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Economy & Finance

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  • APOSTILA Introduo Economia

    Este material no tem finalidade lucrativa, apenas de carter acadmico-

    informativo, caso queira fazer qualquer observao, por favor, entre em contato.

    Prof. Ms. Valdec Romero Castelo Branco T&D Treinamento e Desenvolvimento Humano e Profissional

    profvaldec@uol.com.br https://sites.google.com/site/profvaldec

  • CONCEITO DE ECONOMIA

    A origem da palavra Economia

    vem do grego OIKONOMIA, onde

    OIKOS significa casa, riqueza,

    fortuna, patrimnio e NOMOS,

    que significa norma, lei, estudo ou

    administrao,.

    Pode ser entendida como a

    administrao da casa, princpio

    de gesto dos bens privados ou

    num sentido mais amplo como

    sendo a administrao da coisa

    pblica.

  • Economia uma cincia social que estuda como os indivduos e a sociedade decidem utilizar recursos produtivos escassos na produo de bens e servios, de modo a distribu-los entre os grupos da sociedade, com a finalidade de satisfazer as necessidades humanas.

    $ A cincia que estuda a escassez. $ A cincia que estuda o uso dos recursos

    escassos na produo de bens alternativos. $ O Estudo da forma pela qual a sociedade

    administra seus recursos escassos.

    Conceito

  • TEORIA ECONMICA

    MICROECONOMIA

    - Estudo individual; - Empresas; - Consumidores.

    MACROECONOMIA

    - Estudo do todo; - Cenrio, nacional e internacional; - PIB, Inflao, Moeda etc.

  • Incio em 1776 Adam Smith: A riqueza das Naes Mercantilismo (A partir do Sc. XVI): Acumulo de metais precioso (Espanha e Portugal) X Comercializao de excedentes (Holanda, Frana, Inglaterra, Alemanha, etc). Fisiocracia (Sculo XVIII): S a terra tinha capacidade de multiplicar a riqueza.

    Evoluo do Pensamento Econmico

  • Adam Smith (1723-1790) No benevolncia do padeiro, aougueiro ou cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mais sim do empenho deles em promover seu prprio interesse. Mo Invisvel Princpio do Liberalismo.

    David Ricardo (1772-1823) Teoria das Vantagens Comparativas. O comrcio entre pases dependeria da dotao de fatores de produo. Traz a matemtica para Economia. Neoclassico e Marxista.

    John Stuart Mill (1806-1873) Elementos Institucionais-Economia de Mercado.

    Jean Baptiste Say (1768-1832) Lei say: A oferta cria sua demanda

    Os Clssicos

  • Foco em Microeconomia, a crena no mercado e no mesmo sendo autorregulador fez com que no se preocupassem tanto com a poltica e o planejamento macroeconmico.

    Alfred Marshall (1842-1924) Obra: Princpios de Economia, em 1890. Professor de Keynes.

    John Maynard Keynes (1883-1946) Em 1936, com a publicao: Teoria Geral do emprego, do juro e da moeda.

    Keynes inverte o sentido da Lei da Say e demonstra que se no h foras de autoajustamento na economia, torna-se necessria a interveno do Estado por meio de uma poltica de gastos pblicos.

    Teoria Neoclssica e A era Keynesiana

  • Marxismo

    Karl Marx (1818-1883) Apropriao do excedente produtivo (mais valia=valor da mercadoria valor da fora de trabalho) pode explicar o processo de acumulao e a evoluo das relaes entre classes sociais.

    Duas classes sociais:

    1) Burguesia: Dona dos Fatores de Produo.

    2) Proletariado: obrigada a vender sua fora de trabalho, dada a impossibilidade de produzir o necessrio para sobreviver.

  • Bens e Fatores de Produo Bens de capital: so utilizados na fabricao de outros bens, sem desgaste total no processo. Ex: mquinas, equipamentos, instalaes etc. Bens de consumo: buscam atender as necessidades humanas, podendo ser durveis (geladeira) ou no-durveis (alimentos). Intermedirios: so transformados e agregados na produo de outros bens, sendo consumidos no processo produtivo. Fatores de produo: terra, Trabalho, capital e Tecnologia. Quais so as formas de remunerao dos fatores de produo?

  • Curva de possibilidades de produo Mostra a capacidade mxima de produo da sociedade, ilustrando como a escassez de recursos impe um limite capacidade produtiva de uma sociedade. Custo de oportunidade a expresso utilizada para exprimir os custos em termos de oportunidades.

    Os economistas utilizam o termo Custo de Oportunidade para descrever relaes conflitivas, como por exemplo: O custo de oportunidade de se produzir rosas ao invs de se produzir computadores. Este custo de oportunidade de rosas igual ao nmero de computadores que deixam de ser produzidos com os recursos usados na produo de um determinado nmero de rosas. Por exemplo: O custo de oportunidade de 10 milhes de rosas so 10 mil computadores, ou seja, os recursos utilizados para produzir 10 milhes de rosas poderiam ter produzido 10 mil computadores. KRUGMAN, Paul R. e OBSTFELD, Maurice. Economia Internacional: teoria e poltica. Makron Books, 2001.

