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Aventuras dos personagens do grupo Animagia, no facebook.

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  • 19 anos depois da grande batalha...

    Essa histria conta as aventuras dos

    personagens construdos pelos

    participantes do grupo Animagia.

    O contexto visa dar foco a cada um

    deles, mostrando uma maior diversidade

    de situaes, bem como abordar todas as

    casas existentes no castelo, mostrando o

    quo encantadoras elas podem ser.

    Espero que gostem.

    Dan Volfield

  • ndice Prlogo..............................................................................4 Captulo 1 O Frio que Vem das Masmorras..................8 Captulo 2 Regras Quebradas........................................15

  • 4

    Prlogo

    O outono pareceu chegar de repente naquele ano. A manh de 1 de setembro estava fresca como uma ma, e muitas famlias se agitavam pela ruidosa rua rumo grande estao coberta de fuligem, a fumaa do escapamento dos carros e a respirao dos pedestres que reluziam como teias de aranha no ar frio. Muitos pedestres fitavam as corujas nos carrinhos de alguns meninos, estes acompanhados de seus pais trajando vestes pouco comuns. As famlias, que para muitos poderia ser dadas como excntrica, rumavam para uma ampla pilastra, entre as plataformas nove e dez e de l no eram mais vistas pelas pessoas comuns, como se estivessem tomado um caminho distinto do normal e, talvez, entrando numa das linhas j posicionadas nos trilhos, ainda que o fato de carregarem animais exticos no fosse sequer questionado. Era uma rotina anual das famlias bruxas e l estavam elas se despedindo de seus filhos na estao 9 . Dentre eles, haviam muitos bruxos conhecidos como o prprio Harry Potter e sua famlia -, e em meio a tanto burburinho o que se destacava eram as recomendao dos pais para os pequenos; os que iriam iniciar sua longa jornada na maior escola de Magia e Bruxaria do mundo. Depois das repetidas frases de adeus, at as frias, se comportem bem, entre outras, o trem apitou alto, fazendo com que sua fumaa fosse preenchendo o ambiente. O estalido inicial fez a locomotiva mover-se lentamente, at pegar o ritmo constante que s cessaria quando estivesse prxima da estao de Hogsmeade. Nas cabines, a agitao de sempre, onde os veteranos mantinham suas tradies travessas, alm das histrias que assustavam ou encantavam os novatos. Para estes, no havia tempo para descanso. Tudo era uma empolgante novidade. No corredor do terceiro vago, uma jovem passeava com o carrinho de doces e comidas distintas, para que os alunos, que quisessem, pudessem comprar e desfrutar daquelas delcias mgicas. Foi ento que um dos novatos assentiu ante a oferta da moa e pediu: - Gostaria de suas tortinhas de abbora. - Aqui esto disse ela simptica, entregando ao garoto e recebendo dele as moedas de cor acobreada. Voc gostaria de um bolo de caldeiro? Indagou ela ao outro garoto, entretido com uma revista sobre quadribol. - No. respondeu ele sem desviar seus olhos do que estava lendo. Talvez mais tarde. Completou. Quando ela sorriu e se despediu dos garotos rumando para outros vages, o menino que comprou as tortinhas sentou-se de frente para o outro e comeou a degusta-la enquanto limpava o vidro embaado pelo frio, tentando olhar a paisagem. - Vai ser difcil ver alguma coisa com esse tempo. Comentou o garoto lendo a revista. - o que parece. Disse o outro menino, depois de engolir o pedao de tortinha que mastigava. - Sou John Corvins. Se apresentou o garoto, fechando a revista e estendendo a mo para o outro. - Frank Shunpike. Cumprimentou o outro, depois de mudar suas tortinhas para a mo esquerda. Voc... gosta de quadribol? Tentou iniciar uma conversa, observando a revista na mo de John.

