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  • Normas ABNT

    Prof. Ivanete Bellucci P. de Almeidaivanete.bellucci@terra.com.br

  • RESUMO

    O objetivo desse texto discutir questes sobre a utilizao das abordagens quantitativa e qualitativa no processo de avaliao. Essa necessidade surgiu a partir das nossas experincias com processos avaliativos. Esse estudo leva em conta a problemtica da pesquisa educacional qualitativa/quantitativa, as diferentes formas de investigao e os subsdios de outras cincias, auxiliando as estruturas da avaliao. Essas questes esto discutidas a partir de uma anlise histrica e epistemolgica. As anlises tericas esto sustentadas nos autores Bogdam, Santos, Gamboa, Dias Sobrinho, Ristoff e outros. O estudo mostra que as abordagens quantitativas e qualitativas enquanto tcnica no so dicotmicas e sim complementares, mesmo estando sustentadas por diferentes paradigmas. Nessa perspectiva quantidade e qualidade so dimenses inseparveis de uma mesma realidade. O mtodo de avaliao precisa dar conta de buscar os problemas, as divergncias, as dvidas, os pontos fortes e fracos, mas para alm de diagnosticar precisa possibilitar discusso, anlise conjunta e tomada de deciso.

    Palavras-chave: avaliao, qualidade/quantidade, pesquisa educacional Fonte Arial 12

    Espaosimples

    Sem pargrafo

    At 500 palavras Dois Espaos duplos Dois Espaos duplos

  • CITAO BIBLIOGRFICACitao a meno, no texto, de uma informao extrada de outra fonte. De acordo com a ABNT, as formas de citaes mais conhecidas so: direta, indireta e citao de citao.

  • CITAO DIRETA, LITERAL OU TEXTUAL (MAIS DE 3 LINHAS)Transcrio do trecho do texto de parte da obra do autor consultado.

    Exemplo:

    Pesquisando a literatura da rea, encontrei algumas pesquisas e artigos que apresentam dados alarmantes sobre a organizao do trabalho pedaggico e as prticas avaliativas na educao das crianas de 0 a 6 anos:

    A primeira diz respeito excessiva escolarizao do atendimento na educao infantil em algumas localidades observadas, com organizao de espaos, atividades e equipamentos pouco adequados faixa etria, incluindo-se o uso de carteiras prprias para crianas maiores, enfileiradas, como no ensino tradicional. A segunda diz respeito permanncia de crianas maiores de seis anos nas classes de pr-escola, vista assim como preparatria para o ensino fundamental e responsvel pela alfabetizao, o que traz para a educao infantil o maior incmodo do primeiro grau: a repetncia! A seriedade da questo, inclusive sob o aspecto legal, uma vez que o direito de acesso no primeiro grau aos sete anos no est sendo, desta forma, atendido, levou o MEC a iniciar um plano de ao, que envolver estados e municpios, no sentido de que essas prticas sejam revista. (BARRETO, 1995, p.12, grifo do autor).Recuo 4,0Espao simplesSem aspasTamanhoda letra Menor (11)Caixa AltaDataPginaPonto finalPonto final

  • CITAO DIRETA (MAIS DE 3 LINHAS)Segundo Pinto (1994, p.23):

    A avaliao formal se caracteriza atravs de provas escritas ou orais, exerccios escritos ou orais, testes, questes, trabalhos de pesquisa, tarefas de casa, ou seja, todas as formas previstas de avaliao regulamentada pela escola e pelo planejamento escolar. Nestas situaes ou avaliaes, o aluno tem conhecimento de que est sendo avaliado e deve saber as regras de como se efetuam estas avaliaes e seu funcionamento. A avaliao informal, so avaliaes que o professor faz em sala de aula e que os alunos desconhecem ou no conhecem totalmente, embora implcitas ou encobertas, consideradas regras do jogo ensino-aprendizagem: observaes feitas pelo professor das atividades, do comportamento dos alunos durante a aula, do cumprimento ou no da disciplina exigida por ele, imagens e explicaes que o professor tem sobre seus alunos. Recuo 4,0

    Espao simples

    Sem aspasTamanhoda letra Menor(11)

    Caixa baixaEntre parnteses: (data e pgina)

  • CITAO DIRETA (AT 3 LINHAS)Exemplo 1:

    Barreto (1995, p.12) aponta duas preocupaes que foram diagnosticadas nos estudos realizados pelo MEC: A primeira diz respeito excessiva escolarizao do atendimento na educao infantil [...] .

    OBS: Supresses: [...]

    Exemplo 2:

    As caractersticas da educao militar compartilhada pelos homens e mulheres espartanas so to conhecidas que no vale a pena perdemos tempo em descrev-las. (PONCE, 1994, p.37).Usar AspasMesmotamanhodaLetra(12)EspaosimplesIdem

  • CITAO INDIRETA o texto baseado na obra do autor consultado.

    Exemplo:

    Pinto (1994) tem mostrado que a avaliao escolar pode aparecer de duas maneiras na escola: formal, regulamentada pela instituio escolar, caracterizando-se de forma explcita, e que a pedagogia tradicional sempre utilizou para medir o conhecimento dos alunos, ou seja, as notas, os conceitos; e informal, uma avaliao mais subjetiva, onde aparecem as impresses, os pr-conceitos e os julgamentos dos professores em relao aos alunos.Autor( caixa baixa) e entre o parnteses: (data)

  • CITAO INDIRETA (VRIOS AUTORES) Vrias pesquisas na rea da educao infantil realizadas pelo subgrupo de Educao lnfantil do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educao e Diferenciao Sociocultural (GEPEDISC) da Faculdade de Educao da Unicamp fizeram uso da pesquisa de campo e da observao, de forma que, estes estudos tiveram como opo metodolgica, destacar e valorizar a criana pequena como sujeito de pesquisa. (BFALO, 1997; PRADO, 2000; VILA, 2002; FINCO, 2004; DIAS, 2005).Autores separados por ponto e vrgula

  • CITAO DE CITAO aquela em que o autor do texto no tem acesso direto obra citada, valendo-se de citao constante em outra obra.

