teleconferencia 1 t12

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  • 1. Teleconferncia - Resultados do 1T12 09/05/2012

2. Aviso Importante Declaraes contidas nesta apresentao relativas s perspectivas dos negcios da Companhia, projees de resultados operacionais e financeiros, e referncias ao potencial de crescimento da Companhia, constituem meras previses e foram baseadas nas expectativas da Administrao em relao ao seu desempenho futuro. Estas expectativas so altamente dependentes do comportamento do mercado, da situao econmica do Brasil, da indstria e dos mercados internacionais, portanto esto sujeitas a mudanas.2 3. Destaques do 1T12 Volume de vendas, quando comparado com o 1T11:Mineral crisotila: cresceu 6,0%Fibrocimento: retraiu 7,5%Telhas de concreto: aumentou 6,8% Receita lquida atinge R$ 210,2 milhes, crescimento de 12,9% EBTIDA cresceu 75,1% e atingiu R$ 46,2 milhes Lucro lquido atinge R$ 29,9 milhes com crescimento de 77,5% As margens foram:Bruta de 45% - (+ 7 p.p. em relao ao 1T11)EBITDA de 22% - (+8 p.p.)Lquida de 14% - (+ 5 p.p.) 3 4. O Grupo EternitMaior e mais diversificada indstria de coberturas do Pas - 2011 Fabricao de produtos deFabricao defibrocimento e comercializao detelhas de concretolouas e metais sanitrios eMinerao dee comercializao Atividadecomponentes para sistemas Crisotila de louasconstrutivossanitrias Fbricas4 116 Lder em fibrocimento 3 maior doLder em telhasMarket Share - 32% mundode concreto Posio deMarket Share Market Share Mercado5 maior do Brasil em louas15% 35% sanitrias Capacidade 1 milho de t / fibrocimento300 mil t8 milhes de m CapacidadeFibrocimento 85%100% 70% Utilizada4 5. Diversificao do Portflio Telhas de Fibrocimento 5 6. Diversificao do Portflio Telhas e Engradamentos Metlicos 6 7. Diversificao do Portflio - Placas e Painis 7 8. Diversificao do Portflio Caixas dgua e filtros8 9. Diversificao do Portflio Louas e Assentos Sanitrios 9 10. Diversificao do Portflio Metais Sanitrios10 11. Diversificao do Portflio Mrmore Sinttico11 12. Diversificao do Portflio Telhas de Concreto 12 13. Diversificao do Portflio Acessrios para Telhados 13 14. Viso Geral - SAMA 15. Mercado Mundial Mineral Crisotila - 2011 Canad 4%Rssia 50% Cazaquisto 11%China 20% Brasil 15% Consumo Mundial (em MM de T)2004 20052006 2007 2008 2009 201020112,12,3 2,32,42,42,12,2 2,215 16. Vendas do Mineral Crisotila (em mil toneladas)+5,2%-3,0% 306291297136 163163-1,4% +6,0% 7069 73155 143 134 37 43 38 33 26 35 20092010 2011 1T10 1T11 1T12 Mercado Interno Mercado Externo 16 17. Viso Geral Eternit e Tgula 18. Mercado de Cobertura Brasil - 2011Mercado Residencial Mercado Industrial/ComercialConcretoOutros4% 11%Fibrocimento Metlicas38%40% Cermicas Fibrocimento 45% Cermicas 51% 11%Mercado TotalEvoluo do Mercado (milhes de m) 10% -2% 8%5%Concreto 8%Metlicas Outros 5%4%534 561 12% 2%505495 459406425 Cermicas Fibrocimento 35% 47% Fonte: Estimativa da Cadeia Produtiva do Fibrocimento 2005 200620072008 2009 20102011 18 19. Vendas de Fibrocimento* (em mil toneladas)+13,1%+3,9% 859827 731-2,4% -7,5%208 203188 20092010 20111T101T111T12* Inclui componentes para sistemas construtivos 19 20. Telhas de Concreto (em mil m) +13,5%5.961 5.253 4.776 5.961+22,9%+6,8% 1.397 1.3081.064587 477477 2010* 20111T10 1T111T12* A Tgula foi adquirida em 11 