  • 5

    - No muito. Na verdade eu estou lendo um artigo sobre esportes mgicos sobre a Gelada. E diante do comentrio de John, Frank ficou pensativo, a ponto de indagar o que fora dito. - Gelada? Nunca ouvi falar sobre isso. - um esporte novo. Explicou John. Os jogadores usam luvas especiais para lanar uma bola enfeitiada com um encantamento congelante. Ganha o time que congelar o outro primeiro. - Caramba! Exclamou Frank. Parece ser muito divertido. - Sim. Vou tentar inserir ele na grade de esporte escolar. Disse John, confiante. A propsito: Que casa voc deseja ser selecionado, Frank? - Eu... Corvinal. Encurtou a frase e John notou certa ansiedade em Frank para que ele fosse selecionado para a casa de Rowena. - Hm. Eu tambm. Respondeu John, antes que fosse questionado, e ambos continuaram conversando sobre suas expectativas naquele ano e de como poderiam ajudar a Corvinal a vencer a Taa das Casas. No muito longe dali, no quarto vago, uma menina desenhava sobre o vidro embaado e antes que o desenho se desfizesse quando a gua da umidade escorresse, ela baforava para que ele se mantivesse por mais tempo. No banco a frente dela, um garoto comia um sapo de chocolate s pressas, querendo ver logo a figurinha que estava no encarte. - Uau, tirei a Hermione... E mal ele terminara a frase para ver, no vidro, um desenho perfeito de um morcego embora este teimasse em se desfazer, depois de um tempo. Voc boa nisso. Comentou em seguida. - Obrigada. Disse a menina loira, de olhos de um azul to cinza quanto o tempo l fora. No tenho a Hermione ainda, voc troca? Indagou ela, de repente. - Eu, claro, no, sim. Atrapalhou-se o rapaz, que esfregou os olhos quando achou que o desenho no vidro estava batendo as asas. Pode ficar. Sorriu, sem jeito, estregando a figurinha para ela. - Muito obrigada! Encantou-se ela, observando a figura que se mexia no carto colorido. Me chamo Lucy Carter, mas meus amigos me chamam de Luca. Olhou para o menino e estendeu, para ele, sua mo. - Wolf Diggory. Respondeu o garoto todo o seu nome, cumprimentando-a. Muito prazer, Luca. Sorriu ele e ela retribuiu o gesto. - Estou muito confiante de que vou para a Lufa-Lufa. Comentou ela, continuando a conversa. Tambm j ouvi falar do seu sobrenome. Voc parente do melhor aluno que Hogwarts j teve. No ? Indagou, animada. - , digo... sou. Respondeu Wolf, coando sua nuca, um tanto surpreso com o reconhecimento. No eram muitas pessoas que ele conhecia que queriam ser selecionados para a Lufa-Lufa, ainda mais com uma animao daquelas. Eu tambm pretendo ser selecionado para a Lufa. - Que demais! Comemorou ela, se levantando do seu banco e quase socando o ar.

  • 6

    Os dois mantiveram uma conversa amistosa, falando dos seus medos e anseios sobre o castelo, at a menina ser chamada por outras colegas, ao que parecia. Assim que ela deixou o vago, Wolf se manteve ali, pensativo, pensando sobre as suas futuras amizades em Hogwarts. O desenho do morcego j havia se dissipado. A terceira cabine do sexto vago era uma das mais agitadas, levando-se em conta que eram duas meninas novatas. Ambas jogavam um jogo de cartas dos bruxos e uma delas parecia estar ganhando de lavada. - Mas voc muito ruim, Maeve! Riu alto a menina de cabelos vermelhos, depois de vencer mais uma rodada. - No me chame assim, Ariel. No quero que estes pestes achem que podem ter intimidade comigo. Retrucou a outra, embaralhando as cartas de maneira lenta, aparentemente frustrada com seu desempenho. - Eu que no vou te chamar de Helena. E pare de ser to mal-humorada. Disse, sorrindo, esperando que a menina sua frente desse as cartas. - Voc sabe que eu prefiro jogar xadrez de bruxo. Disse Helena, torcendo mentalmente para que lhe sassem cartas boas. No tem nada de inteligente neste jogo. - Ai, voc reclama demais. Disse Ariel, descontrada, pegando suas cartas. E muito m perdedora tambm. - Ns veremos isso, quando a Sonserina vencer. E Helena jogou uma boa carta, posicionando-a na quina, praticamente fechando as duas colunas prximas. - Eu vou brilhar na Grifinria... E Ariel jogou uma carta, na sequncia, fazendo a boa carta de Helena ser substituda pela ltima do monte, um elfo domstico. Depois da menina de cabelos ruivos rir com a cara de desnimo de sua amiga, ela completou. Voc vai ver. E foi nesse momento que a porta do vago se abriu e outras garotas surgiram ali para conversar com as duas. Dentre elas estava Rose Weasley, prima de Ariel, e todas trocaram conversas sobre como estava indo a viagem. J eram amigas de longa data e parecia que mesmo as divergncias que as separariam pelas casas no fariam com que aquele sentimento de amizade pudesse se alterar. A viagem continuava muito divertida para uns e um tanto frustrante para outros, principalmente para aqueles que entravam na mira dos veteranos. De qualquer modo, o respeito era mantido no final, ainda que com alguns excessos nas brincadeiras. O clima de felicidade contrastava com o ambiente frio do outono e somente no stimo vago as coisas pareciam estar mais calmas. Na terceira cabine, quatro garotos estavam em uma conversa que j durava quase uma hora. Eram Scorpius Hyperion, Rony Foster, Thomas Lestrange e Peter Weanglyff cujo nome do meio, deste ltimo, era extenso demais para uma apresentao rpida. - Ouvi muito falar sobre seu pai, Scorpius Hyperion. Falou Thomas, frente do pequeno Malfoy. Sua expresso no era muito simptica, talvez por histrias antigas mal resolvidas.

  • 7

    - Espero que todos ns sejamos selecionados para a Sonserina. Descontraiu Rony, tentando livrar o ambiente de um possvel desentendimento. Os Malfoy sempre se destacaram entre os melhores alunos desta casa. E Rony quase disse da Minha Casa. - Certamente. Respondeu Scorpius, evitando encarar Thomas por muito tempo. Tambm espero ser selecionado pela Sonserina. - Todos ns iremos. Interpelou Peter. Temos de ser convictos quanto as nossas decises. J adianto que sou um grande estudioso de poes e sempre busquei ler muitos livros desta matria primordial entre as principais. Quais so suas especialidades? E todos os outros trs se entreolharam, esperando que algum se manifestasse pa