    O capital cultural e social so fatores que influenciam o desempenho escolar das crianas:

    [...] o rendimento escolar da ao escolar depende do capital cultural previamente investido pela famlia e [...] o rendimento econmico e social do certificado escolar depende do capital social - tambm herdado - que pode ser colocado a seu servio. (BOURDIEU, 2001, p. 74 apud FREITAS, 2003, p. 33).

    AUTOR, data, pgina apud AUTOR, data, pgina

  • Outro exemploPonce (1982), citado por Silva (1994a), declara que instruo, no sentido moderno do termo, quase no existia entre os espartanos.

    Quando forem citadas diversas obras do mesmo autor, publicadas no mesmo ano, usar para distinguir letras minsculas, em ordem alfabtica, aps a data e sem espaamento.

    EXEMPLO: (SILVA, 1994a)/ (SILVA, 1994b) Usar a expresso apud ou citado por

  • OUTRO CASOQuando houver coincidncia de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes: se mesmo assim existir coincidncia, colocam-se os prenomes por extenso.

    EXEMPLO 1: (FREIRE, P., 1990)/ (FREIRE, A., 1991);

    EXEMPLO 2: (FREIRE, Paulo, 1990)/ (FREIRE, Pedro, 1990)

  • FORMALIZAO DA CITAOPara formalizar uma boa citao, exemplos de algumas expresses para iniciar os pargrafos:

    Vale ressaltar que.../ A partir dessa reflexo, podemos dizer que.../Dessa perspectiva.../ A partir desses levantamentos.../ Consideramos que.../ Entendemos que .../Podemos compreender que.../ Os estudos desse autor...

  • REFERNCIAS BIBLIOGRFICASAs referncias referem-se s fontes efetivamente citadas no corpo da pesquisa com o intuito de fortalecer a(s) idia(s) do autor. J a bibliografia, refere-se a todas as fontes consultadas, mesmo as que no foram citadas, mas que permitem ao leitor aprofundar-se no assunto abordado no trabalho. Referncia um conjunto de elementos que permite a identificao de publicaes, no todo ou em parte do trabalho.

  • LIVROAUTOR(SOBRENOME, Prenome). Ttulo e o subttulo. Edio. Local da publicao(cidade): editora, ano. Nmero de pginas ou volume. (srie). Notas.Exemplo 1: 1 AUTOR

    FREITAS, Luiz Carlos de. Ciclos, seriao e avaliao: confronto de lgicas. So Paulo: Moderna, 2003. 96p. (Coleo cotidiano escolar).

    Exemplo 2: AT 3 AUTORES

    FREITAS, Luiz Carlos de; BOAS, Benigna Villas; SOUZA, Sandra Zkia. Ciclos, seriao e avaliao: confronto de lgicas. So Paulo: Moderna, 2003. 96p. (Coleo cotidiano escolar).

    Exemplo 3: MAIS DE 3 AUTORES

    FREITAS, Luiz Carlos de. et al. Ciclos, seriao e avaliao: confronto de lgicas. So Paulo: Moderna, 2003. 96p. (Coleo cotidiano escolar).Exemplo 4: COM TRADUO

    ENGUITA, Mariano Fernndez. A face oculta da escola: educao e trabalho no capitalismo. Traduo Tomaz Tadeu da Silva. Porto Alegre: Artes Mdicas, 1989. p.161-216. (Educao Teoria e crtica).

  • CAPTULO DE UM LIVROAUTOR DO CAPTULO. Ttulo do captulo. In: AUTOR DO LIVRO. Ttulo do livro. Edio. Local da publicao (cidade): editora, ano. Captulo ou nmero de pginas (inicial e final) ou volume. (srie). Notas. Exemplo : BUSSMANN, Antnia Carvalho. O projeto poltico-pedaggico e a gesto da escola. In: VEIGA, Ilma Passos (Org.). Projeto poltico-pedaggico da escola: uma construo possvel. 12. ed. So Paulo: Papirus, 1995. cap. 2. (Coleo Magistrio: Formao e Trabalho Pedaggico).

    Exemplos de Notas: Mimeografado, No prelo, Trabalho apresentado ao 13 ENEP. Paulnia, 2000.

  • TESES, DISSERTAES, MONOGRAFIAS E TRABALHOS DE CONCLUSO DE CURSOAUTOR. Ttulo. Ano, nmero de folhas. Categoria (grau e rea) Unidade da instituio, instituio, cidade, data da defesa se houver.

    Exemplo: TCC

    GODOI, Elisandra Girardelli. Avaliao no ciclo bsico. 1997. 100 f. Trabalho de Concluso de Curso (Graduao em Pedagogia) - Universidade So Marcos, Paulnia, 1997.

    Exemplo: Dissertao de Mestrado

    GODOI, Elisandra Girardelli. Educao Infantil: avaliao escolar antecipada?. 2000. 186 f. Dissertao (Mestrado em Educao) - Faculdade de Educao, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2000.

  • ARTIGO DE PERIDICOAUTOR DO ARTIGO. Ttulo do artigo. Ttulo do peridico. Local da publicao, volume, nmero, pgina (inicial-final), ms e ano de publicao.

    Exemplo:

    BARRETO, ngela. Educ