de fevereiro de 2010. Os 477 mil m2 no foram consolidados na Eternit.20 21. Desempenho Econmico-Financeiro 22. Receita Lquida Consolidada (em R$ milhes) +30,2%+8,1% +9,1%+12,9%Mercado Interno Mercado Externo 22 23. Composio da Receita Lquida Consolidada20071T12 Telhas de Fibrocimento; Fibrocimento;Concreto e 59,3% 51,6%Acessrios;10,3% NovosNovosOutros (*);Negcios Negcios5,7% 5,7% 17,6%Mineral Louas MineralSanitrias; Crisotila; Crisotila;35,0%4,5% 30,8%Outros (*);2,8%(*) Outros: telhas metlicas, caixas dgua de polietileno, assentos sanitrios, filtros para tubulaes de gua,metais sanitrios, componentes para sistemas construtivos e mrmore sinttico.23 24. Composio do Custo de Produo 1T12Fibrocimento Mineral CrisotilaMatrias- Mo-de-ObraPrimas (*) 51% 63% Depreciao 5% Outros Custos Materiais (**)Outros20% 29%CustosMo-de-8%Energia3% Obra EnergiaDepreciao10% 9%4%(*) - Cimento (46%), mineral crisotila (42%) e outros (12%)(**) - Combustvel, explosivos, embalagens, entre outrosTelhas de ConcretoMatria-Prima (***)Mo-de-Obra 51%16%Outros Custos 21% Depreciao 9%Energia4% (***) - Cimento (54%), areia (32%) e outros (14%)24 25. EBITDA (em R$ milhes) +17,4% -2,9%144140 123-27,8%+75,1%46 36 262009 20102011 1T101T11 1T12 25 26. Lucro Lquido (em R$ milhes)+39,3%-4,7%102 9773 -26,1%+77,5%30 2317 20092010 20111T10 1T111T12 26 27. Margens45%45%42%43% 39%38%21% 21%22% 19% 17%14%13%13%14%14% 12%9%2009 20102011 1T101T11 1T12Margem BrutaMargem EBITDAMargem Lquida27 28. Investimentos 29. Investimentos (em R$ milhes)93 1414 11 34 46 34 4252 29 6 13 81 234 27 821 24 2 8245 20092010 20111T101T111T12 Investimentos CorrentesMrmore Sinttico Aumento de Capacidade TgulaAquisio Tgula Moldes e Novos NegciosAumento de Capacidade Eternit Aquisio Terreno - Cear Administrativo 29 30. Unidade de Desenvolvimento de Mrmore SintticoSilo de ResinaLinha de Produo Mrmore Sinttico30 31. Localizao da Unidade Multiprodutos Pecm, CearCimenteiraLinha Gs Natural35 km 15 kmTerreno de 400 mil m 31 32. Unidade Multiprodutos no Cear Fbrica de Louas Sanitrias Joint-Venture: Companhia Sulamericana de Cermica S. A.60% de participao 40% de participaoConhecimento do mercado localConhecimento de tecnologia deForte rede de distribuioproduo e de produtosLogstica eficiente Baixo custo de produo Fora da marca Experincia em desenvolvimento de novos produtos Recursos para investimentosExperincia em desenvolvimento Conhecimento do Brasilde novos mercados Investimentos: R$ 97 milhesCapacidade: 1.500.000 peas / ano Inicio das obras: Primeiro semestre de 2012Prazo para concluso: 18 mesesEstimativa de Faturamento Bruto a plena capacidade: na ordem de R$ 127 milhesMo de obra direta: 330 colaboradores 32 33. Mercado de Capitais 34. Estrutura Acionria Abr/12Destaques Abr/1228,16%Gerao L. Par. F. I. A. 15,35%Luiz Barsi Filho 13,46%61,43%Victor Adler + VIC DTVM8,50% 8,32%Diretoria1,54%Aes em Tesouraria0,03%2,09% MembroConselho de Administrao DesdeSrgio Alexandre Melleiro (*) 1993Pessoas Fsicas Lrio Albino Parisotto (*)2004 Pessoas Jurdicaslio A. Martins 2007Luiz Barsi Filho2008 Residentes no ExteriorMarcelo Munhoz Auricchio2011Clubes, Fundos e Fundaes Luis Terepins (*)2011 Benedito Carlos Dias da Silva (*)2012(*) Conselheiro Independente Membro Conselho Consultivo Desde FREE-FLOAT76,17% Guilherme Affonso Ferreira2011 