. Ribeiro Conte

    EditorAlberto Sarmento Paz - Vogal Comunicaesredacao@vogalcom.com.br

    Reprteres Henrique A. Dias e Carlos Sbarai

    Projeto Grfico/EdioIntacta Design - Info@intactadesign.com

    FotgrafoGilberto Rios

    GrficaVan Moorsel Grfica e Editora

    As opinies dos artigos assinados no refletem aposio da revista. Fica proibida sob a pena dalei a reproduo total ou parcial das matrias eimagens publicadas sem a prvia autorizaoda editora responsvel.

    27

    Fosfatizao de Metais Ferrosos

    Parte 3 - A utilizao prtica das

    diferentes camadas fofatizadas

    por Zehbour Panossian e

    Clia A. L. dos Santos

    30

    Comportamento de um organo silano

    como inibidor de corroso para

    o ao carbono em HCl 2M

    por Paulo Renato de Souza, Idalina

    Vieira Aoki e Isabel Correia Guedes

    34

    Evoluo no Tratamento de Superfcies

    do Cromatizante Nanotecnologia

    Parte 3 por Silvio Renato de Assis

    36

    Noes bsicas sobre processo de

    Anodizao do Alumnio e suas Ligas

    Parte 1 por Adeval Antnio Meneghesso

    Artigos Tcnicos

    C & P Setembro/Outubro 2006 3

  • EMOS INMEROS EXEMPLOS DE NAES E EMPRESAS QUE SE DESENVOLVERAM BASEADAS NO

    investimento contnuo na gerao do conhecimento. uma tarefa rdua que exige planeja-mento, comprometimento, investimento e, principalmente, viso de longo prazo. Nosso

    pas tem se destacado em diversas reas do conhecimento, sendo reconhecido internacionalmentepela excelncia de seus profissionais em campos complexos, como na indstria petrolfera e deacar e lcool.

    Diversos institutos de pesquisas ligados s universidades tm se destacado pela prestao deservios relevantes para o desenvolvimento do setor de corroso. E eles vm sendo apresentadosna Revista Corroso & Proteo, na seo Instituio. Primeiro, o Laboratrio de Eletroqumicae Corroso LEC do Departamento de Engenharia Qumica da Escola Politcnica da Universi-

    dade de So Paulo; depois, o Laboratrio de Processos Qu-micos ELETROCORR do Departamento de EngenhariaMetalrgica da UFRGS, e agora o Laboratrio de Corroso eTratamento de Superfcies LABCORTS do Centro de Cinciae Tecnologia de Materiais CCTM IPEN / CNEN SP. Emuitas outras esto programadas para a apresentao de seusperfis. O objetivo dessa apresentao individual dos labora-trios propiciar aos leitores uma exata dimenso do expertisenacional, e as possibilidades que surgem a partir do funciona-mento adequado desses centros de excelncia.

    A atuao muito prxima dos centros de excelncia com a indstria se traduz em maiorprodutividade e competitividade, menos riscos na operao e melhor controle dos processos. E,por outro lado, abre um campo imenso de atuao para os pesquisadores brasileiros no Brasil esse um dado importante, visto que o pas tem se notabilizado por exportar muitas de suasmais primorosas cabeas. Essa juno de fatores levar inexoravelmente a uma relao ganha-ganha entre a universidade e a indstria.

    Muitos exemplos desse compromisso mtuo podem ser dados, e um caso interessante podeser acompanhando na seo Entrevista desta edio. O tradicionalssimo Instituto de PesquisasTcnicas de So Paulo IPT est finalizando um processo de reorganizao interna para atuarcom mais desenvoltura junto iniciativa privada. E o mais importante, o primeiro grande temaapresentado aos clientes foi exatamente Tecnologia em Dutos, um sinal mais do que positivosobre a importncia do tema em debates futuros, incluindo a a corroso em Dutos.

    Se juntarmos a esse caldo de informao a notcia veiculada na mdia especializada sobrepetrleo e derivados sobre o fechamento do maior poo norte-americano, por problemas rela-cionados corroso interna, identificamos claramente a importncia do negcio corroso nasdiscusses sobre a infra-estrutura desse setor industrial.