  • Sistemas Econmicos Classificaes: a) sistema capitalista ou economia de mercado; b) sistema socialista ou economia centralizada/planificada. c) Sistema misto economia centralizada + presena do setor privado.

  • Fogo, TV, iPad etc. Consultoria, mdico, advocatcio etc.

  • O PROBLEMA FUNDAMENTAL DA ECONOMIA: A ESCASSEZ

    RECURSOS OU FATORES DE

    PRODUO:

    So, normalmente,

    classificados em: Terra;

    Trabalho;

    Capital e;

    Capacidade Empresarial.

  • AS TRS QUESTES ESSENCIAIS EM QUALQUER ECONOMIA

    O que produzir? Para quem produzir? Como e quanto produzir?

  • COMPOSIO DO SISTEMA ECONMICO

    O Setor primrio constitudo pelas unidades produtoras que utilizam maneira intensa os recursos naturais e no realizam no seu processo de transformao grandes mudanas em seus produtos.

    O Setor secundrio constitudo pelas unidades produtoras voltadas s atividades industriais, processo pelo qual os bens so transformados, caracterizando-se pela intensa utilizao de capital como recurso de produo, sob a forma de mquinas, equipamentos, instalaes.

    O Setor tercirio setor tem uma caracterstica peculiar em relao aos outros dois setores, pelo fato de sua produo ser intangvel. composto pelas unidades produtoras de servios. As instituies bancrias, as universidades, as empresas de transporte, o comrcio podem ser apontadas como exemplos de unidades produtoras pertencentes ao setor tercirio.

  • Famlias Empresas

    Fluxos de recursos ou Fatores de Produo

    Mercado de

    Fatores

    Mercado de

    Bens finais

    Fluxo de Bens Finais: bens e servios

    Fluxo monetrio: pagamento pelos fatores

    Fluxo monetrio: pagamento pelos bens finais

    (1)

    (1)

    (1) fluxo real ou fluxo de produto

    (2) fluxo nominal ou fluxo monetrio

    (2)

    (2)

    Fluxo de bens, servios, fatores produtivos e pagamentos monetrios em uma economia simplificada:

  • Os agentes econmicos so:

    1. As Famlias ou unidades familiares. 2. As Empresas ou unidades produtivas; 3. O Governo ou unidade governamental. 4. O Setor Externo ou unidades externas.

  • CURVA DE POSSIBILIDADES DE PRODUO (CPP)

    A Curva de Possibilidade de Produo (CCP): Mostra o que se pode produzir com as quantidades disponveis de recursos naturais (terra), trabalho, capital fsico, capital humano e capacidade empresarial.

  • Alternativas

    Soja

    (em milhes de toneladas)

    Milho

    (em milhes de toneladas)

    Custo de

    Oportunidade

    A 0 320 --------

    B 150 250 70

    C 370 170 80

    D 450 130 40

    E 520 0 130

    A Curva de Possibilidade de Produo em uma Fazenda

  • A Curva de Possibilidade de Produo em uma Fazenda

  • Possibilidade de Produo em uma Economia

    Alternativas

    Produo de Roupas

    (em milhes de unidades)

    Produo de Comida

    (em milhes de toneladas)

    Custo de

    Oportunidade

    A 0 200 --------

    B 100 190 10

    C 140 170 20

    D 200 130 40

    E 250 80 50

    F 320 0 80

  • Possibilidade de Produo em uma Economia

  • Com Avano Tecnolgico ou Aumento da Capacidade Produtiva

  • EXERCCIOS DE ECONOMIA

    CUSTO DE OPORTUNIDADE CURVA DE POSSIBILIDADES DE PRODUO (CPP)

  • RESPONDAM AS QUESTES A SEGUIR:

    1. Na sua empresa dez funcionrios exercem diferentes funes,

    mas todos esto igualmente qualificados, e cada um deles pode

    executar o trabalho dos demais com a mesma eficincia. O

    funcionrio nmero 1 vem at voc pedindo um aumento e ameaa

    demitir-se caso no for atendido. Qual seria a sua deciso? Qual o

    custo de oportunidade dessa deciso?

  • RESPOSTA:

    Caso voc decida no aumentar o salrio do operrio nmero 1, e

    considerando que ele venha a se demitir, ou voc resolva demiti-lo (que

    no seria o caso levando-se em considerao o custo da resciso de

    contrato por parte da empresa, melhor seria a demisso voluntria do

    operrio) os demais podero assumir suas tarefas, lembrando que todos

    os trabalhadores esto igualmente qualificados. O custo de oportunidade

    ser o valor do salrio que voc ir pagar ao contratar um novo

    trabalhador para exercer a funo ou determinar que um outro operrio

    exera a funo daquele que se demitiu.

  • 2. Usando o princpio do custo de oportunidade, explique a razo

    pelas quais as (empresas) podem gastar mais tempo treinando

    funcionrios quando h recesso** em seu setor (supondo que as

    empresas esperem manter os funcionrios e que a recesso

    eventualmente acabe).

    **Em economia, recesso uma fase de contrao no ciclo econmico, isto , de retrao geral na atividade