Mrio Fleck2011 Victor Adler 2012 34 35. Estrutura Acionria Mdia Diria Volume deNmero de AcionistasNegcios (em R$ mil)6.6156.633 6.804 5.910 2009 2010 2011 2012(*) (*) At abril de 201235 36. Poltica de Remunerao Lucro lquido vs. ProventosEm R$ milhesPay Out76 % 79 %74%60% 1029781 73 7255 301820092010 2011 2012* Lucro Lquido Dividendos e JCP(*) At maro de 2012 36 37. Poltica de Remunerao Dividend Yield15,1%10,9% 9,1% 9,3%8,8% 7,5% 7,5%6,9% 6,9% 4,5% 2,3%1,7% 200920102011 2012 (*) At maio de 2012 (**) At maro de 2012 Eternit Yield(*) Poupana (**) CDB (**) Fonte: Eternit e BACEN37 38. Desempenho da Ao (Dez/06 - Abr/12)No perodo de 28/12/2006 a 30/04/2012, as aes da Eternit registraram valorizao de 64,7%contra uma valorizao do ndice IBOVESPA de 39,0%.Neste mesmo perodo, considerando o pagamento de dividendos e JCP as aes da Eternitregistraram valorizao de 168,1%.220 ETER3200IBOVESPA180R$ 9,9816014061.820120100 80 60 4038 39. Cenrio do Setor 40. Momento Positivo para Construo Civil 40 41. Indicadores EconmicosSalrio Mnimo (R$)Massa Salarial (R$ milhes)622 545 404.751510377.361 465 338.501 365.331 415 321.163 380303.028 350300Fonte: BACEN e IBGE 2005 2006200720082009 2010 2011 2012 Disponibilidade de CrditoTaxa de Desemprego BrasilGoverno, Indstria, Habitao, Rural, Comrcio, Pessoas 12,0%11,6%Fsicas de Crdito (R$ bilhes) 10,6%10,1% 9,9%1.9841.835 1.889 1.9348,7%1.645 1.706 1.735 1.7778,5%1.585 7,4%1.4106,4%5,7%936 41 42. Indicadores Econmicos PIB vs. Eternit (E) Estimado. Fonte BACEN O crescimento da Eternit do 1T12 vs 1T11 foi deflacionado pelo IGP-M42 43. Crisotila O amianto do Brasil 44. Crisotila O amianto do BrasilO uso do mineral crisotila no Brasil regulamentado pela Lei Federal 9.055/95, Decreto 2.350/97 e normas regulamentadoras do Ministrio do Trabalho. Tambm est previsto na Conveno 162 da Organizao Internacional do Trabalho (OIT).Amianto branco Fibras curvas, sedosas e sem pontaAlta concentrao de magnsio: 3MgOSiO2H2O Biopersistncia*: 2,5 dias*Biopersistncia: Tempo que uma partcula inaladapermanece no pulmo antes de ser eliminada pelosmecanismos de defesa do organismo. Para provocar danopulmonar, a fibra precisa ter capacidade de penetrao ede durabilidade nos alvolos.Rocha de serpentinito com fibras de minrio crisotila 44 45. Brasil conclui pesquisa indita sobre os riscos do amiantoProjeto Asbesto AmbientalExposio Ambiental ao Asbesto: Avaliao do Risco e Efeitos na SadeProcesso CNPq n. 420001/2006-9 O resultado da pesquisa, realizada por renomados mdicos ligados a importantes universidades federais brasileiras, divulgado 25 de novembro de 2010 em Braslia, comprova que: Em relao s avaliaes da amostra dos moradores estudados, no foram encontradas alteraes clnicas, funcionais respiratrias e tomogrficas de alta resoluo, passveis de atribuio inalao ambiental fibras de asbesto. Na avaliao ocupacional, no se identificou novas alteraes nem progresso do comprometimento pleural ou intersticial nos indivduos do Grupo exposto aps 1980, que fizeram Tomografia Computadorizada de Alta Resoluo - TCAR nos dois estudos. A ntegra desta pesquisa est disponvel em www.sectec.go.gov.br. 45 46. Fato Relevante publicado nas principais revistas e jornais doPas no perodo de 17 a 25/02/12Esclarecimentos do Grupo Eternit do BrasilO Grupo Eternit Brasileiro, d