    Fica o registro de que o debate agora. E no temos o direito de negar s nossas futurasgeraes muito mais oportunidades para o desenvolvimento e inovao tecnolgica. E os centrosde excelncia so a prova de que os profissionais brasileiros so capazes de, com muita criativi-dade, inovar e encontrar solues tecnolgicas para o desenvolvimento do pas.

    Boa leitura!

    Alberto Sarmento Paz

    Editor

    O conhecimento como gerao de valor

    Carta ao leitor

    4 C & P Setembro/Outubro 2006

    Todos tm a ganhar em

    uma relao ganha-ganha

    entre a universidade

    e a indstria

  • Produtos em Base Aquosa

    Totalmente isentos de Crmio e de quaisquer

    outros metais prejudiciais sade e ao meio

    ambiente

    Baixa espessura de camada e altssima resistncia

    corroso

    Ausncia total de fragilizao por Hidrognio

    Coeficiente de atrito controlado

    Opo de acabamento na cor preta

    Aplicados em parafusos, porcas, molas,

    estampados, discos de freio, conjuntos

    montados, etc

    Tecnologia diferenciada pela praticidade, baixo

    custo e superior qualidade

    Mundialmente disponveis e especificados em

    Normas Automotivas

    Tel.: (11) 4071.5651 Fax.: (11) 4071.4118 geomet@terra.com.br www.metalcoatings.com.br Liderana Mundial em Revestimentos Organometlicos

  • Entrevista

    Marcos Tadeu Pereira e Neusvaldo Lira de Almeida

    O FINAL DO SCULO XIXo Brasil passava por umperodo de efervescncia.

    Era o incio da industrializaodo Pas e essa novidade mobili-zou diversas reas do conheci-mento. Em So Paulo, era criada,em 1894, a Escola Politcnica, ecinco anos depois, para atenders crescentes demandas de en-saios de materiais de construo es necessidades do curso desen-volvido na Politcnica, era criadoo Gabinete de Resistncia deMateriais, que se tornaria o n-cleo bsico do que viria a ser oInstituto de Pesquisas Tecno-lgicas IPT.

    Presente em todas as etapas dahistria contempornea do Bra-sil, o IPT deu apoio tcnico, porexemplo, construo de estra-das de ferro no incio do sculoXX, foi responsvel pelos estudospara as fundaes da Usina VoltaRedonda da Companhia Side-rrgica Nacional, nos anos 40, edestacou-se na construo da pri-meira linha do metr de SoPaulo, nos anos 70. Esses soalguns exemplos da atuao doinstituto, e entendemos porqueatualmente o IPT associado produo tcnica de qualidade,sejam servios laboratoriais, co-mo ensaios e calibraes, sejamservios tecnolgicos especializa-dos e projetos de inovao e pes-quisa, conta Marcos Tadeu Pe-reira, diretor tcnico do IPT.

    necessrio uma reestruturao paraque continussemos mantendo opropsito do instituto. So dois pon-tos que foram levados em conta: fo-car com muito mais intensidade ocliente e buscar recursos para a ma-nuteno de toda a nossa estrutura.Ao final de dois anos de trabalhomuito j foi feito. Temos hoje umainstituio muito mais gil e din-mica. Ainda vamos avanar, mas oIPT hoje tem uma configuraomais apropriada para as necessida-des do mercado e, na verdade, seguea tendncia mundial dos institutosserem verdadeiros parceiros para odesenvolvimento da indstria.

    Abrigar diversas reas do co-nhecimento com alto grau deespecializao foi positivo nes-sa mudana?Marcos Tadeu Quando comea-mos trabalhamos em torno de qua-tro Rs - refocalizao, reorganiza-o, redimensionamento e recom-pensa. Colocamos isso claramentepara os nossos pesquisadores e par-timos para a ao. Antes o IPTestava organizado de maneira cls-sica, ou seja, diviso de Civil, deMecnica, de Qumica, etc. Agora,aproveitando nossas competncias,podemos atuar de forma transver-sal, o que atende de maneira muitomais adequada a complexidadetecnolgica atual. Ento, as divisestcnicas